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Marina Ruy Barbosa e sua coleção de milionários

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Reprodução/Instagram

A atriz, que engrenou um romance com o empresário Abdul Fares, tem uma lista de antigos relacionamentos com homens milionários. Relembre!

Prestes a voltar para a TV na próxima novela das 19h da Globo, Fuzuê, o nome de Marina Ruy Barbosa está nos holofotes nos últimos dias. E o motivo não é a sua personagem e, sim, o seu novo namoro que veio à tona após um flagra. A atriz engrenou um romance com o empresário milionário Abdul Fares.

Esse não foi o primeiro milionário a conquistar o coração de Marina Ruy Barbosa. Eu diria até que a atriz é a maior colecionadora de ricaços deste Brasil – benza Deus. A coluna listou os ex-namorados da artista da TV Globo para você relembrar.

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Guilherme Mussi

Antes de iniciar o romance com Abdul Fares, Marina namorou com o administrador de empresas e ex-deputado federal Guilherme Mussi. Os dois assumiram a relação publicamente no final de 2021, que durou pouco mais de um ano. Foi a atriz quem deu o ponto final, como revelado por esta colunista na época.

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O motivo do fim, segundo fontes desta coluna, foi que o casal enfrentava um grave problema relacionado a Mussi: a bebida. O deputado não conseguia se segurar, bebia demais e acabava passando do ponto, fazendo até a atriz passar vergonha. Após algumas tentativas, ela desistiu e optou por terminar o namoro.

Alexandre Negrão

Apesar dos seus poucos 28 anos, Marina Ruy Barbosa também já foi casada. Em 2017, ela disse “sim” e protagonizou um luxuoso casório com o empresário e piloto Alexandre Negrão.

A família de Xandinho, como é conhecido, apareceu na lista de bilionários brasileiros, com negócios na indústria farmacêutica. Recentemente, o pai dele, também chamado Alexandre Negrão, faleceu vítima de um câncer, aos 70 anos. Ele é fundador da Medley, maior produtora de genéricos do país.

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O casamento de Marina e Xandinho terminou em 2021.

Caio Nabuco

Outro namorado poderoso de Marina foi o empresário Caio Nabuco, sócio de uma renomada empresa brasileira na área de comércio exterior, a Cotia Trade. Ele pertence à tradicional família paulista Nabuco, influente e reconhecida no ramo financeiro e fundadora de uma das maiores seguradoras do país.

O relacionamento durou nove meses e terminou de forma amigável. O motivo alegado, na época, foi a distância, uma vez que ela morava no Rio de Janeiro e ele em São Paulo.

Klebber Toledo

O ator Klebber Toledo talvez tenha sido o namorado mais “humilde” que Marina Ruy Barbosa teve até hoje. O artista chegou a sair da relação endividado porque comprou uma joia para a amada de 150 mil.

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Marina e Klebber se conheceram em 2010 durante as gravações da novela Morde & Assopra, da Globo, na qual fizeram um par romântico. Eles assumiram o relacionamento em 2011 e, em 2014, anunciaram o fim.

Na época, o motivo não foi divulgado, mas a assessoria de imprensa da atriz chegou a informar que ela estaria focada no trabalho. Na ocasião, ela estava vivendo a personagem Isis, na novela Império, da grade das 21h da TV Globo.

Fonte: Metropoles
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Exposição “Uma Mulher é Uma Mulher” ocupa o DF com arte urbana e narrativas femininas

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Projeto ganha a cidade a partir de 8 de março e transforma muros e redes em território de escuta, diversidade e afirmação

Depois de quase um ano de escuta, encontros, afetos e criação coletiva, Uma Mulher é Uma Mulher inaugura oficialmente sua exposição em 8 de março, Dia Internacional da Mulher, tendo a cidade como galeria. Realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF) e coproduzido pela Pitanga e Rovit Filmes, o projeto transformará muros, esquinas e trajetos cotidianos em território de afirmação, diversidade e reflexão sobre o feminino. Quem passar a caminho do trabalho, quem esperar o ônibus, quem atravessar a rua distraído poderá ser impactado por figuras femininas diversas. É uma exposição que não pede silêncio, mas presença. Não exige ingresso, mas disponibilidade para olhar.

