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Epreendedorismo

O escritório precisa ser atrativo para continuar fazendo sentido

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Com a consolidação do trabalho híbrido, empresas passam a repensar seus espaços físicos como ambientes de experiência, convivência e cultura organizacional

Com a consolidação do modelo híbrido no Brasil e no mundo, o papel do escritório corporativo vem passando por uma transformação profunda. Mais do que um local de trabalho fixo, o espaço físico passou a ser entendido como um ambiente de experiência, relacionamento e pertencimento para os colaboradores.

De acordo com o levantamento Workforce Preference Barometer, realizado pela consultoria global JLL (Jones Lang LaSalle), 66% dos profissionais já trabalham sob políticas híbridas ou presenciais estruturadas, mas a aceitação dessas políticas está diretamente ligada à qualidade do ambiente oferecido. O estudo aponta que 50% dos entrevistados afirmam que estar no escritório melhora o trabalho em equipe, enquanto 43% dizem preferir ir presencialmente quando o espaço favorece a colaboração e a troca entre áreas.

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Esse cenário reforça a necessidade de repensar o conceito tradicional de escritório. Ambientes engessados, pouco acolhedores e desconectados da cultura da empresa deixam de atender às expectativas de uma força de trabalho que busca mais conforto, flexibilidade e propósito no dia a dia.

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Para Nikolas Matarangas, CEO da Be In, empresa especializada em soluções de ambientes corporativos sob medida, o escritório passa a ter uma função estratégica dentro da gestão de pessoas. “O espaço físico precisa ser planejado para estimular encontros, facilitar a comunicação e refletir a identidade da empresa. Não se trata apenas de mesas e cadeiras, mas de criar um ambiente que faça o colaborador se sentir parte de algo maior”, afirma.

Outro dado relevante vem de pesquisas globais sobre engajamento no trabalho, que indicam que ambientes bem projetados contribuem para o aumento da satisfação e da permanência dos talentos nas organizações. Estudos do setor imobiliário corporativo mostram que espaços que oferecem áreas de convivência, salas colaborativas e infraestrutura adequada para diferentes tipos de atividades têm impacto direto na produtividade e na sensação de pertencimento dos profissionais.

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Nesse contexto, o escritório deixa de ser apenas um custo operacional e passa a ser um instrumento de cultura, comunicação interna e employer branding. Empresas que investem em ambientes alinhados aos seus valores conseguem transformar o espaço em um ponto de conexão entre pessoas, estratégia e negócio.

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“O escritório precisa ter propósito. Ele deve existir para potencializar relações, fortalecer a cultura e apoiar o desempenho das equipes. Quando isso acontece, o espaço deixa de ser obrigatório e passa a ser desejado”, conclui Nikolas Matarangas.

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Epreendedorismo

Licitação divulga oportunidade de 106 imóveis no DF

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Entre os destaques estão lotes no Jardim Botânico, em Samambaia e no Setor Noroeste

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Agência Brasília* | Edição: Ígor Silveira

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No dia 11 de setembro, será realizada nova licitação pública de imóveis, com 106 lotes residenciais, comerciais, industriais e mistos distribuídos em dez regiões do Distrito Federal. O Edital nº 11/2026 está disponível neste site. As propostas serão recebidas entre 9h e 10h, podendo ser entregues pessoalmente ou por via eletrônica, e a caução, equivalente a 5% do valor do lote, deve ser recolhida até 10 de setembro.

Entre os destaques estão os 15 lotes do Residencial das Sucupiras, no Jardim Botânico; lotes de uso misto em Riacho Fundo II; dezenas de opções em Samambaia; e terrenos comerciais de grande porte no Setor Noroeste.

Residencial das Sucupiras

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Os 15 lotes do Residencial das Sucupiras, no Jardim Botânico, integram o Complexo Urbanístico Aldeias do Cerrado. As unidades têm entre 420 m² e 440,55 m², com valores a partir de R$ 317 mil, entrada de R$ 15,85 mil e financiamento em até 240 meses.

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Quem adquirir um dos lotes pode optar, sem custo adicional, por um projeto de casa padrão de 153 m² já aprovado pelos órgãos públicos. O Residencial das Sucupiras oferece infraestrutura completa: portaria única com controle de acesso, cercamento com muro em alvenaria, sistema viário planejado para privacidade e tranquilidade, além de ampla área de lazer nas áreas comuns, incluindo campo de futebol, quadra de tênis, quadra poliesportiva, espaço gourmet, salão de festas, espaço fitness, quiosques com churrasqueira e estacionamento para visitantes.

 

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Outras oportunidades

No Riacho Fundo II, são 17 lotes com destinação mista, que permite simultaneamente comércio, prestação de serviços, atividade institucional e industrial. As áreas variam de 1.155 m² a 5.472 m², com valores entre R$ 1,35 milhão e R$ 5,45 milhões, e financiamento em até 180 meses.

Samambaia tem 46 lotes disponíveis, quase metade do total do edital. Há terrenos comerciais e mistos a partir de 100 m², com valores a partir de R$ 80,6 mil, até lotes de mais de 1.500 m², que ultrapassam R$ 1,5 milhão.

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Há, ainda, três lotes na CRNW, no Setor Noroeste, que têm entre 1.733 m² e 3.466 m², com valores entre R$ 8,09 milhões e R$ 14,3 milhões.

O edital inclui ainda 15 imóveis em Ceilândia, seis lotes no Recanto das Emas e terrenos avulsos no Guará, Santa Maria e Sobradinho. Em Taguatinga, um lote industrial de 30.000 m², avaliado em R$ 26,2 milhões, é o maior do edital.

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