Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Diversas

Páscoa deve movimentar mais de R$ 5 bilhões este ano

Publicado em

Veja dicas para vender mais durante essa época

A Páscoa de 2025 promete ser uma das mais movimentadas para o comércio brasileiro, com previsão de movimentação de R$ 5,3 bilhões, um aumento de 26,8% em relação ao ano anterior, segundo pesquisa realizada pela Abecs em parceria com o Instituto Datafolha. A média de gasto por consumidor deverá ser de R$146, ligeiramente abaixo dos R$156 registrados em 2024. O estudo também revela que 67% dos brasileiros planejam comprar chocolates ou outros produtos da data, com destaque para a região Sul, onde 75% dos entrevistados demonstraram intenção de compra.

Diante dessa expectativa de crescimento, é essencial adotar algumas estratégias para alavancar os negócios e aproveitar a Páscoa com mais sucesso. Pequenos detalhes podem fazer toda a diferença na hora de aumentar as vendas e garantir que a experiência do cliente seja positiva.

Advertisement

Para Maira Nogueira, superintendente executiva de satisfação do cliente na Getnet Brasil, empresa de tecnologia para soluções de pagamentos da PagoNxt, hub global de meios de pagamentos do grupo Santander, “A Páscoa é uma época de oportunidades. Mas para aproveitar ao máximo, é fundamental entender o seu público e oferecer produtos que atendam às suas necessidades específicas”. Pensando nisso, a executiva preparou uma série de dicas para aproveitar a Páscoa sem preocupações:

  • Conheça seu cliente – Defina seu público e conheça suas preferências. Em tempos de Páscoa, oferecer produtos que atendam a necessidades alimentares específicas, como opções para diabéticos, veganos ou pessoas com intolerâncias alimentares, pode ser um grande diferencial.
  • Cuide da experiência – A experiência do cliente não termina na compra, inclui desde o atendimento até o pagamento e a entrega, cada detalhe conta. Uma entrega caprichada, com um bilhete de agradecimento ou um pequeno mimo, pode criar uma relação duradoura e aumentar a fidelização.
  • Monte promoções e programas de fidelidade – Para os clientes mais leais, ofereça promoções como “compre 10 e ganhe 1” ou cashback para futuras compras. Essas estratégias ajudam a aumentar a retenção e o engajamento dos clientes​.
  • Disponibilize uma variedade de meios de pagamento – Certifique-se de que suas maquininhas de cartão estão funcionando e que há diversas opções de pagamento, como PIX, cartões de crédito e débito, e links de pagamento. A flexibilidade nos meios de pagamento torna a experiência mais conveniente para seus clientes​.
  • Peça avaliações e recomendações – Ao final de cada venda, peça um feedback do cliente e incentive-o a deixar uma avaliação positiva nas redes sociais. Uma boa avaliação pode atrair novos clientes e aumentar a credibilidade do seu negócio.
Leia Também:  Primeira-dama Mayara Noronha participa de Páscoa solidária no Pontão do Lago Sul

“Oferecer opções diferenciadas e uma experiência de compra única são formas poderosas de se destacar durante a Páscoa. Ao entender as necessidades do cliente e se adaptar a elas, as oportunidades para alavancar as vendas são imensas”, finaliza Maira.

Sobre a Getnet Brasil 

A Getnet é uma empresa de tecnologia para soluções de pagamentos e faz parte da PagoNxt, hub global de meios de pagamentos do grupo Santander. Com mais de 20 anos de atuação, a Getnet Brasil é a terceira maior adquirente do País e oferece um completo ecossistema de soluções para empreendedores, desde pequenas e médias empresas até grandes companhias. Em 2024, a companhia foi reconhecida pelo Great Place to Work (GPTW), como uma das melhores empresas no ranking “grandes empresas” para se trabalhar no Brasil.

Advertisement

Mais informações em Link

Informações à imprensa

G&A Comunicação Corporativa

Advertisement

Gustavo Brito – gustavo.brito@geacomunicaco.com.br

(11) 98642-9282

Karen Cohen – karen.cohen@geacomunicacao.com.br

Advertisement

(11) 98296-9774

COMENTE ABAIXO:

Diversas

FGC e a crise de notas: a responsabilidade sob exame

Published

on

Com os sobressaltos que ocorrem a cada dia nos inusitados caminhos do banco e da banca (rumos do sistema bancário), causa espanto constatar, segundo informações de autorizado especialista do setor, que certa agência classificadora  de risco deu nota A para o banco liquidado e desliquidável (sem salvação).

