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Cristiane Britto denuncia perseguição a defensores da vida e reafirma compromisso com a pauta pró-vida

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Ex-ministra participa de ato em Brasília e destaca importância da união e da verdade no enfrentamento à cultura do aborto

A ex-ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Cristiane Britto, participou nesta semana de um ato promovido pelo Movimento Nacional da Cidadania pela Vida, Brasil Sem Aborto, realizado em Brasília. O evento reuniu lideranças do movimento pró-vida, como a senadora Damares Alves, a deputada federal Chris Tonietto e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.

Durante sua fala, Cristiane agradeceu a presença das autoridades e fez um alerta sobre o atual cenário enfrentado por quem defende a vida desde a concepção:

“Muitos advogados e magistrados estão sendo perseguidos por escolher a vida. É importante a gente se manter unidos. Continuaremos juntos, continuaremos lutando, mas não iremos retroceder.”

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Reforçando seu compromisso com a pauta feminina e com a dignidade da mulher, Cristiane criticou a tentativa de associar o aborto à defesa das mulheres:

“Não tem como defender o aborto e dizer que é da causa da mulher. Quem diz isso está mentindo. Enquanto eu viver, reafirmo aqui o meu compromisso de defender a vida desde a concepção.”

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A ex-ministra também destacou que mulheres que passam por abortos enfrentam traumas psicológicos profundos, sendo frequentemente esquecidas pelo discurso que relativiza o valor da vida. Sua fala firme e emocionada foi aplaudida pelo público presente e reafirmou seu papel como uma das vozes mais representativas do movimento pró-vida no Brasil.

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A 18ª Marcha Nacional pela Vida atraiu milhares de pessoas na Esplanada dos Ministérios, em Brasília (DF). O evento, uma iniciativa da Pastoral Familiar Nacional, ocorreu na última terça-feira, 10, com o objetivo de defender o direito à vida, garantido pela Constituição Federal, e incentivar a aprovação de projetos que protejam os nascituros e as gestantes em todas as dimensões.

Assessoria de Comunicação

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Mulheres lideram consumo de livros no Brasil e redefinem o mercado editorial

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Com 62% das compras realizadas por mulheres em 2025, leitoras influenciam tiragens, temas e ampliam espaço de autoras nas prateleiras

As mulheres não apenas leem mais no Brasil, elas sustentam o mercado editorial. Dados da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil 2024, do Instituto Pró-Livro, mostram que 49% das mulheres se declaram leitoras, contra 44% dos homens. Já o levantamento Panorama do Consumo de Livros 2025, da Nielsen BookData, aponta que, no último ano, 62% das pessoas que compraram livros no país foram mulheres.

O impacto vai além das livrarias, e são elas que, majoritariamente, incentivam o hábito de leitura dentro de casa, indicam títulos em clubes e nas redes sociais e impulsionam tendências que rapidamente chegam às listas de mais vendidos.

O reflexo aparece nas prateleiras, editoras têm ampliado a publicação de autoras, investido em gêneros com forte apelo feminino, como romantasia e ficção contemporânea, e aberto espaço para temas que antes circulavam à margem, como menopausa, maternidade real, carreira, saúde mental e autonomia financeira.

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“O protagonismo feminino no consumo de livros do Brasil revela muito mais do que uma tendência de mercado, aponta para uma mudança estrutural no cenário editorial”, afirma a escritora e produtora cultural brasiliense Lella Malta.

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Segundo ela, o movimento vai muito além da compra de um livro. “Mais do que consumidoras, somos criadoras de conteúdo, mediadoras e articuladoras culturais. Buscamos narrativas plurais, representatividade, aprofundamento emocional e diversidade de vozes. Isso impulsiona o surgimento de novos selos, clubes de leitura, eventos literários e projetos independentes liderados por mulheres”.

Para além da leitura, cresce também a busca por profissionalização da escrita e dos serviços editoriais. Lella coordena dois projetos voltados à inserção feminina no setor. O Escreva, Garota! funciona como comunidade de formação para mulheres que desejam escrever e publicar. Já o Elas Publicam é um encontro voltado a profissionais que atuam em diferentes etapas da produção editorial, de revisoras a editoras, de ilustradoras e agentes literárias.

“Já comandamos o consumo, agora precisamos ocupar de vez as prateleiras das livrarias e os espaços de decisão na cadeia produtiva do livro”, diz.

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Com mulheres influenciando o que se lê, o que se publica e o que se vende, o mercado editorial brasileiro passa por uma mudança silenciosa e estrutural. Quem compra define prioridades. Hoje, são elas que estão no centro dessa transformação.

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Elas indicam

Onde ler mais mulheres:

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  • Amora Livros – Clube de assinatura de livros escritos por mulheres (Instagram: @amoralivros_brasil)

  • Leia Mulheres – Clube de leitura (Instagram: @_leiamulheres)

  • Leituras Decoloniais – Clube de leitura como prática decolonial (Instagram: @leiturasdecoloniais)

Onde se profissionalizar, fazer networking e obter apoio para iniciar uma carreira literária:

  • Escreva, Garota! – Grupo de apoio, engajamento e capacitação continuada para mulheres que escrevem (Instagram: @escrevagarota )

  • Elas Publicam – Encontro de mulheres do mercado editorial e canal de notícias do mercado do livro brasileiro (Instagram: @elaspublicam )

Analu Leite (BA), autora de Verdades de Papel (Editora Urutau) indica a obra Solitária, de Eliana Alvez Cruz (Companhia das Letras).

Adriana Moro (PR), autora de Não me chame de mãe (Editora Urutau) indica a obra Boca do Mundo, de Dia Bárbara Nobre (Companhia das Letras).

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Caroline Ferreira (SP), autora de Chuva: poemas imprevistos e precipitados (Editora Viseu) indica a obra O Abate, de Vanessa Strelow (Oito e Meio).

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Assessoria de Imprensa

61 98251-9821 61 99514-5393

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