A construção do projeto começou em maio de 2025, quando foi lançada uma chamada pública que mobilizou 41 mulheres do Distrito Federal. Após etapas de análise de perfis, escutas individuais e entrevistas aprofundadas, foram escolhidas oito protagonistas que representam diferentes gerações, identidades e experiências de vida.

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Mais do que um processo técnico de produção de fotos, vídeos e murais, a trajetória desses meses foi marcada por encontros. Cada ensaio foi precedido por conversas longas, partilhas de memória, trocas sinceras e construção de confiança entre equipe e participantes. Houve tempo para ouvir, acolher e compreender as camadas de cada história antes de traduzi-las em imagens”, relata Waléria Gregório, idealizadora, diretora criativa e responsável pela fotografia do projeto.

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Ao lado de Thaís Holanda, cineasta que assina o audiovisual; e Didi Colado, artista urbana responsável pelos lambe-lambes e grafites espalhados pelo Distrito Federal, ela consolidou com as participantes uma relação de afeto e entrega mútua. E o que se verá nas ruas e nas plataformas digitais não será apenas resultado estético, mas o desdobramento de vínculos construídos com respeito, sensibilidade e profundidade.

As oito protagonistas são:

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Amanda Nery, que transformou experiências de violência e maternidade precoce em e construção afetiva e autonomia.

Caju, cabeleireira que fez do salão um espaço de escuta, identidade e emancipação, rompendo padrões estéticos e sociais.

Fernanda Torres, mãe atípica e sobrevivente do câncer, que ressignificou o cuidado e hoje floresce como símbolo de recomeço.

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Flor Furacão, mulher trans, artista e mãe, que ocupa espaços historicamente negados e afirma a existência como ato político.

Issa Meguer, atriz e modelo de 69 anos, que enfrenta o etarismo e reafirma que potência feminina não tem prazo de validade.

Joyce, artista que vive com anemia falciforme e construiu na arte um caminho de autonomia e presença.

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Malinha, jovem fotógrafa periférica que transforma vivência em linguagem visual e abre caminhos para outras meninas.

Jesus Feitosa, costureira que atravessou gerações sustentando família e futuro com linha, agulha e resistência.

A cidade como galeria

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Ao longo do mês de março, serão instalados 16 painéis de lambe-lambe e 2 grafites nas regiões administrativas Guará, Águas Claras, Taguatinga e Vicente Pires. Cada obra conta com um QR Code que direciona para o Instagram e para o site oficial do projeto, com recursos de acessibilidade, ampliando a experiência da rua para o ambiente digital.

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A proposta é simples e potente: provocar o encontro. Quem é essa mulher? O que ela está fazendo aqui? O que a história dela revela sobre nós? A cidade vira galeria. O Instagram torna-se extensão da rua. A imagem se transforma em pergunta.

Paralelamente, a exposição virtual apresentará vídeos, ensaios fotográficos e conteúdos criativos sobre a trajetória de cada mulher, publicados semanalmente. A cada semana, uma protagonista ocupará as redes, convidando o público a aprofundar o olhar.

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Ao final desse processo, as mulheres participantes deixarão de ser apenas personagens, tornando-se referências simbólicas de um movimento que reafirma que as mulheres são múltiplas, legítimas, plurais e estão em permanente construção.

Compartilhamento de saberes

Como parte do compromisso com formação e democratização do acesso à arte, o projeto oferecerá três oficinas gratuitas voltadas exclusivamente para mulheres, conduzidas pelas próprias artistas do projeto: Waléria Gregório, Didi Colado e Thaís Holanda.

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As atividades acontecerão em 28 e 29 de março, com inscrições abertas entre 16 e 21 de março, por meio do site oficial. As oficinas ampliam o diálogo do projeto para além da exposição, fortalecendo a presença feminina nos campos da fotografia, do vídeo e da arte urbana.

 

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