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Educação

Esther Dweck detalha reestruturação de carreiras públicas e novas parcerias tecnológicas no “Bom Dia, Ministra” desta quinta (2/4)

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Titular da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos também abordará a emissão da Carteira de Identidade Nacional e CPNU. Programa será transmitido ao vivo a partir de 8h

 

A ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, é a entrevistada do programa “Bom Dia, Ministra” desta quinta-feira, 2 de abril. Durante a conversa com radialistas e portais de notícias de todo o país, a partir das 8h, ela fará um balanço sobre a maior reestruturação de carreiras do Executivo em um único mandato. Além disso, a pauta incluirá uma parceria inédita com o Google para melhorar o Cadastro Ambiental Rural (CAR), o repasse de recursos para acelerar a emissão da Carteira de Identidade Nacional (CIN) nos estados, o sucesso das políticas de cotas no Concurso Público Nacional Unificado (CPNU) e os investimentos em Inteligência Artificial no setor público.

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REESTRUTURAÇÃO DE CARREIRAS — O presidente Lula sancionou nesta semana a Lei 15.367/2026 que consolida a maior reestruturação na área de gestão de pessoas do Governo do Brasil. A medida viabilizou a transformação de 67 mil cargos obsoletos em 36 mil posições efetivas mais alinhadas às necessidades atuais do Estado, além de expandir as carreiras transversais de duas, em 2023, para oito. Isso permite que servidores sejam realocados conforme as políticas públicas prioritárias.

A lei também cria 24 mil postos para a área de educação, garantindo o funcionamento de mais de 100 novos Institutos Federais e universidades, além de 1.500 vagas em carreiras transversais inéditas, incluindo a primeira carreira civil da Defesa.

PARCEIRA TECNOLÓGICA — Durante o programa, será detalhado o Acordo de Cooperação Técnica (ACT) assinado nesta quarta-feira (1/4) entre o MGI, o Serviço Florestal Brasileiro (SFB) e o Google para ampliar a qualidade das informações utilizadas no Cadastro Ambiental Rural (CAR). A plataforma vai oferecer ao Governo do Brasil acesso inédito a imagens de satélite de alta resolução de 2008, ano do marco temporal para a regularização ambiental, substituindo registros que antes possuíam resolução espacial limitada. A nova tecnologia proporciona uma qualidade de imagem até seis vezes maior, permitindo visualizar detalhes essenciais para a regularização ambiental, como fragmentos de floresta e margens de rios. A fase inicial da parceria contemplará os estados do Maranhão, Rondônia, Mato Grosso, Tocantins e Pará.

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CARTEIRA DE IDENTIDADE NACIONAL — Esther Dweck também detalhará o Programa Nacional de Fomento à Gestão e Emissão da Carteira de Identidade Nacional (PROCIN), lançado em 27 de março em Salvador (BA). O programa oferece apoio técnico e financeiro aos estados e ao Distrito Federal para acelerarem a emissão da CIN, com atenção especial às populações em áreas remotas e de vulnerabilidade. Foram disponibilizados R$ 44,2 milhões para quatro estados: Bahia, Amapá, Amazonas e Maranhão. Em breve, outras unidades da federação também serão atendidas.

INCLUSÃO E DIVERSIDADE — O impacto do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU) também será abordado pela ministra. A segunda edição (CPNU 2) aprovou 3.649 pessoas de 578 municípios de todos os estados do país, consolidando-se como um forte instrumento de inclusão regional e social, sendo 40,5% das aprovações por meio de políticas de cotas. Já as mulheres representaram 60% das inscrições e alcançaram 48,4% das aprovações no CPNU 2, um avanço expressivo frente aos 37% da primeira edição.

As convocações da segunda etapa acontecerão até junho. Somadas às 1.860 pessoas chamadas em março para as vagas remanescentes do CPNU 1, cerca de 12 mil novos servidores irão ingressar no serviço público.

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INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL — Outro tema de destaque será o uso da Inteligência Artificial (IA) no setor público. Em 2024, o Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia apresentou o Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA), encomendado pelo presidente Lula, que prevê R$ 23 bilhões em investimentos ao longo de quatro anos, cabendo ao MGI a responsabilidade pelas ações governamentais.

 

AO VIVO — O “Bom Dia, Ministra” é uma coprodução da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom/PR) e da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). O programa, transmitido ao vivo a partir das 8h em formato de entrevista coletiva, pode ser acompanhado pela TV (aberta ou via satélite) e pela internet, no YouTube, Facebook, TikTok e Instagram do @CanalGov. Para as rádios, o sinal de transmissão é oferecido pela Rádio Gov, no mesmo canal de “A Voz do Brasil”.

