Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Entretenimento

Anitta brilha globalmente em 2023 e reafirma-se como uma artista brasileira de sucesso

Publicado em

Este foi o ano em que Anitta provou que é SIM (com “s” maiúsculo) uma artista internacional. Se antes muitos ainda desacreditavam que a cantora estava forçando um discurso, desta vez puderam comprovar sua potência nos maiores eventos musicais do mundo, como destaque na imprensa global e maturidade nas escolhas profissionais.

Pelo segundo ano consecutivo ela conquistou o prêmio de Melhor Clipe de Música Latina no MTV Video Music Awards, o VMA, por Funk Rave, do seu último EP, “Funk Generation: A Favela Love Story” – desbancando Shakira e Rosalía.

Advertisement

Ela também subiu ao palco duas vezes, primeiro, com um medley de Funk RaveCasi Casi e Used To Be, do projeto recém-lançado, e depois com sua colaboração com o grupo de k-pop Tomorrow X Together, com Back for More.

“Agradeço a mim. Quero agradecer a mim porque trabalhei muito. E mais uma vez, ao funk brasileiro. Vocês estão ouvindo funk brasileiro. Vão ouvir funk no mundo todo agora. Isso é só o começo. O funk brasileiro está aqui para ficar”, disse ela em inglês ao receber seu troféu. Ela também foi a responsável pela after party da premiação, que teve o tema “Baile Funk”.

Advertisement

Livre, leve e solta

Celebrando 30 anos em março, a funkeira escolheu ter mais pausas para priorizar ainda mais sua saúde mental, espiritualidade e família, mas isso não quis dizer que ela deixou a música de lado.

Em abril ela assinou contrato com a gravadora Republic Records, selo do grupo Universal que tem artistas como Ariana Grande, Taylor Swift e The Weeknd, depois de encerrar sua parceria de onze anos com a Warner Music.

Já em agosto ela anunciava seu quarto EP com lançamento também de videoclipes. Este projeto é o “primeiro capítulo” do seu futuro sexto álbum de estúdio, o “Funk Generation” – que tem previsão de lançamento para o primeiro semestre de 2024.

Advertisement
Leia Também:  ‘Luta pelos nossos direitos’, diz Pabllo Vittar sobre Parada LGBT+

“É o que sempre sonhei em fazer. Comecei a me dedicar no ano passado, mas nunca tinha tido a oportunidade de criar algo do tipo na minha carreira internacional. Ele será inteiro em inglês, espanhol e no ritmo do funk”, disse ela em entrevista para o podcast “Quem Pode, Pod”.

A cantora anunciou que seu próximo projeto será em inglês e espanhol, mas com muito funk
A cantora anunciou que seu próximo projeto será em inglês e espanhol, mas com muito funk/ Gabriela Schmidt (Crédito:Gabriela Schmidt )

Ainda falando sobre músicas, pudemos aplaudir a parceria da funkeira com o rapper mexicano Peso Pluma, com o feat BELLAKEO, que celebra o reggaeton e conquistou recentemente o Top 10 global do Spotify – e outros lançamentos como Pilantra, com Jão, Vai Vendo, com MC Ryan, Monstrão, com DENNIS DJ, Joga pra Lua, com DENNIS DJ e Pedro Sampaio, com Balinha de Coração, com Pabllo Vittar, PROIBIDONA, com Gloria Groove, Valesca Popozuda, Mais Uma, com DJ Yuri Martins e MC Zaac, AI PAPAI, com Mc Danny e Hitmaker, e CAPITÁN, com RVFV e Sfera Ebbasta.

Performances ao redor do mundo

Mundialmente, a brasileira teve seu nome em destaque após se apresentar na final da Champions Leangue ao lado do cantor nigeriano Burna Boy e do DJ sueco Alesso, no Global Citizen Festival, evento de música que reúne artistas internacionais para propor discussões relacionadas ao meio ambiente e à pobreza ao redor do mundo.

Também no #TikTokInTheMix, evento produzido pelo TikTok que confirmou a funkeira ao lado de Cardi B, Niall Horan, Peso Pluma e Charlie Puth e no Person Of The Year, evento que antecedeu o Grammy Latino com uma apresentação ao lado de Tiogo Iorg homenageando a artista italiana Laura Pausini.

