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Secretária de Educação do Distrito Federal (SEEDF), Hélvia Paranaguá e o diretor-geral do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF), consolida parceria no programa “Detran nas Escolas”

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Detran-DF consolida parceria com SEEDF no programa “Detran nas Escolas”
Apresentação dos resultados e projetos futuros foram tratados em reunião

Nesta terça-feira (17), o diretor-geral do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) se reuniu com a secretária de Educação do Distrito Federal (SEEDF), Hélvia Paranaguá, para apresentar os resultados e projetos futuros do programa “Detran nas Escolas”.
O “Detran nas Escolas” é um programa realizado através de Acordo de Cooperação Técnica entre Detra-DF e SEEDF, que leva educação de trânsito para alunos e capacitação para professores da rede pública de ensino. O diretor-geral do Detran-DF foi pessoalmente no gabinete da secretária de Educação, Hélvia Paranaguá para agradecer a parceria.
A diretora de Educação de Trânsito, Paula Nunan e o gerente da Escola Pública de Trânsito, Marcelo Granja, apresentaram para a secretária Hélvia, os materiais pedagógicos utilizados atualmente no programa “Detran nas Escolas” e ainda falaram sobre os projetos futuros.
Outro ponto importante da reunião foi a proposta de formação de um Grupo de Trabalho com o objetivo de aprimorar os materiais de anos iniciais do ensino fundamental.

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Fonte: AScom Detran

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CASO DE DEGENERAÇÃO MACULAR DA ATRIZ JUDI DENCH ALERTA SOBRE LIMITAÇÕES NO COTIDIANO

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O envelhecimento é um processo com abertura para a ocorrência de algumas doenças oculares que requerem o essencial acompanhamento com um oftalmologista. A atriz Judi Dench, 91 anos, por exemplo, contou que sofre com degeneração macular relacionada à idade (DMRI), desde 2012. Ela revelou que a condição limitou sua independência, a capacidade de andar sozinha e, até mesmo, de trabalhar.

 

A patologia ocular crônica compromete a área central da retina, chamada de mácula, responsável pelos detalhes da visão, provocando uma perda progressiva. Segundo a oftalmologista diretora do Hospital de Olhos Dr. Ricardo Guimarães, Juliana Guimarães, as causas são o envelhecimento, fatores genéticos, tabagismo, obesidade, hipertensão, exposição solar intensa sem as devidas precauções e uma dieta pobre em nutrientes, como ômega 3. As mulheres apresentam um risco maior.

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A doença se divide em dois tipos: seca e úmida. O primeiro tipo é considerado o mais comum, correspondendo até a 90% dos diagnósticos. A principal característica é o afinamento e deterioração do tecido da mácula, provocando um atrofiamento celular e a perda gradual da visão central.

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Já o tipo úmido, apesar de pouco comum, culmina com a perda da visão mais rapidamente, em dias ou semanas. “Diferente da ocorrência anterior, os vasos sanguíneos anormais começam a crescer sob a retina e a mácula e vazam. É preciso explicar que a degeneração seca pode progredir para a forma úmida, situação que requer um check-up médico regular”, explica a médica.

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Os principais sintomas são perda da visão central, embaçamento, manchas escuras ou pontos cegos no campo visual, distorção de linhas retas, dificuldade ocular para se adaptar a diferentes iluminações, focar em detalhes, diminuição na intensidade das cores, ler letras pequenas e reconhecer rostos – principalmente em ambientes com pouca luz. O monitoramento regular é essencial para prevenção e maior qualidade de vida.

CRÉDITOS:

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Foto: Divulgação

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