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PARTICIPE — Emissoras e jornalistas de todo o país interessados em participar do “Bom Dia, Ministra” podem encaminhar mensagens para o telefone (61) 99222-1282 (WhatsApp) e informar o nome da emissora, do veículo, do município e estado de origem, para serem incluídos na lista de veículos interessados em participar do programa.

 

 

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CRÉDITOS:

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Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República

Foto: Divulgação / Secom-PR

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Educação

Páscoa solidária: como ações sociais entram na rotina escolar

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Campanhas de voluntariado ganham espaço na escola como estratégia para desenvolver empatia e responsabilidade social

 

Brasília, março de 2026 – A incorporação de projetos solidários ao cotidiano escolar tem levantado uma questão entre famílias e educadores: como equilibrar o desenvolvimento acadêmico com a formação socioemocional? Em um cenário em que habilidades como empatia, colaboração e responsabilidade ganham relevância, iniciativas que conectam alunos a experiências reais passam a influenciar decisões pedagógicas e a rotina das escolas.

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Nesse contexto, a Campanha de Páscoa Solidária da Escola Canadense de Brasília, escola da Inspira Rede de Educadores,  mobiliza estudantes do High School (Grade 12) na liderança da ação, com participação dos alunos do Grade 9 como padrinhos do projeto nas unidades Sudoeste e Águas Claras. A proposta é arrecadar chocolates para crianças em situação de vulnerabilidade, entre os dias 23 de março e 2 de abril, envolvendo também famílias e comunidade escolar.

Quais são as principais dúvidas de pais e educadores?

A inclusão de ações sociais no ambiente escolar costuma gerar questionamentos práticos:

  • Projetos solidários interferem no rendimento acadêmico?

  • Como essas iniciativas contribuem para o desenvolvimento socioemocional?

  • Qual é o papel da família nesse tipo de atividade?

  • Em que medida crianças e adolescentes estão preparados para lidar com temas como desigualdade e vulnerabilidade?

Especialistas apontam que experiências concretas tendem a ampliar a compreensão dos alunos sobre o mundo ao seu redor, favorecendo o desenvolvimento de consciência social desde a educação infantil até a adolescência.

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O que dizem especialistas em educação e desenvolvimento infantil?

De acordo com educadores, projetos estruturados de voluntariado ajudam a transformar conceitos abstratos — como empatia e solidariedade — em práticas observáveis. Quando inseridas de forma planejada, essas ações não competem com o currículo acadêmico, mas o complementam.

“Os projetos sociais são essenciais na formação dos alunos do High School, porque eles desenvolvem responsabilidade social, empatia e protagonismo. Aqui na Escola Canadense, eles complementam a formação acadêmica, promovendo habilidades como liderança, colaboração e consciência global, preparando os estudantes para atuar de forma ética e transformadora na sociedade.”, afirma Marília Cunha, Orientadora Educacional do High School.

A experiência também contribui para a formação pessoal dos estudantes: “A escola integra os projetos sociais ao currículo quando vincula a exigência acadêmica às práticas pedagógicas, como um serviço comunitário e o desenvolvimento de projetos pelos alunos. Essas iniciativas fazem parte da cultura institucional, promovendo protagonismo, liderança e responsabilidade social no dia a dia escolar”, complementa Marília.

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A participação dos alunos mais velhos na liderança do projeto e dos estudantes mais novos como padrinhos também é vista como estratégia pedagógica. Esse modelo favorece o protagonismo juvenil e cria referências positivas dentro da própria comunidade escolar.

“Participar do projeto é contribuir para a felicidade de outras pessoas e entender, na prática, o valor dessas ações coletivas. A escola vai além do conteúdo: forma cidadãos mais conscientes e preparados para a vida”, afirmam os alunos Eduarda, Ricardo e Gabriel, do Grade 12, último ano do Ensino Médio.

Essa iniciativa é apenas uma das muitas ações que compõem o calendário da instituição. De forma pedagógica e contínua, a escola integra projetos sociais que acompanham o amadurecimento dos alunos — desde os anos finais do Ensino Fundamental até a formatura no Ensino Médio — sempre respeitando a faixa etária e as necessidades de cada etapa escolar para fortalecer o protagonismo juvenil e a consciência global.

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Como aplicar esse conhecimento na prática?

