Entretenimento
Anitta brilha globalmente em 2023 e reafirma-se como uma artista brasileira de sucesso
Anitta anunciou que seu próximo álbum, “Funk Generation”, será lançado no primeiro semestre de 2024 (Crédito: Reprodução/Instagram/@anitta)
Cantora foi destaque no VMA, fez sucesso com o reggaeton ‘BELLAKEO’ ao lado do rapper Peso Pluma e celebra com ansiedade seu próximo álbum dedicado ao funk
Este foi o ano em que Anitta provou que é SIM (com “s” maiúsculo) uma artista internacional. Se antes muitos ainda desacreditavam que a cantora estava forçando um discurso, desta vez puderam comprovar sua potência nos maiores eventos musicais do mundo, como destaque na imprensa global e maturidade nas escolhas profissionais.
Pelo segundo ano consecutivo ela conquistou o prêmio de Melhor Clipe de Música Latina no MTV Video Music Awards, o VMA, por Funk Rave, do seu último EP, “Funk Generation: A Favela Love Story” – desbancando Shakira e Rosalía.
Ela também subiu ao palco duas vezes, primeiro, com um medley de Funk Rave, Casi Casi e Used To Be, do projeto recém-lançado, e depois com sua colaboração com o grupo de k-pop Tomorrow X Together, com Back for More.
“Agradeço a mim. Quero agradecer a mim porque trabalhei muito. E mais uma vez, ao funk brasileiro. Vocês estão ouvindo funk brasileiro. Vão ouvir funk no mundo todo agora. Isso é só o começo. O funk brasileiro está aqui para ficar”, disse ela em inglês ao receber seu troféu. Ela também foi a responsável pela after party da premiação, que teve o tema “Baile Funk”.
Livre, leve e solta
Celebrando 30 anos em março, a funkeira escolheu ter mais pausas para priorizar ainda mais sua saúde mental, espiritualidade e família, mas isso não quis dizer que ela deixou a música de lado.
Em abril ela assinou contrato com a gravadora Republic Records, selo do grupo Universal que tem artistas como Ariana Grande, Taylor Swift e The Weeknd, depois de encerrar sua parceria de onze anos com a Warner Music.
Já em agosto ela anunciava seu quarto EP com lançamento também de videoclipes. Este projeto é o “primeiro capítulo” do seu futuro sexto álbum de estúdio, o “Funk Generation” – que tem previsão de lançamento para o primeiro semestre de 2024.
“É o que sempre sonhei em fazer. Comecei a me dedicar no ano passado, mas nunca tinha tido a oportunidade de criar algo do tipo na minha carreira internacional. Ele será inteiro em inglês, espanhol e no ritmo do funk”, disse ela em entrevista para o podcast “Quem Pode, Pod”.

Ainda falando sobre músicas, pudemos aplaudir a parceria da funkeira com o rapper mexicano Peso Pluma, com o feat BELLAKEO, que celebra o reggaeton e conquistou recentemente o Top 10 global do Spotify – e outros lançamentos como Pilantra, com Jão, Vai Vendo, com MC Ryan, Monstrão, com DENNIS DJ, Joga pra Lua, com DENNIS DJ e Pedro Sampaio, com Balinha de Coração, com Pabllo Vittar, PROIBIDONA, com Gloria Groove, Valesca Popozuda, Mais Uma, com DJ Yuri Martins e MC Zaac, AI PAPAI, com Mc Danny e Hitmaker, e CAPITÁN, com RVFV e Sfera Ebbasta.
Performances ao redor do mundo
Mundialmente, a brasileira teve seu nome em destaque após se apresentar na final da Champions Leangue ao lado do cantor nigeriano Burna Boy e do DJ sueco Alesso, no Global Citizen Festival, evento de música que reúne artistas internacionais para propor discussões relacionadas ao meio ambiente e à pobreza ao redor do mundo.
Também no #TikTokInTheMix, evento produzido pelo TikTok que confirmou a funkeira ao lado de Cardi B, Niall Horan, Peso Pluma e Charlie Puth e no Person Of The Year, evento que antecedeu o Grammy Latino com uma apresentação ao lado de Tiogo Iorg homenageando a artista italiana Laura Pausini.
Ela também esteve presente no Megaland Music Fest, na Colômbia, no Spotify Best New Artist Party, ao lado de outros nomes como Samara Joy, Latto e Omar Apollo, e no reality europeu Operación Triunfo, com a primeira performance de Mil Veces – single que teve um clipe especial da cantora atuando ao lado do vocalista de Damiano David, vocalista da banda de hard rock italianaMåneskin.
Inclusive, será cada vez mais comum ver Anitta explorando a atuação. Em diversas entrevistas ela já deixou claro que quer trabalhar cada vez mais também como atriz – e inclusive já assinou um contrato para fazer um filme no próximo semestre e este ano esteve presente na sétima temporada da série espanhola “Elite”, da Netflix.
Nas luzes dos holofotes
Entre sua casa em Miami, nos Estados Unidos, e sua mansão na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, a brasileira marcou presença em outros eventos destaques, como o MetGala, o evento beneficente anual em prol do Museu Metropolitano de Arte de Nova York, com um look criado pelo estilista americano Marc Jacobs, o lançamento da coleção de Pharrell Williams com a francesa Louis Vuitton, a semana de moda de alta-costura em Paris, na França, sendo vestida pela marca italiana Dolce Gabbana e New York Fashion Week, com a grife americana Michael Kors.

