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Politica

Cristiane Britto denuncia perseguição a defensores da vida e reafirma compromisso com a pauta pró-vida

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Ex-ministra participa de ato em Brasília e destaca importância da união e da verdade no enfrentamento à cultura do aborto

A ex-ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Cristiane Britto, participou nesta semana de um ato promovido pelo Movimento Nacional da Cidadania pela Vida, Brasil Sem Aborto, realizado em Brasília. O evento reuniu lideranças do movimento pró-vida, como a senadora Damares Alves, a deputada federal Chris Tonietto e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.

Durante sua fala, Cristiane agradeceu a presença das autoridades e fez um alerta sobre o atual cenário enfrentado por quem defende a vida desde a concepção:

“Muitos advogados e magistrados estão sendo perseguidos por escolher a vida. É importante a gente se manter unidos. Continuaremos juntos, continuaremos lutando, mas não iremos retroceder.”

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Reforçando seu compromisso com a pauta feminina e com a dignidade da mulher, Cristiane criticou a tentativa de associar o aborto à defesa das mulheres:

“Não tem como defender o aborto e dizer que é da causa da mulher. Quem diz isso está mentindo. Enquanto eu viver, reafirmo aqui o meu compromisso de defender a vida desde a concepção.”

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A ex-ministra também destacou que mulheres que passam por abortos enfrentam traumas psicológicos profundos, sendo frequentemente esquecidas pelo discurso que relativiza o valor da vida. Sua fala firme e emocionada foi aplaudida pelo público presente e reafirmou seu papel como uma das vozes mais representativas do movimento pró-vida no Brasil.

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A 18ª Marcha Nacional pela Vida atraiu milhares de pessoas na Esplanada dos Ministérios, em Brasília (DF). O evento, uma iniciativa da Pastoral Familiar Nacional, ocorreu na última terça-feira, 10, com o objetivo de defender o direito à vida, garantido pela Constituição Federal, e incentivar a aprovação de projetos que protejam os nascituros e as gestantes em todas as dimensões.

Assessoria de Comunicação

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Politica

MAB marcha em Brasília pela valorização dos trabalhadores e pela regulamentação da PNAB

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Ato nacional terá como principal pauta a redução da jornada de trabalho e a implementação da política que defende os direitos das populações atingidas

 

Atingidos de todo o Brasil se somam, no próximo 15 de abril, à Marcha da Classe Trabalhadora, na capital federal. A mobilização nacional tem como objetivo pressionar por avanços em direitos trabalhistas, pela valorização profissional e por melhores condições de vida e, especialmente, pelo fim da escala 6×1.

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O ato é organizado por centrais sindicais, movimentos sociais e entidades representativas de variadas categorias, e já é considerado uma das principais manifestações políticas e sociais do calendário nacional de lutas. Caravanas de diferentes estados participam, a partir das 8h, da Conferência da Classe Trabalhadora, que será seguida da marcha até a Esplanada dos Ministérios e a entrega da agenda da classe trabalhadora ao Governo Federal e ao Congresso Nacional, documento que reúne as principais demandas da classe trabalhadora.

O Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) participará da marcha com 11 ônibus – que chegarão de todo o Brasil -, levando à Brasília cerca de 400 atingidos do Piauí, São Paulo, Bahia, Goiás, Minas Gerais e Espírito Santo. Ivanei Dalla Costa, da coordenação nacional do movimento, afirma: “A luta dos direitos dos trabalhadores é a luta dos direitos dos atingidos. Então é importante que essa unidade seja fortalecida, especialmente nesse momento em que os atingidos reivindicam sua pauta específica ao governo federal”.

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“Seguiremos em luta até que todos nossos direitos sejam conquistados”, afirma Ivanei. Foto: Nane Camargos / ADAI

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Ivanei lembra que a trajetória de resistência dos atingidos sempre contou com a parceria da Central Única dos Trabalhadores (CUT), e que a pauta defendida pelas centrais sindicais pelo fim da escala 6×1 é uma luta histórica dos trabalhadores, que ganha destaque e precisa ser conquistada neste momento.

O texto-base da Conferência foi debatido pelos trabalhadores e trabalhadoras de todo o Brasil e reúne propostas alinhadas aos desafios contemporâneos do mundo do trabalho. Entre as pautas defendidas estão a redução da jornada de trabalho sem redução salarial, a geração de empregos decentes, a valorização do salário mínimo, o fortalecimento da negociação coletiva, o combate à precarização e a regulamentação do trabalho por plataformas digitais.

Em luta pela regulamentação da PNAB

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Nos dias seguintes, os atingidos seguem em mobilização na capital federal pressionando pela regulamentação da Política Nacional de Direitos das Populações Atingidas por Barragens (PNAB). Conquistada pelos atingidos em 2023, a Lei nº 14.755 representa um marco histórico no reconhecimento e na garantia de direitos, e agora o desafio é torná-la realidade na vida dos atingidos.

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“Vamos continuar em Brasília para seguir na articulação e pressão pela regulamentação da PNAB. A lei existe, tem validade, mas para sua implementação é necessário que seja regulamentada. Isso acontece através de um decreto do governo, e por isso estamos pressionando. Já apresentamos nossa proposta de minuta do decreto para vários Ministérios. E estaremos em mobilização e debate com o governo, levando nossa proposta e construindo as melhores saídas possíveis para que a reparação e os direitos dos atingidos sejam garantidos. Este é o momento do governo federal atender nossa reivindicação”, aponta Ivanei.

Os atingidos seguirão na capital federal até o dia 17 de abril, e reforçam o convite aos parceiros e aliados da luta para que se somem neste momento de mobilização pelas pautas das populações atingidas e pela regulamentação da PNAB.

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CRÉDITOS:

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Foto: Nane Camargos / ADAI

Foto: Joyce Silva / MAB

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