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Debatendo as Cidades chega a São Sebastião para discutir prioridades e cobrar soluções para a região

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Neste sábado (26), os moradores de São Sebastião terão a oportunidade de apresentar suas demandas e participar da construção de políticas públicas para a região. O Debatendo as Cidades, evento itinerante promovido pela senadora Leila do Vôlei (PDT), pelo deputado federal Reginaldo Veras (PV), pelo deputado distrital Max Maciel (PSOL) e pelo presidente do Iphan, Leandro Grass (PV), chega à RA com a missão de debater os desafios e cobrar soluções para os problemas reais enfrentados pela população. O encontro acontece às 10h, no auditório do IFB campus São Sebastião.

Com cerca de 99 mil habitantes, São Sebastião enfrenta diversos obstáculos no acesso a serviços públicos essenciais. A cidade não possui hospital público, o que obriga os moradores a percorrer longas distâncias em busca de atendimento especializado. Segundo a PDAD 2024, 90% da população depende exclusivamente do SUS. O transporte público também é precário, afetando diretamente o deslocamento de trabalhadores e estudantes.

Diante desse cenário, o Debatendo as Cidades propõe um espaço de escuta ativa e diálogo com a comunidade. As lideranças políticas progressistas vão se reunir com os moradores para, juntos, pensarem em soluções concretas e cobrar ações do governo do Distrito Federal.

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A iniciativa faz parte de uma frente ampla democrática que atua na construção de um novo projeto político para o Distrito Federal, com base na participação popular, na justiça social e no fortalecimento dos direitos de quem mais precisa. O evento é aberto a todas as lideranças e movimentos progressistas comprometidos com a transformação do DF.

Fonte: Ascom Sen. Leila Barros

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Judicialização de concursos cresce no DF e especialista explica como candidatos podem evitar disputas judiciais

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DF registrou mais de 53 mil ações relacionadas a concursos públicos em 2025. Especialista aponta que atenção ao edital pode evitar processos.

O número de ações judiciais relacionadas a concursos públicos tem crescido no Distrito Federal. Levantamento recente aponta que o DF registrou mais de 53 mil processos envolvendo classificação em concursos em 2025, sendo a segunda unidade da federação com maior volume de judicializações no país. Entre os principais motivos estão questionamentos sobre notas, formulação de questões e critérios de correção.

A judicialização de concursos públicos costuma ocorrer quando candidatos identificam possíveis irregularidades no processo seletivo ou discordam de decisões tomadas pelas bancas examinadoras. Nesses casos, o recurso ao Judiciário surge como alternativa para contestar resultados ou etapas do certame.

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Segundo a advogada administrativista Flávia de Sá Campos, do Centro Universitário UniProcessus, a atuação da Justiça nesses casos ocorre apenas quando há indícios claros de ilegalidade no processo.

“A intervenção judicial é legítima quando há ilegalidade, como erro material, violação ao edital, cobrança de conteúdo fora do programa previsto ou ausência de critérios objetivos de correção”, explica.

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A especialista destaca que muitos conflitos poderiam ser evitados ainda nas etapas administrativas do próprio concurso.

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“O candidato bem preparado não estuda apenas o conteúdo da prova, mas também acompanha atentamente as regras do edital e os prazos para apresentação de recursos, evitando uma judicialização desnecessária”, afirma.

Flávia também aponta que parte das ações surge em etapas específicas dos certames.

“Grande parte das judicializações em concursos públicos ocorre após reprovações em fases como exames médicos, investigações de vida pregressa ou avaliações documentais. Muitas dessas situações poderiam ser evitadas com a leitura atenta do edital e com a apresentação correta dos documentos exigidos pela banca examinadora”, conclui.

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Estudos sobre judicialização em concursos públicos também indicam que grande parte das ações não resulta em alteração no resultado dos certames. Levantamento do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos aponta que mais de 75% das decisões analisadas foram consideradas improcedentes, o que reforça a importância de atenção às regras do edital e aos recursos administrativos previstos nos processos seletivos.

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