Advertisement

Ela também esteve presente no Megaland Music Fest, na Colômbia, no Spotify Best New Artist Party, ao lado de outros nomes como Samara Joy, Latto e Omar Apollo, e no reality europeu Operación Triunfo, com a primeira performance de Mil Veces – single que teve um clipe especial da cantora atuando ao lado do vocalista de Damiano David, vocalista da banda de hard rock italianaMåneskin.

Leia Também:  Dior brilha na Semana de Moda de Paris com passarela exuberante e multicolorida

Inclusive, será cada vez mais comum ver Anitta explorando a atuação. Em diversas entrevistas ela já deixou claro que quer trabalhar cada vez mais também como atriz – e inclusive já assinou um contrato para fazer um filme no próximo semestre e este ano esteve presente na sétima temporada da série espanhola “Elite”, da Netflix.

Nas luzes dos holofotes

Entre sua casa em Miami, nos Estados Unidos, e sua mansão na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, a brasileira marcou presença em outros eventos destaques, como o MetGala, o evento beneficente anual em prol do Museu Metropolitano de Arte de Nova York, com um look criado pelo estilista americano Marc Jacobs, o lançamento da coleção de Pharrell Williams com a francesa Louis Vuitton, a semana de moda de alta-costura em Paris, na França, sendo vestida pela marca italiana Dolce Gabbana e New York Fashion Week, com a grife americana Michael Kors.

Advertisement
Anitta na semana de moda de alta-costura em Paris, na França, sendo vestida pela marca italiana Dolce Gabbana
Anitta na semana de moda de alta-costura em Paris, na França, sendo vestida pela marca italiana Dolce Gabbana (Crédito:Reprodução/Instagram/@anitta)

Pudemos ver seu rosto como capa das revistas internacionais Vogue Arabia, Harper’s Bazaar, Cosmopolitan España, Instyle Magazine e convidada das sensações americanas “Call Her Daddy”, “Sundae Conversation with Caleb Pressley” e “First We Feast”.

Além disso, ao longo do ano ela foi garota propaganda da Savage X Fenty, a linha de lingerie criada por Rihanna, da nova coleção de maquiagem da Dolce Gabbana Beauty, de joias da Tiffany, lançou uma coleção com a Shein e foi para a Coreia do Sul ao lado da Samsung.

Mesmo não recebendo o troféu de Artista Revelação do Ano no Grammy Awards – feito histórico da sua carreira e para o Brasil, que  conseguiu voltar a categoria após 57 anos, este ano ela conseguiu reafirmar-se como uma das artistas brasileiras que provou que o cenário internacional terá sim seu nome como referência para as próximas décadas.

Fonte: IstoÉ

Advertisement
COMENTE ABAIXO:

Entretenimento

Exposição “Uma Mulher é Uma Mulher” ocupa o DF com arte urbana e narrativas femininas

Published

on

Projeto ganha a cidade a partir de 8 de março e transforma muros e redes em território de escuta, diversidade e afirmação

Depois de quase um ano de escuta, encontros, afetos e criação coletiva, Uma Mulher é Uma Mulher inaugura oficialmente sua exposição em 8 de março, Dia Internacional da Mulher, tendo a cidade como galeria. Realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF) e coproduzido pela Pitanga e Rovit Filmes, o projeto transformará muros, esquinas e trajetos cotidianos em território de afirmação, diversidade e reflexão sobre o feminino. Quem passar a caminho do trabalho, quem esperar o ônibus, quem atravessar a rua distraído poderá ser impactado por figuras femininas diversas. É uma exposição que não pede silêncio, mas presença. Não exige ingresso, mas disponibilidade para olhar.

A construção do projeto começou em maio de 2025, quando foi lançada uma chamada pública que mobilizou 41 mulheres do Distrito Federal. Após etapas de análise de perfis, escutas individuais e entrevistas aprofundadas, foram escolhidas oito protagonistas que representam diferentes gerações, identidades e experiências de vida.