Aliás, o mesmo especialista indicou como funcionam as coisas. São solicitadas as avaliações às abalizadas agências, de reconhecida idoneidade, e se divulgam tão somente as melhores ou, até mesmo, só a melhor nota. As más avaliações são guardadas no sexto arquivo.

É bem possível que, se algum dos órgãos investigadores fosse atrás de saber o que motivou a nota A, sairia correndo para comprar títulos podres remasterizados, para guardar como relíquia dessa época atípica.

Advertisement

A chancela oficial, concedida sob o manto de uma tecnicidade questionável, mascara o risco real que corrói o patrimônio de terceiros. Esse descompasso entre a classificação e a realidade operacional denota uma fragilidade alarmante nos mecanismos de controle vigentes.

Diante de tal cenário, a confiança, que deveria ser o pilar mestre do sistema financeiro, transforma-se em mercadoria volátil e de procedência duvidosa. O investidor, desamparado por laudos de conveniência, torna-se a peça vulnerável em um tabuleiro de interesses opacos.

Um respeitável e sóbrio economista não teve dúvida em asseverar que, no caso presente — o do banco nota A —, “tem muita gente que quer assar uma pizza do tamanho do Maracanã”.

Advertisement

Sei que, para a maior parte dos leitores, inclusive para mim, a pizza é quase um bem de consumo direto carregado de unanimidade. Pode-se dizer, parafraseando o sambista, que quem não gosta de pizza bom sujeito não é.

Leia Também:  Confira o cronograma do Atendimento Itinerante da Neoenergia entre os dias 27 e 31 de maio

Entretanto, o odor insuportável dos ingredientes estragados torna esse tão apreciado alimento algo repugnante.

O odor que perpassa essa preparação da imensa pizza deixa, em seu rastro, a podridão dos consignados que, já exalando mau cheiro de outros locais, avançam pela pimenta vermelha estragada das invasões de competência — onde todos querem aparecer, sempre em cumprimento daquela missão que Chacrinha ironicamente se atribuía: “Eu vim para confundir, não para explicar”.

Advertisement

Nessa linguagem cifrada, que pouco ou nada significa para nós, os leigos, aparece uma tábua de salvação que, talvez, tenha de salvar a si mesma. É o Fundo Garantidor de Créditos. Este fez sua parte, emitindo nada menos que trinta e oito alertas sobre os ingredientes estragados que poderiam matar quem ingerisse a deformada pizza.

Agora, os custos serão repartidos entre todos.

Até os beneficiários de fundos de pensão — que confiaram no zelo de aplicações destinadas a um futuro menos aflitivo — serão forçados a engolir um naco de pizza podre.

Advertisement

Ainda bem que foi vetada a compra do Banco nota A por um banco público, cujos avaliadores internos deveriam estar comprando gato por lebre; ou seja, recebendo, em suas sofisticadas due diligences, apenas os laudos enviesados de agenciadores que torciam pelo sucesso da transação. Essa foi a pizza que desandou antes de ir para o forno.

Leia Também:  No clima da Páscoa, paper designer Fabiani Christine promove piquenique

A crise mundial — na qual o Brasil se encontra perfeitamente inserido — revela que a capacidade de previsão tem falhado em quase tudo.

Agora já se chegou ao ponto de um órgão do poder público projetar a organização de um dos maiores eventos de certa cidade mediante a previsão de um falecido cacique, de que não haveria chuva naquele dia.

Advertisement

O sistema, envolto em fumaça de conveniência, prefere ignorar o óbvio em favor de uma estabilidade de fachada. Enquanto os ingredientes da má gestão apodrecem à vista de todos, as notas oficiais seguem perfumando o que já não tem mais salvação.

Essa cegueira deliberada, que ignora alertas técnicos para servir fatias de prejuízo ao público, é o sintoma de uma ética em colapso. No banquete dos conchavos, o custo da indigestão recai sempre sobre o cidadão que acreditou na higidez do cardápio.

Caminhemos, pois, para um ponto final de previsões. Chega de invasão de competências, preparatórias de montagem de pizzarias falidas, vendedoras de ilusões.

Advertisement

Wagner Balera é Professor Titular de Direitos Humanos da PUC-SP e coordenador da Revista de Direitos Humanos da Editora LexMagister. 

Informações para a imprensa e entrevistas: Gabriela Romão – RV Comunicação(11)97530-0029

Fotos – Divulgação

Advertisement
COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

MULHER NA POLÍTICA

MULHER NA SAÚDE

MULHER SOCIAL

MULHER NO ESPORTE

MULHER CELEBRIDADE

MAIS LIDAS DA SEMANA