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Saúde

Hospital de Santa Maria promove ação de conscientização contra violência sexual infantil

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Mobilização levou orientações e alertou pacientes e acompanhantes sobre sinais de abuso e a importância da denúncia

 

A cada dia, cerca de 150 crianças e adolescentes são vítimas de estupro no Brasil. Apenas no primeiro trimestre de 2026, foram registrados 13.462 casos, segundo levantamento do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). Os números reforçam o alerta neste 18 de maio, Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.

 

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Diante dessa realidade, o Centro de Especialidades para Atenção às Pessoas em Situação de Violência Sexual, Familiar e Doméstica (Cepav) Flor do Cerrado, do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), promoveu nesta terça-feira (18) uma mobilização de conscientização em diferentes setores da unidade.

 

A equipe percorreu áreas de grande circulação, como o Pronto-Socorro Adulto (PSA), Pronto-Socorro Infantil (PSI), Pronto-Socorro da Ginecologia e Obstetrícia, Radiologia, Laboratório e Ambulatório, levando orientações sobre prevenção, identificação de sinais de abuso e os caminhos para denúncia e proteção.

 

A iniciativa também buscou ampliar o debate sobre a violência sexual contra crianças e adolescentes, que, muitas vezes, acontece dentro do próprio ambiente familiar e permanece silenciada.
“Essa é uma realidade que ainda cresce de forma alarmante e, muitas vezes, permanece escondida dentro do próprio ambiente familiar. O silêncio machuca. A omissão também adoece. Conscientizar é uma das formas mais poderosas de proteger”, destaca Ronaldo Lima Coutinho, chefe do Cepav Flor do Cerrado.

 

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Enquanto aguardava atendimento na clínica médica, Luciene Oliveira acompanhava a mobilização com atenção. Mãe de duas crianças, ela destacou a importância de ações como essa para orientar famílias e fortalecer a proteção dos filhos.

 

“Essas ações fazem a diferença porque muitas vezes os pais não sabem identificar os sinais. Como mãe, a gente vive preocupada e quer proteger os filhos de qualquer tipo de violência”, afirma.

 

Atendimento integrado
Além da conscientização, a unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), também conta com atendimento especializado para pessoas em situação de violência e seus familiares por meio do Cepav Flor do Cerrado, serviço gerido pela Secretaria de Saúde do DF (SES-DF).

 

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Localizado no anexo do HRSM, o serviço conta com uma equipe multiprofissional formada por enfermeiros, técnicos de enfermagem, psicólogas, assistentes sociais e assistentes administrativos, que atuam de forma integrada no acolhimento e acompanhamento dos pacientes.

 

Os atendimentos são realizados de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 18h, por demanda espontânea e consultas agendadas, oferecendo acolhimento, orientação e acompanhamento especializado à população.
CRÉDITOS:
Foto: Divulgação/IgesDF
Matéria: Talita Motta
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Saúde

Exames ajudam a diferenciar o resfriado de uma alergia respiratória

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A chegada do tempo seco e as variações climáticas ressecam as vias aéreas, tornando as mucosas mais suscetíveis a inflamações. Espirros em sequência, coriza, tosse persistente e falta de ar se tornam parte da rotina. Embora os sintomas apontem para um simples resfriado, eles podem ser, na verdade, os protagonistas de uma crise de alergia respiratória disfarçada.

 

Leonardo Abreu, médico de família e comunidade da Amparo Saúde, empresa do ecossistema do Grupo Sabin, afirma que o diagnóstico preciso auxilia no controle das crises e evita a progressão de quadros como rinite alérgica e asma. “As alergias respiratórias são desencadeadas por gatilhos específicos, como ácaros, fungos, pelos de animais ou tipos de pólen”, explica.

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Segundo ele, sem identificar o agente causador, o tratamento perde eficácia e o impacto na qualidade de vida se torna cada vez maior. “O ideal é que o médico consiga traçar a estratégia mais eficiente, desde orientações para o controle do ambiente, como reduzir a exposição a poeira e umidade, até a indicação de tratamentos mais assertivos, como a imunoterapia”, destaca.

 

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O papel do médico de família

 

Para um controle eficaz das crises e a melhora da qualidade de vida, a Atenção Primária à Saúde (APS) tem uma grande contribuição para o paciente alérgico com um olhar integral sobre o indivíduo.

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“O médico de família e comunidade foca no paciente como um todo. Buscamos entender seu contexto de vida, seus hábitos e até seu estado emocional. Muitas vezes, as alergias possuem um componente psicossomático, em que o estresse e a ansiedade podem intensificar as reações alérgicas”, explica.

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Diagnóstico precoce

 

Além do desconforto físico, uma alergia não controlada pode prejudicar a qualidade do sono, a prática de atividades físicas e a produtividade no trabalho. O médico afirma que as empresas que investem no diagnóstico e tratamento corretos também garantem um ambiente de trabalho mais saudável e produtivo.

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Dessa forma, o diagnóstico precoce permite que o paciente e o médico possam adotar medidas direcionadas e eficazes, controlando a inflamação das vias aéreas e devolvendo o bem-estar do dia a dia.

 

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Exames

 

Entre os principais aliados no diagnóstico estão os exames laboratoriais que avaliam a resposta do organismo a diferentes substâncias. Um dos principais é o IgE Específica, exame de sangue mede a concentração de anticorpos do tipo Imunoglobulina E (IgE) para um alérgeno específico. Ele oferece uma resposta clara e objetiva sobre a sensibilidade do paciente a uma determinada substância, como um tipo específico de ácaro ou fungo.

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Outro exame é o Painel de Alérgenos Respiratórios (ImmunoCAP), que permite uma investigação mais ampla, testando simultaneamente a sensibilidade a múltiplos alérgenos presentes no ar. É um mapeamento completo que pode incluir os principais “suspeitos” do dia a dia: poeira doméstica, diferentes espécies de ácaros, fungos (mofo), epitélios de cães e gatos, e pólens de gramíneas

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Grupo Sabin | Com 42 anos de atuação, o Grupo Sabin é referência em saúde, destaque na gestão de pessoas e liderança feminina, dedicado às melhores práticas sustentáveis e atuante nas comunidades, o Grupo Sabin nasceu em Brasília (DF), fruto da coragem e determinação de duas empreendedoras, Janete Vaz e Sandra Soares Costa, em 1984. Hoje conta com 7.400 colaboradores unidos pelo propósito de inspirar pessoas a cuidar de pessoas. O grupo também está presente em 14 estados e no Distrito Federal oferecendo serviços de saúde com excelência, inovação e responsabilidade socioambiental às 78 cidades em que está presente com 362 unidades distribuídas de norte a sul do país.

 

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O ecossistema de saúde do Grupo Sabin integra portfólio de negócios que contempla análises clínicas, diagnósticos por imagem, anatomia patológica, genômica, imunização e check-up executivo. Além disso, contempla também serviços de atenção primária contribuindo para a gestão de saúde de grupos populacionais por meio de programas e linhas de cuidados coordenados, pela Amparo Saúde e plataforma integradora de serviços de saúde – Rita Saúde – solução digital que conta com diversos parceiros como farmácias, médicos e outros profissionais, promovendo acesso à saúde com qualidade e eficiência.

 

CRÉDITOS:

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Foto: Freepik

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