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SEGURO PROTEÇÃO DIGITAL DA BRADESCO SEGUROS CRESCE 216% NO DF EM 2025

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A procura pelo Seguro Proteção Digital da Bradesco Seguros no Distrito Federal cresceu 216% em 2025 na comparação com 2024, refletindo a maior preocupação dos consumidores com prejuízos causados por transações indevidas após perda, roubo ou furto do celular.

 

O produto oferece proteção para transações indevidas realizadas por terceiros, como transferências via PIX, TED, pagamento de boletos e recargas, quando o celular do segurado é roubado ou utilizado sob ameaça. A importância desta proteção ganha ainda mais relevâncias em períodos como o Carnaval, que concentra um volume relevante de ocorrências desse tipo, especialmente em grandes centros urbanos e áreas de maior circulação de pessoas.

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“O Carnaval é um momento de aglomeração e maior mobilidade de dispositivos, e isso eleva a exposição a situações de perda ou subtração de celulares que podem resultar em transações não autorizadas”, afirma a Superintendente de Negócios da Bradesco Seguros, Patrícia Pereira. “O crescimento expressivo da contratação no DF mostra que os consumidores estão buscando proteção específica para esses riscos.”

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Sobre a Bradesco Auto/RE

Especializados na operação de seguros de automóvel e de seguro patrimonial, a Bradesco Auto/RE conta com uma carteira de R$ 6,9 bilhão de prêmios em automóveis (jan a dez/25) e de R$ 1,09 bilhão em prêmios em seguros residenciais (jan a dez/25). A seguradora desenvolve e administra produtos que são referência no mercado e tem uma fatia de 11,2% (até nov/25) em market share de automóveis no mercado e 16,7% (até nov/25) de market share em residencial.

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Fêmea de veado-catingueiro recebe alta e volta à natureza

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Fêmea de veado-catingueiro recebe alta e volta à natureza
Animal, vítima de atropelamento, ficou internado pouco mais um mês no Hfaus, onde recebeu tratamento especializado
“De volta pra casa!”. Essa, provavelmente, seria a frase que a fêmea de veado-catingueiro (Mazema Gouazoubira) diria, se falasse. Ela retornou hoje, 24/4, pela manhã à natureza, depois de receber alta do Hospital de Fauna Silvestre do Distrito Federal (Hfaus), localizado em Taguatinga. Desde às 6h da manhã as equipes de fauna do Instituto Brasília Ambiental e do hospital estavam cuidando dela, que é uma animal muito sensível, para que a devolução ocorresse com o mínimo de estresse possível. O resultado foi um retorno de muito sucesso, contabiliza o gerente de fauna da autarquia, biólogo Rodrigo Santos.

‘É muito representativa essa soltura dela, que é um animal super sensível, que foi atropelado. Ficou pouco mais um mês no Hfaus, e está aqui vivo, bem recuperado, saiu até levemente desfilando. Foi muito bacana presenciar isso”, relatou Santos, após coordenar a soltura do veado na Estação Ecológica de Águas Emendadas (Esecae), localizada em Planaltina.

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O gerente explicou que no período que o animal ficou no Hfaus foi avaliada a questão do estresse e feito monitoramento do seu estado orgânico por meio de exames de sangue. “Com esse procedimento, vimos que, ao longo desse período, ela não manifestou nenhum sintoma de miopatia de captura, que é um quadro que vai se agravando sob estresse alto. Isso indica que os nossos protocolos feitos no hospital foram muito corretos. Além disso, o animal ganhou peso, o que é também uma vitória e ressalta que estamos no caminho certo do tratamento e da recuperação”, conclui.

O presidente do Brasília Ambiental, Gutemberg Gomes, destacou o profissionalismo que envolveu cada etapa da ação. “O trabalho da equipe técnica, com relação ao animal hoje devolvido à natureza, que evolveu acolhimento, tratamento e soltura, revela o compromisso do Brasília Ambiental com a proteção da fauna silvestre, a recuperação de animais vítimas de acidentes e a conservação da biodiversidade do nosso Cerrado”, ressaltou.

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Acolhimento/Tratamento – A fêmea de veado-catingueiro, considerada pela equipe do hospital, um animal jovem, foi resgatada pelo Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA) no dia 17 de março nos arredores de Planaltina, após ser vítima de atropelamento. O BPMA a encaminhou imediatamente ao Hfaus, onde recebeu atendimento especializado.

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O coordenador do Hfaus, biólogo Thiago Marques, relata que quando da admissão hospitalar a fêmea apresentava quadro de prostração, epistaxe – sangramento nasal, que ocorre quando os vasos sanguíneos na mucosa interna do nariz se rompem – e escoriações em diferentes regiões do corpo. Após exames clínicos, radiográficos e laboratoriais, foram descartadas fraturas e outras alterações graves, permitindo a condução segura do tratamento.

Ele esclarece também que, por se tratar de espécie solitária e sensível à presença humana, a alta hospitalar e o retorno ao habitat natural foram definidos como a medida mais adequada para a plena reabilitação.

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A Esecae foi escolhida para a soltura por reunir condições ideais de abrigo, alimentação e segurança, ser próxima de onde o animal foi encontrado, além de ser uma das mais importantes Unidades de Conservação do Distrito Federal, com mais de nove mil hectares de Cerrado preservado.

CRÉDITOS:

FOTOS: Divulgação

 

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