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O drama da “mulher safada”: como lidar com a culpa por gostar de sexo

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Sergii Gnatiuk/Getty Images

Psicóloga explica por que mulheres que gostam muito de sexo são julgadas, apesar de agirem exatamente como os homens

Em tempos de empoderamento e liberdade sexual feminina, muitas mulheres descobriram o próprio prazer e, finalmente, se dedicaram a ele. Apesar de ser algo extremamente positivo, fez surgir uma situação pela qual grande parte do público feminino passa: o drama da mulher safada, aquela que gosta muito de sexo.

Na atual sociedade, que, apesar de já ter avançado muito, ainda é machista e patriarcal, mulheres safadas vivem o paradoxo entre saber que podem e devem ser sexuais e serem constantemente julgadas por agirem exatamente como os homens sempre tiveram aval para agir.

“Há quem pense, inclusive, que, ao ser muito sexual, a mulher está tentando ‘tomar o lugar do homem’ na sociedade, tentando ocupar um espaço que não é seu. Freud, inclusive, afirmava que a mulher tinha ‘inveja do falo’, porque elas lutavam para ter os mesmos direitos que os homens”, explica a psicóloga Alessandra Araújo.

Mulheres gostam menos de sexo?

Já se sabe que não é verdade a afirmação de que homens são mais sexuais que mulheres – uma vez que o desejo sexual é multifatorial e não depende apenas de hormônios para acontecer. O que muitas vezes acontece é que diversas mulheres se distanciam do sexo justamente por causa de toda a repressão que tiveram ao longo de suas vidas.

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“Sem contar que a maior parte das vítimas de abuso são as mulheres. Certas limitações sexuais são consequências desse tipo de trauma”, afirma a terapeuta.

Como lidar com a culpa?

Juntamente com o julgamento, os tabus e as crenças limitantes da sociedade perante mulheres livres e sexuais, surge a culpa. Apesar de quase inevitável que, em algum momento, esse sentimento apareça, é possível driblá-lo e lidar com ele da melhor forma possível para viver em paz como uma mulher safada.

Confira as dicas da sexóloga:

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  • Faça terapia! Isso é uma ferramenta essencial para descobrir quais crenças e tabus que levaram você a sentir essa culpa e ressignificá-los;
  • Conheça seu próprio corpo;
  • Tente não se importar com o julgamento das outras pessoas, afinal, não importa qual caminho você escolha, sempre vai haver alguém que discorda. É melhor ser julgada por estar feliz sendo quem se é do que ser infeliz para agradar aos outros e ser julgada da mesma forma.

SEXOMULHER

Fonte: Metropoles

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Excesso de velocidade esteve presente em 36 sinistros de trânsito com morte

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Imprudência do pedestre, perda de controle do veículo, desobediência à sinalização e uso de álcool completam o ranking dos fatores de risco mais frequentes nos 223 sinistros fatais de 2024 nas vias do DF

Zélia Ferreira

(Brasília – 4/2/2025) – Estudo realizado pelo Departamento de Trânsito do Distrito Federal acerca dos 223 sinistros de trânsito com vítimas fatais, ocorridos em 2024, aponta que 36 deles tiveram como fator de risco o excesso de velocidade, o que corresponde a 16,14% das ocorrências com morte no trânsito do DF. Outros fatores como imprudência do pedestre (53) e perda de controle do veículo (47) compõem o trio de riscos mais presentes nos sinistros de trânsito que resultaram em morte no ano passado.

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Apesar da imprudência do pedestre estar presente no maior número de ocorrências, a perda de controle de veículo e o excesso de velocidade contribuem muito para que o condutor não consiga evitar o sinistro, não apenas em casos de atropelamentos (79), mas também nas colisões (97), no choque com objeto fixo (20) e nos capotamentos (13).
Além disso, a quantidade de condutores flagrados transitando acima da velocidade máxima permitida para as vias é preocupante: 1.868.693 só em 2024. Desses, 30.377 estavam em velocidade superior à máxima permitida para o local em mais de 50%, configurando infração gravíssima com fator multiplicador três, penalizada com multa de R$ 880,41 e suspensão do direito de dirigir por prazo de 2 a 8 meses e, na reincidência dentro de 12 meses, a suspensão será de 8 a 18 meses.

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“Os limites de velocidade de uma via são definidos com base em critérios de segurança e garantem que o fluxo de veículos e pedestres ocorra sem prejuízos para a fluidez e com segurança para todos. É muito importante que os condutores tenham sempre isso em mente. Respeitar esses limites é respeitar a vida”, define o diretor-geral do Detran-DF, Takane Kiyotsuka.

Educação
O excesso de velocidade tem sido uma preocupação constante dos órgãos de trânsito de todo o país e, por isso, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) definiu o slogan “Desacelere. Seu bem maior é a vida.” para nortear as campanhas educativas de 2025. A frase consta em todos os materiais educativos distribuídos pela Diretoria de Educação de Trânsito do Detran-DF. Ações específicas da autarquia buscam sensibilizar os condutores de que o excesso de velocidade pode trazer consequências graves, como a perda de vidas e danos materiais, além de não resultar em ganho significativo de tempo no trânsito.

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Crime de trânsito
Quem trafega em velocidade incompatível com a segurança nas proximidades de escolas, hospitais, estações de embarque e desembarque de passageiros, logradouros estreitos, ou onde haja grande movimentação ou concentração de pessoas, gerando perigo de dano, comete crime de trânsito, conforme definido no artigo 311 do Código de Trânsito Brasileiro, e está sujeito a detenção, de seis meses a um ano, ou multa arbitrada pelo juiz.

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Ranking dos fatores de risco
1º – Imprudência do pedestre: 53 ocorrências
2º – Perda de controle do veículo: 47 ocorrências
3º – Excesso de velocidade: 36 ocorrências
4º – Falha em obedecer a sinalização: 29 ocorrências
5º – Uso de álcool ou suspeita: 25 ocorrências

Fonte: Ascom Detran

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