Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Entretenimento

Zezé Di Camargo assume ter traído Zilu durante casamento: “Bagaceira”

Publicado em

Zezé Di Camargo assume ter traído Zilu Godoi durante casamento: “Eu era bagaceira” – (crédito: Reprodução/YouTube – Montagem)

O cantor sertanejo admitiu ter traído a socialite, durante o período em que mantiveram a união

Observatório dos Famosos

Zezé Di Camargo abriu o coração sobre o casamento de três décadas que manteve com a ex-mulher, Zilu Godoi, mãe dos seus três filhos, Wanessa, Camilla e Igor Camargo. O cantor sertanejo admitiu ter traído a socialite, durante o período em que mantiveram a união.

Em entrevista ao podcast PodCats, apresentado por Camila Loures e Lucas Guimarães, nesta quarta-feira (22/11), o cantor sertanejo assumiu ter traído ela. “Eu sou um homem vivido, que passou por todas as experiências com mulheres na vida”, iniciou.

“Eu era bagaceira”

“Teve uma época na minha vida, de 1992 a 2005, que eu era bagaceira. Eu passava o rodo. Eu não nego isso”, disparou Zezé Di Camargo. “Tem amigos que perguntam como eu fazia, porque hoje em dia, qualquer coisa que a gente faz, está na internet. Eu assumo isso”, explicou o atual noivo de Graciele Lacerda, que se defendeu de que, apesar da infidelidade, sempre foi um pai presente na vida dos filhos.

Advertisement
Leia Também:  Aeronave de Murilo Huff apresenta problema durante teste: ‘Ilesos’

“Isso não quer dizer que eu deixei de ser um p*** pai, que eu deixei de cumprir com as minhas obrigações. Que eu deixei de amar meus filhos”, afirmou Zezé, que então decidiu acabar o casamento com Zilu Godoi, após se sentir cansado de viver uma vida dupla. “Eu cheguei num momento e falei: não dá mais para segurar essa onda. Quando eu sai fora, eu fui detonado”, contou.

O post Zezé Di Camargo assume ter traído Zilu durante casamento: “Bagaceira” foi publicado primeiro em Observatório dos Famosos.

Tags

Fonte: Correio Brasiliense

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

Entretenimento

Exposição “Uma Mulher é Uma Mulher” ocupa o DF com arte urbana e narrativas femininas

Published

on

Projeto ganha a cidade a partir de 8 de março e transforma muros e redes em território de escuta, diversidade e afirmação

Depois de quase um ano de escuta, encontros, afetos e criação coletiva, Uma Mulher é Uma Mulher inaugura oficialmente sua exposição em 8 de março, Dia Internacional da Mulher, tendo a cidade como galeria. Realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF) e coproduzido pela Pitanga e Rovit Filmes, o projeto transformará muros, esquinas e trajetos cotidianos em território de afirmação, diversidade e reflexão sobre o feminino. Quem passar a caminho do trabalho, quem esperar o ônibus, quem atravessar a rua distraído poderá ser impactado por figuras femininas diversas. É uma exposição que não pede silêncio, mas presença. Não exige ingresso, mas disponibilidade para olhar.

A construção do projeto começou em maio de 2025, quando foi lançada uma chamada pública que mobilizou 41 mulheres do Distrito Federal. Após etapas de análise de perfis, escutas individuais e entrevistas aprofundadas, foram escolhidas oito protagonistas que representam diferentes gerações, identidades e experiências de vida.

Advertisement

Mais do que um processo técnico de produção de fotos, vídeos e murais, a trajetória desses meses foi marcada por encontros. Cada ensaio foi precedido por conversas longas, partilhas de memória, trocas sinceras e construção de confiança entre equipe e participantes. Houve tempo para ouvir, acolher e compreender as camadas de cada história antes de traduzi-las em imagens”, relata Waléria Gregório, idealizadora, diretora criativa e responsável pela fotografia do projeto.

Leia Também:  Após separação, Simone e Simaria se reencontram em casamento do irmão

Ao lado de Thaís Holanda, cineasta que assina o audiovisual; e Didi Colado, artista urbana responsável pelos lambe-lambes e grafites espalhados pelo Distrito Federal, ela consolidou com as participantes uma relação de afeto e entrega mútua. E o que se verá nas ruas e nas plataformas digitais não será apenas resultado estético, mas o desdobramento de vínculos construídos com respeito, sensibilidade e profundidade.

As oito protagonistas são:

Advertisement

Amanda Nery, que transformou experiências de violência e maternidade precoce em e construção afetiva e autonomia.

Caju, cabeleireira que fez do salão um espaço de escuta, identidade e emancipação, rompendo padrões estéticos e sociais.

Fernanda Torres, mãe atípica e sobrevivente do câncer, que ressignificou o cuidado e hoje floresce como símbolo de recomeço.

Advertisement

Flor Furacão, mulher trans, artista e mãe, que ocupa espaços historicamente negados e afirma a existência como ato político.

Issa Meguer, atriz e modelo de 69 anos, que enfrenta o etarismo e reafirma que potência feminina não tem prazo de validade.

Joyce, artista que vive com anemia falciforme e construiu na arte um caminho de autonomia e presença.

Advertisement

Malinha, jovem fotógrafa periférica que transforma vivência em linguagem visual e abre caminhos para outras meninas.

Jesus Feitosa, costureira que atravessou gerações sustentando família e futuro com linha, agulha e resistência.

A cidade como galeria

Advertisement

Ao longo do mês de março, serão instalados 16 painéis de lambe-lambe e 2 grafites nas regiões administrativas Guará, Águas Claras, Taguatinga e Vicente Pires. Cada obra conta com um QR Code que direciona para o Instagram e para o site oficial do projeto, com recursos de acessibilidade, ampliando a experiência da rua para o ambiente digital.

Leia Também:  Conheça a nova mansão milionária da influenciadora Malu Borges

A proposta é simples e potente: provocar o encontro. Quem é essa mulher? O que ela está fazendo aqui? O que a história dela revela sobre nós? A cidade vira galeria. O Instagram torna-se extensão da rua. A imagem se transforma em pergunta.

Paralelamente, a exposição virtual apresentará vídeos, ensaios fotográficos e conteúdos criativos sobre a trajetória de cada mulher, publicados semanalmente. A cada semana, uma protagonista ocupará as redes, convidando o público a aprofundar o olhar.

Advertisement

Ao final desse processo, as mulheres participantes deixarão de ser apenas personagens, tornando-se referências simbólicas de um movimento que reafirma que as mulheres são múltiplas, legítimas, plurais e estão em permanente construção.

Compartilhamento de saberes

Como parte do compromisso com formação e democratização do acesso à arte, o projeto oferecerá três oficinas gratuitas voltadas exclusivamente para mulheres, conduzidas pelas próprias artistas do projeto: Waléria Gregório, Didi Colado e Thaís Holanda.

Advertisement

As atividades acontecerão em 28 e 29 de março, com inscrições abertas entre 16 e 21 de março, por meio do site oficial. As oficinas ampliam o diálogo do projeto para além da exposição, fortalecendo a presença feminina nos campos da fotografia, do vídeo e da arte urbana.

 

COMENTE ABAIXO:
Advertisement
Continuar lendo

MULHER NA POLÍTICA

MULHER NA SAÚDE

MULHER SOCIAL

MULHER NO ESPORTE

MULHER CELEBRIDADE

MAIS LIDAS DA SEMANA