Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Policiais

Mulher mata mãe em ‘brincadeira’ e convence filha de 10 anos a ser morta

Publicado em

Em BH, mulher mata mãe em ‘brincadeira’ e convence filha de 10 anos a ser morta

Suspeita de matar a própria mãe e a filha, foi presa em flagrante pela Polícia Civil de Belo Horizonte, em Minas Gerais

Foto: Reprodução

São Paulo, SP

Suspeita de matar a própria mãe e a filha, foi presa em flagrante pela Polícia Civil de Belo Horizonte, em Minas Gerais. A mulher, de 34 anos, vai responder por homicídio qualificado.

Advertisement

A idosa tinha 67 anos e a criança 10. A mulher disse aos policiais que matou a mãe durante uma “brincadeira” após ter um “sentimento ruim” que a levou a apertar o pescoço da vítima.
A idosa pediu que a filha parasse e pediu socorro, mas a mulher não passou até que sentir que a mãe teria parado de respirar. A vítima caiu de joelhos, com o corpo apoiado na cama.

Questionada pela filha sobre o que acontecia no quarto, a mãe disse que elas estavam “resolvendo um problema” e depois deixou o quarto para contar à filha que a avó “tinha passado mal e morrido”.

Leia Também:  ‘Barbie’ se torna o primeiro filme dirigido por mulher a arrecadar US$ 1 bilhão

Ainda segundo a mulher, ela conversou com a filha e explicou que se mataria e perguntou se a criança preferia morrer também ou ir para um abrigo, já que sem a avó não teriam dinheiro para se manter. A criança sugeriu ligar para alguém de confiança, como os bombeiros e a polícia.

Advertisement

Sem coragem de matar a filha, as duas foram dormir. Na manhã seguinte, a mulher tentou cortar os pulsos da criança, mas não conseguiu porque a faca era ruim e a menina sentia dor.

A segunda tentativa foi aplicar um “mata-leão”, mas a criança resistiu. A mãe, então, amarrou os braços da criança com uma calça, que seguiu se debatendo e chegou a urinar enquanto era enforcada, mas a mulher continuou até que a filha morresse.

Na tentativa de se matar, a mulher diz ter tomado remédios. Como não conseguiu, resolveu deixar o gás escapando para inalar até a morte.

Advertisement

Para impedir o acesso ao imóvel, a mulher colocou um sofá prendendo a porta de entrada. Além disso, em uma tentativa de impedir que o gás dissipasse, ela vedou a porta com rejunte e colocou a cabeça dentro do forno.

Leia Também:  ‘O corpo me trouxe tudo, mas sei também que sou uma mulher inteligente’: Os 40 anos de Juju Salimeni

O CASO

Nesta quarta-feira (15), os bombeiros foram acionados para uma ocorrência de vazamento de gás no bairro Piratininga, na região de Venda Nova.

Advertisement

O apartamento também estava sujo de sangue. O corpo da idosa estava no chão de um dos quartos, coberto por um lençol. A criança estava sobre a cama de outro dormitório, também coberta por um pano.

A suspeita do crime foi encontrada desacordada e encaminhada ao hospital sob escolta da PM.

O caso aconteceu entre a manhã de segunda-feira (13) e o início da tarde desta quarta.
“Diante dos indícios suficientes de autoria e materialidade do crime, além das oitivas de policiais que estavam no local, a prisão foi ratificada. A PCMG aguarda a conclusão dos laudos periciais para atestar circunstâncias e causa das mortes. Investigações prosseguem”, informou a Polícia Civil.

Advertisement

Fonte: Jornal de Brasilia

COMENTE ABAIXO:

Mulheres incriveis

BB capacitará funcionários para acolher mulheres em risco

Published

on

Acordo com o Ministério Público prevê campanha e orientação às vítimas
Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil

Mulheres que procurarem ajuda em agências do Banco do Brasil (BB) ao enfrentar situações de violência poderão ser acolhidas por funcionários capacitados e receber orientações. 

A instituição também prevê divulgar informações sobre denúncia e atendimento em aplicativos, canais eletrônicos e telas de terminais de autoatendimento (TAA).

A iniciativa faz parte de acordo nacional firmado nesta semana pelo BB e o Conselho Nacional de Procuradores-Gerais do Ministério Público dos Estados e da União (CNPG) para fortalecer o enfrentamento à violência contra a mulher e ao feminicídio.

