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Comunicação e política do Entorno são destaque no COMPOL Goiás 2025

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📍 Goiânia

A Região Metropolitana do Entorno do Distrito Federal foi destaque no COMPOL Goiás 2025, realizado nesta sexta-feira (10), em Goiânia. O secretário de Estado do Entorno do DF, Pábio Mossoró, participou do painel “A comunicação política como ferramenta de transparência e mobilização popular”, ao lado do secretário do Entorno do DF (GDF), Cristian Viana, e da secretária de Economia, Gestão e Planejamento de Pirenópolis, Escolástica Menezes.

Durante o painel, Pábio Mossoró destacou que a comunicação pública é um instrumento essencial para fortalecer a confiança entre governo e sociedade, especialmente em regiões com grandes desafios de integração, como o Entorno.

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“A ferramenta mais importante do político é sua conduta, é seu histórico. A população reconhece quem trabalha com seriedade. No Entorno, estamos mudando a narrativa: de uma região lembrada apenas pelos problemas para uma região reconhecida pelas oportunidades, pelo turismo, pela cultura e pelo trabalho do seu povo”, afirmou.

O secretário também ressaltou o papel da comunicação no fortalecimento da governança interfederativa entre Goiás, Distrito Federal e União, destacando que o diálogo transparente e contínuo é o caminho para políticas públicas duradouras e de maior alcance social.

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“Quando a gente comunica com verdade, aproxima as pessoas das decisões. Essa mobilização fortalece as políticas públicas e torna possível a integração da nossa região metropolitana”, completou.

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Representando o Governo do Distrito Federal, Cristian Viana defendeu a necessidade de ampliar o debate político para além dos períodos eleitorais. Segundo ele, apenas 11% dos brasileiros são filiados a partidos, o que limita o alcance das decisões políticas.

“Toda a política nacional é decidida por cerca de 10% da população. Precisamos discutir política o ano todo e transformar a comunicação em instrumento de conscientização”, afirmou.

A secretária Escolástica Menezes compartilhou a experiência de Pirenópolis, reconhecida nacionalmente por sua vocação turística. Ela reforçou a importância de equilibrar a divulgação externa da cidade com o fortalecimento da comunicação interna e da gestão pública.

“A comunicação é como o trabalho de uma formiga: diária, constante e essencial. Não basta divulgar nossas belezas, é preciso ouvir e valorizar quem faz parte da cidade”, destacou.

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O COMPOL Goiás 2025 é considerado o maior evento de comunicação política e institucional do país. Promovido pelo COMPOL Brasil, em parceria com a Arcadium Comunicações Políticas e a Mentoria Eleitoral, o encontro reuniu autoridades, gestores e comunicadores para debater o papel da comunicação pública na promoção da transparência e da participação cidadã.

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Secretaria do Entorno do DF | Governo de Goiás

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Judicialização de concursos cresce no DF e especialista explica como candidatos podem evitar disputas judiciais

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DF registrou mais de 53 mil ações relacionadas a concursos públicos em 2025. Especialista aponta que atenção ao edital pode evitar processos.

O número de ações judiciais relacionadas a concursos públicos tem crescido no Distrito Federal. Levantamento recente aponta que o DF registrou mais de 53 mil processos envolvendo classificação em concursos em 2025, sendo a segunda unidade da federação com maior volume de judicializações no país. Entre os principais motivos estão questionamentos sobre notas, formulação de questões e critérios de correção.

A judicialização de concursos públicos costuma ocorrer quando candidatos identificam possíveis irregularidades no processo seletivo ou discordam de decisões tomadas pelas bancas examinadoras. Nesses casos, o recurso ao Judiciário surge como alternativa para contestar resultados ou etapas do certame.

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Segundo a advogada administrativista Flávia de Sá Campos, do Centro Universitário UniProcessus, a atuação da Justiça nesses casos ocorre apenas quando há indícios claros de ilegalidade no processo.

“A intervenção judicial é legítima quando há ilegalidade, como erro material, violação ao edital, cobrança de conteúdo fora do programa previsto ou ausência de critérios objetivos de correção”, explica.

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A especialista destaca que muitos conflitos poderiam ser evitados ainda nas etapas administrativas do próprio concurso.

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“O candidato bem preparado não estuda apenas o conteúdo da prova, mas também acompanha atentamente as regras do edital e os prazos para apresentação de recursos, evitando uma judicialização desnecessária”, afirma.

Flávia também aponta que parte das ações surge em etapas específicas dos certames.

“Grande parte das judicializações em concursos públicos ocorre após reprovações em fases como exames médicos, investigações de vida pregressa ou avaliações documentais. Muitas dessas situações poderiam ser evitadas com a leitura atenta do edital e com a apresentação correta dos documentos exigidos pela banca examinadora”, conclui.

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Estudos sobre judicialização em concursos públicos também indicam que grande parte das ações não resulta em alteração no resultado dos certames. Levantamento do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos aponta que mais de 75% das decisões analisadas foram consideradas improcedentes, o que reforça a importância de atenção às regras do edital e aos recursos administrativos previstos nos processos seletivos.

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