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Amor que Te Faz Esquecer de Você Não É Amor

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O amor é uma das experiências mais intensas e transformadoras que podemos vivenciar. Quando estamos apaixonados, somos naturalmente mais dedicados, empáticos e dispostos a fazer o bem ao outro. No entanto, é importante compreender que o amor saudável não deve nos levar a esquecer quem somos ou a abandonar nossas próprias necessidades e identidades.

Infelizmente, muitas pessoas, em um esforço para agradar ou se entregar ao relacionamento, acabam se perdendo de si mesmas. Este tipo de amor, que exige sacrifícios excessivos e anula a individualidade, não é um amor verdadeiro. Vamos explorar como um amor assim pode ser prejudicial e como aprender a distinguir entre um amor saudável e um amor que te faz esquecer de quem você realmente é.

O Que Significa “Esquecer de Você” no Contexto de um Relacionamento?

Esquecer de si mesmo dentro de um relacionamento não significa literalmente perder a memória, mas sim deixar de lado suas próprias necessidades, desejos, valores e identidade para agradar ou atender às expectativas do outro. Esse comportamento, muitas vezes disfarçado de amor, é um sinal de que você está sacrificando sua própria felicidade e bem-estar para manter a relação.

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Aqui estão alguns exemplos de como isso pode se manifestar:

  1. Negligenciar Suas Necessidades Emocionais e Físicas
    Em um relacionamento saudável, ambas as partes se preocupam com as necessidades emocionais e físicas do parceiro. No entanto, quando você começa a ignorar ou minimizar suas próprias necessidades em favor do outro, você pode acabar se sentindo vazio(a), insatisfeito(a) e até sobrecarregado(a).

    Exemplo: Você constantemente coloca as necessidades do seu parceiro à frente das suas. Você aceita estar cansado(a) ou emocionalmente exausto(a) porque quer que o outro esteja feliz, mesmo que isso signifique sacrificar seu próprio bem-estar.

  2. Perder Sua Identidade e Seus Interesses Pessoais
    Quando você está tão absorvido no relacionamento, pode começar a abandonar seus próprios interesses, hobbies e amigos. A necessidade de estar com a outra pessoa o tempo todo, ou de fazer tudo junto, pode fazer com que você se perca no processo. Isso pode fazer com que você se sinta desconectado(a) de quem você realmente é.

    Exemplo: Você deixa de fazer atividades que antes te faziam feliz, como praticar um esporte, sair com amigos ou perseguir suas paixões, para sempre estar ao lado do seu parceiro, mesmo que isso não seja algo que te satisfaça.

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  3. Perder a Capacidade de Dizer “Não”
    Quando você tem medo de desagradar o outro ou está tão focado em satisfazê-lo que se esquece de suas próprias necessidades, você pode começar a dizer “sim” para tudo, mesmo quando isso vai contra os seus próprios desejos ou limites. Esse comportamento, a longo prazo, pode gerar ressentimento e frustração.

    Exemplo: Você aceita compromissos ou faz coisas que não quer fazer apenas para evitar conflitos ou porque acha que o parceiro vai ficar magoado se não o fizer.

  4. Sacrificar Seus Valores para Agradar o Outro
    Um amor saudável deve ser baseado no respeito mútuo pelos valores e princípios de cada um. No entanto, quando você começa a abrir mão de suas crenças ou fazer coisas que normalmente não faria para agradar o outro, isso é um sinal claro de que está se esquecendo de si mesmo no relacionamento.

    Exemplo: Você começa a agir de uma forma que não condiz com seus princípios ou a se afastar de amizades e atividades que antes eram importantes para você, simplesmente para evitar conflitos ou agradar ao parceiro.

Por Que Isso Acontece?

Existem várias razões pelas quais alguém pode acabar esquecendo de si mesmo em um relacionamento. Algumas das mais comuns incluem:

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  1. Medo de Perder o Relacionamento
    O medo de ser rejeitado ou de perder alguém importante pode fazer com que uma pessoa se sacrifique demais. A ideia de que, se não agradar o parceiro o tempo todo, ele pode se afastar, é uma grande motivação para perder a própria identidade em favor do relacionamento.

  2. Insegurança e Baixa Autoestima
    Pessoas com baixa autoestima podem acreditar que não são boas o suficiente para o outro e, por isso, podem se submeter a comportamentos prejudiciais ou à negligência de suas próprias necessidades. Elas podem sentir que precisam “fazer tudo certo” para ser amadas e aceitas, sacrificando sua própria felicidade no processo.

  3. Idealização do Amor
    Muitas vezes, idealizamos o amor romântico, acreditando que ele deve ser algo que consome e exige uma entrega total. Essa visão distorcida do amor pode levar a crenças erradas sobre o que um relacionamento saudável realmente significa, levando a pessoa a acreditar que o amor verdadeiro é aquele que nos faz perder quem somos.

