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Saúde

Revolução na dermatologia: Como as novas tecnologias estão transformando o tratamento da pele

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O dermatologista Cristiano Kakihara lista as principais novidades e as suas utilizações

Créditos: Pixabay

No cenário atual da dermatologia, a inovação tecnológica não apenas redefine as possibilidades de tratamento, mas também renova a esperança de pacientes em busca de soluções eficazes para diversas condições da pele. O dermatologista Cristiano Kakihara, membro destacado da Sociedade Brasileira de Dermatologia, está na linha de frente dessa transformação, aplicando tecnologias de ponta em tratamentos que representam uma verdadeira revolução na área.

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A fusão entre ciência e tecnologia está inaugurando uma nova era na dermatologia”, afirma o dermatologista Cristiano Kakihara. “Hoje, contamos com equipamentos altamente eficazes capazes de tratar desde rugas e manchas até questões mais complexas, como flacidez e celulite.” Suas palavras refletem um compromisso com a inovação que tem o potencial de transformar vidas.

Entre as condições que mais afligem os pacientes, destacam-se o melasma, a melanose solar e o vitiligo. Para combatê-las, o dermatologista Cristiano Kakihara utiliza tecnologias avançadas, como o Q-Switched ND:YAG, o laser de picossegundos e o laser fracionado não ablativo. “Essas ferramentas não apenas promovem um clareamento gradual, mas também oferecem melhorias significativas ao longo do tempo”, destaca o dermatologista.

Quando o assunto são as rugas — ou rítides —, a abordagem do dermatologista  Kakihara é igualmente inovadora. Ele combina laser fracionado ablativo e não ablativo, radiofrequência monopolar e microagulhamento robótico com ponteiras de ouro, reunindo o que há de mais avançado no tratamento de linhas finas e sinais de envelhecimento. “Cada tecnologia atua com princípios físicos distintos, mas todas têm o mesmo objetivo: oferecer resultados visíveis e duradouros”, explica o dermatologista.

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A flexibilidade desses tratamentos é outra vantagem importante. “Alguns equipamentos exigem apenas uma sessão por ano, enquanto outros podem requerer aplicações mensais. Personalizar o protocolo é fundamental para alcançar os melhores resultados”, afirma o dermatologista Cristiano Kakihara, ressaltando a importância de adaptar cada abordagem às necessidades individuais de seus pacientes.

No entanto, a eficácia dos tratamentos também está diretamente ligada aos cuidados no pré e pós-procedimento. “Evitar a exposição solar por, no mínimo, duas semanas antes e após a aplicação é essencial para maximizar os resultados e reduzir os riscos”, orienta o dermatologista Cristiano  Kakihara. Ele enfatiza ainda que “a segurança do paciente é sempre a prioridade”.

Sobre do Dermatologista Cristiano Kakihara:

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Cremesp 113216 – RQE em Dermatologia 28270

Graduação pela Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto, da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação.

Membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

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Especialização em Dermatologia pela SBD: Complexo Hospitalar Padre Bento de Guarulhos.

Aperfeiçoamento em Cosmiatria e Cirurgia Dermatológica pela SBD: Faculdade de Medicina do ABC.

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Aperfeiçoamento em Tricologia e Onicologia pela SBD: Universidade de Mogi das Cruzes.

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Pós-graduação “lato sensu” em Dermatologia, Áreas Eletivas, pela SBD: Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo.

Pós-graduação “lato sensu” em Cirurgia Dermatológica pela SBD: Instituto de Dermatologia Professor Rubem David Azulay da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro.

Autor das 3 edições do livro “Curativos, Estomias e Dermatologia: uma Abordagem Multiprofissional”, pela editora Martinari.

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Ex-preceptor dos Ambulatórios de Fototerapia e Tricologia/Onicologia da Universidade de Mogi das Cruzes.

Ex-médico assistente (concursado) da Clínica de Dermatologia do Hospital do Servidor Público Municipal.

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Patrícia Limeira

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Saúde

Estudo: 6 em cada 10 mulheres não realizam exames ginecológicos preventivos

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Mais de 60% das mulheres não realizam exames preventivos, enquanto 20 morrem diariamente de câncer de colo do útero

Yasmin Silvestre, colaboração para a CNN Brasil, em São Paulo
No universo feminino, ainda existe uma barreira relacionada à prevenção de doenças ginecológicas. Uma pesquisa nacional revelou que, em média, 64% das brasileiras não realizaram exames ginecológicos preventivos no último ano. Este número representa um total de 6 a cada 10 mulheres.

O dado mais expressivo é sobre o Papanicolau, um dos principais exames ginecológicos, essencial para a detecção de alterações uterinas e prevenção do câncer de colo do útero. Apenas 39% realizaram esse exame em 2025, outras 61% não realizaram, embora 74% delas saibam para que ele serve.

Outro teste analisado foi o de ultrassonografia/ transvaginal, apenas 43% realizaram no último ano, outras 57% não fizeram.

Em relação ao exame clínico ou autoexame das mamas, as taxas seguem o mesmo padrão. Ao todo, 59% das mulheres não realizaram e apenas 41% realizaram.

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Entre os exames analisados, o DNA-HPV — teste laboratorial para identificar os tipos específicos de vírus — permanece como o menos acessado. Cerca de 78% das mulheres não o realizaram no último ano, contra 22% que realizaram.

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A pesquisa “Percepção das Brasileiras sobre Tumores Ginecológicos e Práticas de Prevenção” foi realizada pelo Instituto Locomotiva, em conjunto com o Grupo EVA (Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos), e entrevistou 800 mulheres de 18 a 25 anos.

“A pesquisa mostrou que o acesso à informação melhorou, mas ainda há uma distância entre reconhecer a importância da prevenção e a realização efetiva da prevenção por meio da vacinação contra o HPV e da realização dos exames. Precisamos que as mulheres entendam a importância dessa relação  com exames que são mecanismos fundamentais na proteção contra o câncer de colo do útero”,

Dra. Andréa Gadelha, presidente do Grupo EVA.

Atendimento médico, por vezes, não é acolhedor ou esclarecedor

O estudo também revelou que ao menos 3 em cada 10 mulheres sentem que o último atendimento ginecológico foi totalmente esclarecedor.

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Entre este número, 47% deixaram de voltar a uma consulta com ginecologista por ter recebido um atendimento ruim.

A importância dos exames preventivos

De acordo com a pesquisa, cerca de 20 mulheres morrem todos os dias no Brasil em decorrência do câncer do colo do útero. A doença está entre as principais causas de morte por câncer entre mulheres de até 35 anos.

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O HPV está relacionado a cerca de 99% dos casos de câncer do colo do útero. A doença, assim como outros diagnósticos pode ser prevenida por meio da vacinação e do acompanhamento médico com exames de rotina. A vacinação contra o HPV é indicada para mulheres e homens de 9 a 45 anos.

Sus oferece diversos tratamentos ginecológicos

O exame Papanicolau é gratuito e oferecido no SUS (Sistema Único de Saúde). No entanto, ele é recomendado para mulheres a partir dos 25 anos.

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O exame de Mamografia também é oferecido sem custo no atendimento público para mulheres a partir de 40 anos. Ele deve se realizado a cada dois anos.

 

Mulheres também podem solicitar consultas ginecológicas nas UBS (Unidades Básicas de Saúde). Além disso, o SUS oferece distribuição gratuita de anticoncepcionais e outros métodos contraceptivos para evitar doenças sexualmente transmissíveis.

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Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/

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