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 Cartão do programa “Fome Não Tira Férias” é lançado na COP30

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Foto: Duarte Ribeiro / MDS

Iniciativa é uma parceria do Instituto Fome de Tudo, WFP/ONU, Caixa e Elo, com apoio do MDS, e busca garantir alimentação escolar durante o período de recesso

O cartão do programa “Fome Não Tira Férias” foi lançado nesta segunda-feira (12.11), no estande da Caixa montado na COP30, em Belém. O produto é resultado de uma parceria do Instituto Fome de Tudo com o Programa Mundial de Alimentos da ONU (WFP), do banco brasileiro e da Elo. A iniciativa tem como objetivo garantir alimentação escolar durante o período de férias e inspirar políticas públicas que ampliem o acesso à segurança alimentar de crianças e adolescentes em todo o país.

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A ação, que tem como meta atender mil famílias até o próximo ano, é motivada por um relatório da Unicef, que aponta que pessoas atendidas pela rede pública de ensino brasileira ficam sem acesso à alimentação 165 dias por ano, durante o recesso escolar.

No painel de lançamento, o presidente da Caixa Econômica Federal, Carlos Vieira, destacou o papel social da instituição e o compromisso do banco com projetos que fortalecem políticas públicas e ampliam o alcance das ações de combate à fome.

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“A Caixa tem uma trajetória consolidada no apoio a políticas sociais que transformam vidas. Estamos presentes em todo o país, chegando a comunidades onde o Estado muitas vezes não consegue estar. Por isso, entendemos que apoiar o ‘Fome Não Tira Férias’ é fortalecer uma rede que protege crianças e garante dignidade às famílias”, disse Vieira.

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O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, também participou da atividade e ressaltou a importância da integração entre o MDS, a Caixa e organismos internacionais na construção de soluções duradouras para erradicar a fome e reduzir as desigualdades.

“Nosso compromisso é garantir segurança alimentar, apoio contínuo e condições reais para que as famílias construam seus projetos de vida. Além da transferência de renda, estamos fortalecendo a qualificação, o crédito e o empreendedorismo com o Programa Acredita, criando oportunidades para que beneficiários gerem renda, acessem empregos formais e conquistem autonomia”, pontuou o ministro.

Encerrando o painel, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, destacou o papel estratégico dos bancos públicos e o caráter político do enfrentamento à fome. “É muito importante termos um banco público com presença no território e conexão direta com quem mais precisa. A Caixa está na vida de milhões de brasileiros: quem recebe o Bolsa Família recebe pela Caixa, o Minha Casa Minha Vida é viabilizado pela Caixa.”

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Boulos ainda parabenizou o ministro Wellington Dias pela condução do MDS. “E quero destacar também o trabalho do ministro Wellington Dias, que é um fenômeno no Piauí e hoje lidera o esforço nacional que tirou, mais uma vez, o Brasil do Mapa da Fome. Foi ele quem ajudou a tirar o nosso povo da fila do osso.”

Assessoria de Comunicação – MDS

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Lula deve indicar Miriam Belchior para a Casa Civil, afirma Rui Costa

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Brasília (DF), 29/05/2024 - A secretária executiva da Casa Civil, Miriam Belchior, durante anúncio de novas medidas de apoio à população e à reconstrução do Rio Grande do Sul. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Marcelo Camargo/Agência Brasil

O ministro da Casa Civil, Rui Costa, confirmou nesta quinta-feira (29) que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) escolheu a atual secretária-executiva da pasta, Miriam Belchior, para assumir o comando do ministério a partir de abril, quando ele deixará o cargo para se dedicar à disputa eleitoral.

Segundo Rui Costa, a decisão já foi comunicada pelo presidente tanto a ele quanto à futura ministra. “Ela foi ministra do Planejamento, é uma técnica competente e dará continuidade ao trabalho do governo. A prioridade do presidente é manter pessoas da própria equipe, evitando rupturas nas ações em andamento”, afirmou.

Miriam Belchior é filiada ao PT desde a década de 1980 e tem trajetória consolidada em gestões petistas. Já ocupou os cargos de ministra do Planejamento e da Casa Civil, presidiu a Caixa Econômica Federal e foi coordenadora do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Ela também foi casada com o ex-prefeito de Santo André, Celso Daniel, assassinado em 2002.

Estratégia do Planalto

Com a proximidade do prazo legal para desincompatibilização, o governo Lula deve passar por uma série de mudanças ministeriais. A estratégia do Palácio do Planalto é utilizar a visibilidade da Esplanada como impulso eleitoral para ampliar a base governista no Congresso Nacional em 2026.

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Entre os ministros que devem deixar o governo para disputar eleições estão Fernando Haddad (Fazenda), Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais), Camilo Santana (Educação) e a própria Simone Tebet (Planejamento), além de outros integrantes do primeiro escalão.

A avaliação de governistas é que a direita tende a sair fortalecida das próximas eleições, especialmente pelo desempenho nas redes sociais. Por isso, o Planalto aposta em nomes conhecidos para tentar equilibrar a disputa e garantir maior representação no Congresso.

Fonte: Jovem Pan
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