Advertisement

Mais do que um processo técnico de produção de fotos, vídeos e murais, a trajetória desses meses foi marcada por encontros. Cada ensaio foi precedido por conversas longas, partilhas de memória, trocas sinceras e construção de confiança entre equipe e participantes. Houve tempo para ouvir, acolher e compreender as camadas de cada história antes de traduzi-las em imagens”, relata Waléria Gregório, idealizadora, diretora criativa e responsável pela fotografia do projeto.

Leia Também:  ‘Luta pelos nossos direitos’, diz Pabllo Vittar sobre Parada LGBT+

Ao lado de Thaís Holanda, cineasta que assina o audiovisual; e Didi Colado, artista urbana responsável pelos lambe-lambes e grafites espalhados pelo Distrito Federal, ela consolidou com as participantes uma relação de afeto e entrega mútua. E o que se verá nas ruas e nas plataformas digitais não será apenas resultado estético, mas o desdobramento de vínculos construídos com respeito, sensibilidade e profundidade.

As oito protagonistas são:

Advertisement

Amanda Nery, que transformou experiências de violência e maternidade precoce em e construção afetiva e autonomia.

Caju, cabeleireira que fez do salão um espaço de escuta, identidade e emancipação, rompendo padrões estéticos e sociais.

Fernanda Torres, mãe atípica e sobrevivente do câncer, que ressignificou o cuidado e hoje floresce como símbolo de recomeço.

Advertisement

Flor Furacão, mulher trans, artista e mãe, que ocupa espaços historicamente negados e afirma a existência como ato político.

Issa Meguer, atriz e modelo de 69 anos, que enfrenta o etarismo e reafirma que potência feminina não tem prazo de validade.

Joyce, artista que vive com anemia falciforme e construiu na arte um caminho de autonomia e presença.

Advertisement

Malinha, jovem fotógrafa periférica que transforma vivência em linguagem visual e abre caminhos para outras meninas.

Jesus Feitosa, costureira que atravessou gerações sustentando família e futuro com linha, agulha e resistência.

A cidade como galeria

Advertisement

Ao longo do mês de março, serão instalados 16 painéis de lambe-lambe e 2 grafites nas regiões administrativas Guará, Águas Claras, Taguatinga e Vicente Pires. Cada obra conta com um QR Code que direciona para o Instagram e para o site oficial do projeto, com recursos de acessibilidade, ampliando a experiência da rua para o ambiente digital.

Leia Também:  No Dia do Empreendedorismo Feminino (19/11), conheça empresárias que fazem sucesso no franchising

A proposta é simples e potente: provocar o encontro. Quem é essa mulher? O que ela está fazendo aqui? O que a história dela revela sobre nós? A cidade vira galeria. O Instagram torna-se extensão da rua. A imagem se transforma em pergunta.

Paralelamente, a exposição virtual apresentará vídeos, ensaios fotográficos e conteúdos criativos sobre a trajetória de cada mulher, publicados semanalmente. A cada semana, uma protagonista ocupará as redes, convidando o público a aprofundar o olhar.

Advertisement

Ao final desse processo, as mulheres participantes deixarão de ser apenas personagens, tornando-se referências simbólicas de um movimento que reafirma que as mulheres são múltiplas, legítimas, plurais e estão em permanente construção.

Compartilhamento de saberes

Como parte do compromisso com formação e democratização do acesso à arte, o projeto oferecerá três oficinas gratuitas voltadas exclusivamente para mulheres, conduzidas pelas próprias artistas do projeto: Waléria Gregório, Didi Colado e Thaís Holanda.

Advertisement

As atividades acontecerão em 28 e 29 de março, com inscrições abertas entre 16 e 21 de março, por meio do site oficial. As oficinas ampliam o diálogo do projeto para além da exposição, fortalecendo a presença feminina nos campos da fotografia, do vídeo e da arte urbana.

 

COMENTE ABAIXO:
Advertisement
Continuar lendo

MULHER NA POLÍTICA

MULHER NA SAÚDE

MULHER SOCIAL

MULHER NO ESPORTE

MULHER CELEBRIDADE

MAIS LIDAS DA SEMANA