Para famílias e escolas interessadas em integrar ações solidárias à formação dos alunos, alguns pontos podem orientar o processo:

  • Começar com experiências concretas: campanhas de arrecadação ou visitas a instituições ajudam a tornar o aprendizado mais tangível

  • Estimular o protagonismo: permitir que alunos participem da organização das ações amplia o engajamento

  • Promover diálogo em casa: conversar sobre o destino das doações e o contexto social envolvido fortalece o aprendizado

  • Respeitar a faixa etária: adaptar a abordagem conforme a idade evita sobrecarga emocional

  • Manter continuidade: projetos recorrentes ajudam a consolidar valores ao longo do tempo

O avanço de propostas educacionais que valorizam o desenvolvimento socioemocional acompanha mudanças mais amplas na sociedade. Temas como saúde mental, convivência social e responsabilidade coletiva passaram a integrar o debate educacional, ao lado do desempenho acadêmico.

Nesse cenário, iniciativas como campanhas solidárias deixam de ser atividades pontuais e passam a compor estratégias mais amplas de formação integral, conectando escola, família e comunidade.

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A experiência mostra que não há um único modelo para integrar aprendizagem e desenvolvimento socioemocional. A construção desse equilíbrio depende da escuta ativa entre escola e famílias, além da observação das necessidades de cada criança e adolescente.

Projetos como a Campanha de Páscoa Solidária indicam que, quando bem estruturadas, ações coletivas podem ampliar o repertório dos alunos e contribuir para decisões pedagógicas mais conscientes, alinhadas às demandas do mundo contemporâneo.

Serviço

O quê: Campanha de Páscoa Solidária Escola Canadense de Brasília

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Quando: de 23 de março a 2 de abril
O que doar: caixas de bombons ou Bis

Pontos de arrecadação:

  • Unidade Sudoeste: SIG Quadra 8, Lote 2225, Parte F

  • Unidade Águas Claras: QS 5, Lote 4

Instituições beneficiadas:

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  • Catedral Militar Rainha da Paz

  • Federação Espírita de Brasília (Asa Norte)

  • Instituto Bahá’í

 

Sobre a Escola Canadense de Brasília

A Escola Canadense de Brasília (ECB) é uma instituição com metodologia internacional, laica, com abordagem integral e foco no desenvolvimento acadêmico e socioemocional. Certificada pelo International Baccalaureate (IB), organização que autoriza escolas em todo o mundo a oferecer programas educacionais de padrão internacional, a ECB prepara seus alunos para atuar em contextos globais, com pensamento crítico, autonomia intelectual e consciência intercultural.

A escola é autorizada a ofertar dois dos três programas do IB: o Primary Years Programme (PYP), voltado à Educação Infantil e ao Ensino Fundamental – Anos Iniciais e o Middle Years Programme (MYP), destinado ao Ensino Fundamental – Anos Finais. Essa estrutura garante uma formação contínua, completa e coerente  alinhada às melhores práticas internacionais de educação.

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 www.escolacanadensedebrasilia.com.br
Informações: @escolacanadensebrasilia

Unidade SIG – SIG Quadra 8, Lote 2225, Parte F • Brasília – DF
Unidade Águas Claras – QS 05 Av. Areal, Lote 04 • Águas Claras – DF
WhatsApp: +55 (61) 9276-4957

 

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Sobre a Inspira Rede de Educadores

A Inspira Rede de Educadores está entre as maiores redes de educação básica privada do Brasil, com mais de cem escolas distribuídas em mais de 18 estados e no Distrito Federal. Sob o comando de um renomado time de educadores, que somam décadas de experiência no setor, a rede busca trazer para o grupo escolas de excelência e forte reputação, mas sempre preservando os projetos pedagógicos e o legado de cada uma. Avançando em sua estratégia de internacionalização, até o início de 2026, a Inspira será a maior rede de escolas IB (International Baccalaureate) do País, ampliando para 16 certificações. Em 2024, seus alunos conquistaram 8.309 premiações olímpicas. Além disso, ao aplicar o Pisa-S (Pisa for Schools) em suas marcas para comparar o desempenho com o Pisa mundial, teve resultados similares com os dos melhores países do mundo. Todas as escolas da Inspira ficaram acima da média Brasil. No Enem, a rede conta com escolas mais bem colocadas em diversas regiões, entre elas Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Goiânia, entre outras.

Créditos:

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Foto: Divulgação

Legenda: Alunos do Grade 12 lideram a Campanha de Páscoa Solidária e mobilizam a comunidade escolar em torno de um gesto simples, com impacto coletivo. A arrecadação de chocolates reforça, na prática, valores como empatia, responsabilidade social e protagonismo — aprendizados que ultrapassam a sala de aula.

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