O Acordo de Cooperação Técnica estabelece ações conjuntas de prevenção, acolhimento, encaminhamento de vítimas e conscientização. Entre as prioridades está a divulgação do Ligue 180, canal oficial de atendimento à mulher, além da orientação para acesso à rede pública de proteção.

Advertisement

A parceria terá duração de quatro anos e poderá receber adesão de ministérios públicos dos estados, do Distrito Federal e da União. Até o momento, fazem parte da iniciativa os ministérios públicos de Minas Gerais, São Paulo, Maranhão e Rio Grande do Sul.

Acolhimento nas agências

Um dos objetivos da parceria é preparar os funcionários do Banco do Brasil para reconhecer situações de violência e oferecer apoio de maneira humanizada e segura.

Na prática, se uma mulher procurar ajuda em uma agência por estar em situação de risco, os profissionais deverão estar preparados para acolhê-la, fornecer orientações e, conforme a situação, acionar os serviços de emergência ou encaminhá-la à rede de proteção, respeitando os protocolos de segurança e os limites de atuação da instituição.

Advertisement
Leia Também:  Após traição, mulher é presa suspeita de colocar fogo na própria casa

A proposta também prevê orientações para evitar que o atendimento exponha a vítima a novos riscos. O objetivo é garantir que a mulher receba informações confiáveis e consiga acessar os serviços especializados.

Além do atendimento presencial, o banco fará ações de comunicação institucional e campanhas educativas nos próximos meses. As informações sobre o Ligue 180 e outros canais oficiais de denúncia e proteção deverão ser divulgadas nos aplicativos e em outros meios próprios da instituição, incluindo as telas dos terminais de autoatendimento.

Atuação

O acordo organiza as ações em quatro eixos principais:

Advertisement

•    acolhimento e encaminhamento – orientação às mulheres em situação de violência e apoio para acessar os canais oficiais de denúncia e a rede pública de proteção;
•    capacitação institucional – produção de conteúdos educacionais para preparar os profissionais para identificar, prevenir e enfrentar a violência de gênero e o feminicídio;
•    apoio às autoridades – colaboração com as ações repressivas conduzidas pelos órgãos competentes, dentro dos limites legais;
•    campanhas educativas – divulgação de informações sobre sinais de alerta, medidas protetivas, direitos das mulheres e formas de buscar ajuda.

A execução do acordo será acompanhada por grupos técnicos das duas instituições, responsáveis por monitorar as iniciativas e apoiar sua implementação.

Proteção

O Ligue 180 é a Central de Atendimento à Mulher – serviço gratuito que oferece informações sobre direitos e serviços de atendimento, além de receber denúncias de violência contra mulheres.

Advertisement
Leia Também:  No DF, 245 homens foram presos por descumprir medidas protetivas da Maria da Penha

A divulgação do canal é uma das prioridades da parceria, que pretende ampliar o acesso à informação e facilitar o contato das vítimas com os órgãos responsáveis pela proteção.

A iniciativa também prevê orientar as mulheres sobre medidas protetivas e outros mecanismos disponíveis para enfrentar situações de violência. O atendimento deve considerar as necessidades de pessoas em maior vulnerabilidade, com cuidado para preservar a segurança e a privacidade das vítimas.

Em situações de emergência, quando há risco imediato, a orientação é acionar a Polícia Militar pelo telefone 190.

Advertisement

Autonomia financeira

Além do acolhimento e da orientação sobre direitos, o acordo prevê estratégia mais ampla de enfrentamento à violência, que considera a autonomia financeira fator importante para a proteção das mulheres.

O Banco do Brasil mantém o programa Mulheres no Topo, plataforma que reúne capacitação, educação empreendedora e orientação para gestão de negócios.

A iniciativa também disponibiliza linhas de crédito voltadas às mulheres, como Giro Mãe Empreendedora, FCO Mulher Empreendedora, Procred 360 Mulheres e Pronaf Mulher.

Advertisement

O acesso à capacitação e a recursos financeiros pode contribuir para ampliar a independência econômica e as condições para que mulheres em situação de vulnerabilidade reorganizem suas vidas.

A proposta do banco é combinar essas iniciativas com ações de informação, acolhimento e encaminhamento, reforçando a rede de apoio e contribuindo para que mais mulheres tenham acesso a proteção, segurança e oportunidades de reconstrução de suas trajetórias.

COMENTE ABAIXO:
Advertisement
Continuar lendo

MULHER NO ESPORTE

MULHER NA POLÍTICA

MULHER NA SAÚDE

MULHER SOCIAL

MULHER CELEBRIDADE

MAIS LIDAS DA SEMANA