Pudemos ver seu rosto como capa das revistas internacionais Vogue Arabia, Harper’s Bazaar, Cosmopolitan España, Instyle Magazine e convidada das sensações americanas “Call Her Daddy”, “Sundae Conversation with Caleb Pressley” e “First We Feast”.
Além disso, ao longo do ano ela foi garota propaganda da Savage X Fenty, a linha de lingerie criada por Rihanna, da nova coleção de maquiagem da Dolce Gabbana Beauty, de joias da Tiffany, lançou uma coleção com a Shein e foi para a Coreia do Sul ao lado da Samsung.
Mesmo não recebendo o troféu de Artista Revelação do Ano no Grammy Awards – feito histórico da sua carreira e para o Brasil, que conseguiu voltar a categoria após 57 anos, este ano ela conseguiu reafirmar-se como uma das artistas brasileiras que provou que o cenário internacional terá sim seu nome como referência para as próximas décadas.
Fonte: IstoÉ
Entretenimento
Exposição “Uma Mulher é Uma Mulher” ocupa o DF com arte urbana e narrativas femininas
Projeto ganha a cidade a partir de 8 de março e transforma muros e redes em território de escuta, diversidade e afirmação
Depois de quase um ano de escuta, encontros, afetos e criação coletiva, Uma Mulher é Uma Mulher inaugura oficialmente sua exposição em 8 de março, Dia Internacional da Mulher, tendo a cidade como galeria. Realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF) e coproduzido pela Pitanga e Rovit Filmes, o projeto transformará muros, esquinas e trajetos cotidianos em território de afirmação, diversidade e reflexão sobre o feminino. Quem passar a caminho do trabalho, quem esperar o ônibus, quem atravessar a rua distraído poderá ser impactado por figuras femininas diversas. É uma exposição que não pede silêncio, mas presença. Não exige ingresso, mas disponibilidade para olhar.
A construção do projeto começou em maio de 2025, quando foi lançada uma chamada pública que mobilizou 41 mulheres do Distrito Federal. Após etapas de análise de perfis, escutas individuais e entrevistas aprofundadas, foram escolhidas oito protagonistas que representam diferentes gerações, identidades e experiências de vida.
“Mais do que um processo técnico de produção de fotos, vídeos e murais, a trajetória desses meses foi marcada por encontros. Cada ensaio foi precedido por conversas longas, partilhas de memória, trocas sinceras e construção de confiança entre equipe e participantes. Houve tempo para ouvir, acolher e compreender as camadas de cada história antes de traduzi-las em imagens”, relata Waléria Gregório, idealizadora, diretora criativa e responsável pela fotografia do projeto.
Ao lado de Thaís Holanda, cineasta que assina o audiovisual; e Didi Colado, artista urbana responsável pelos lambe-lambes e grafites espalhados pelo Distrito Federal, ela consolidou com as participantes uma relação de afeto e entrega mútua. E o que se verá nas ruas e nas plataformas digitais não será apenas resultado estético, mas o desdobramento de vínculos construídos com respeito, sensibilidade e profundidade.
As oito protagonistas são:
Amanda Nery, que transformou experiências de violência e maternidade precoce em e construção afetiva e autonomia.
Caju, cabeleireira que fez do salão um espaço de escuta, identidade e emancipação, rompendo padrões estéticos e sociais.
Fernanda Torres, mãe atípica e sobrevivente do câncer, que ressignificou o cuidado e hoje floresce como símbolo de recomeço.
Flor Furacão, mulher trans, artista e mãe, que ocupa espaços historicamente negados e afirma a existência como ato político.
Issa Meguer, atriz e modelo de 69 anos, que enfrenta o etarismo e reafirma que potência feminina não tem prazo de validade.
Joyce, artista que vive com anemia falciforme e construiu na arte um caminho de autonomia e presença.
Malinha, jovem fotógrafa periférica que transforma vivência em linguagem visual e abre caminhos para outras meninas.
Jesus Feitosa, costureira que atravessou gerações sustentando família e futuro com linha, agulha e resistência.
A cidade como galeria
Ao longo do mês de março, serão instalados 16 painéis de lambe-lambe e 2 grafites nas regiões administrativas Guará, Águas Claras, Taguatinga e Vicente Pires. Cada obra conta com um QR Code que direciona para o Instagram e para o site oficial do projeto, com recursos de acessibilidade, ampliando a experiência da rua para o ambiente digital.
A proposta é simples e potente: provocar o encontro. Quem é essa mulher? O que ela está fazendo aqui? O que a história dela revela sobre nós? A cidade vira galeria. O Instagram torna-se extensão da rua. A imagem se transforma em pergunta.
Paralelamente, a exposição virtual apresentará vídeos, ensaios fotográficos e conteúdos criativos sobre a trajetória de cada mulher, publicados semanalmente. A cada semana, uma protagonista ocupará as redes, convidando o público a aprofundar o olhar.
Ao final desse processo, as mulheres participantes deixarão de ser apenas personagens, tornando-se referências simbólicas de um movimento que reafirma que as mulheres são múltiplas, legítimas, plurais e estão em permanente construção.
Compartilhamento de saberes
Como parte do compromisso com formação e democratização do acesso à arte, o projeto oferecerá três oficinas gratuitas voltadas exclusivamente para mulheres, conduzidas pelas próprias artistas do projeto: Waléria Gregório, Didi Colado e Thaís Holanda.
As atividades acontecerão em 28 e 29 de março, com inscrições abertas entre 16 e 21 de março, por meio do site oficial. As oficinas ampliam o diálogo do projeto para além da exposição, fortalecendo a presença feminina nos campos da fotografia, do vídeo e da arte urbana.
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