  4. Desejo de Manter a Harmonia
    O medo de conflitos ou desentendimentos pode levar alguém a se submeter às vontades do parceiro. Esse desejo de evitar brigas ou desavenças pode fazer com que uma pessoa ignore seus próprios sentimentos e deseje agradar ao outro a qualquer custo.

Os Perigos de Esquecer de Si Mesmo no Relacionamento

  1. Esgotamento Emocional
    Quando você coloca as necessidades do outro à frente das suas o tempo todo, pode se sentir emocionalmente exausto. Esse esgotamento pode prejudicar sua saúde mental, levando a sentimentos de frustração, tristeza e até depressão. O amor verdadeiro deve ser fonte de energia positiva, não de desgaste.

  2. Perda de Identidade
    Ao se esquecer de quem você é, pode começar a sentir que está vivendo uma vida que não é a sua. A perda de identidade pode fazer você se sentir perdido(a) e desconectado(a) de suas próprias paixões, crenças e desejos, o que pode afetar negativamente sua autoconfiança e felicidade.

  3. Relação Desbalanceada
    Quando você constantemente se sacrifica, o relacionamento pode se tornar desbalanceado, com uma parte dando muito mais do que a outra. Isso pode levar a ressentimentos e, eventualmente, a um colapso na relação. O amor precisa ser compartilhado de maneira equitativa para que ambas as partes se sintam valorizadas e respeitadas.

  4. Relação Codependente
    Quando uma pessoa se dedica tanto ao parceiro que esquece de cuidar de si mesma, o relacionamento pode se tornar codependente. Em uma relação codependente, um dos parceiros depende excessivamente do outro para sua própria felicidade, criando um ciclo tóxico que dificulta a autonomia de ambos.

Conclusão

O amor deve ser algo que enriquece a sua vida, que te motiva a ser a melhor versão de si mesmo e que, acima de tudo com Agenda31, respeita sua identidade e individualidade. Se você está em um relacionamento onde sente que está se esquecendo de quem é para agradar o outro, é hora de refletir sobre o que você realmente quer e merece. O amor verdadeiro não exige sacrifícios de quem você é, mas celebra tudo o que você é. Nunca se esqueça de que a pessoa mais importante em qualquer relacionamento é você mesmo.

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Exposição solar requer cuidados para prevenir doenças oculares

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O verão estimula as demandas por passeios ao ar livre com uma maior exposição aos raios solares. A ampliação do tempo sob o sol, sem os devidos cuidados de proteção, acarreta riscos para o câncer de pele e também as doenças oculares comprometedoras da mácula.

A mácula é a área principal da retina, responsável pela visão central, as cores e os detalhes finos dos objetos, sendo essencial para as atividades diárias, como leitura, dirigir e reconhecer rostos.

A radiação ultravioleta (UV) e a luz azul do sol causa problemas, penetrando nos olhos e danificando as proteínas do cristalino e as células da retina. De acordo com a oftalmologista e diretora do Hospital de Olhos Dr. Ricardo Guimarães, Juliana Guimarães, todos os danos são considerados cumulativos, provocando condições como a degeneração macular e a retinopatia solar.

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A degeneração é uma patologia grave, um dos principais motivos para a cegueira irreversível, entre indivíduos acima de 50 anos. A condição leva a perda progressiva da visão central com o estresse oxidativo, desencadeado pela radiação UV, responsável pelo desequilíbrio e danos. Os sintomas incluem a perda da visão central, visão embaçada, comprometimento para enxergar detalhes, dificuldade para adaptar-se à luz – ocorrendo de maneira lenta – e leva à distorção de linhas retas.

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Já a retinopatia solar, dano à retina por exposição solar prolongada, gera queimadura das células. A ocorrência se dá, principalmente, quando o contato é de maneira direta, ou seja, ao observar o sol, eclipses e, até mesmo, uma soldagem sem a devida proteção.

As vítimas reclamam de visão embaçada, ponto cego central, distorção na visão, alterações na percepção das cores e dor de cabeça. A perda da visão é uma possibilidade, identificada em casos graves. Os incidentes regulares requerem uma recuperação de três a nove meses.

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A recomendação de Juliana é atenção aos cuidados oculares e proteção, principalmente, durante dias mais ensolarados. A segurança é feita com o uso de óculos adequados, sendo os escuros, os mais indicados.

O ideal é as lentes apresentarem 100% de segurança contra os raios UV e ainda filtro para luz azul, emitida pelo sol e por dispositivos eletrônicos. Os horários de pico, ou seja, em que a exposição solar é mais forte e com grande radiação, devem ser evitados, especialmente, entre as 10h e 16h.

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Gabrielle Silva
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