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Politica

Conferência Distrital de Unidades de Conservação 2026 terá Voluntariado como tema

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Comissão organizadora do evento optou pela temática por ir ao encontro de decisão da ONU

Voluntariado nas Unidades de Conservação. Este será o tema da 3ª Conferência Distrital de Unidades de Conservação (CDUC), definido pela Comissão Organizadora do evento, que é realizado desde 2024 pelo Instituto Brasília Ambiental. Este ano a Conferência ocorre nos dias 9 e 10 de julho no auditório da Associação de Docentes da Universidade de Brasília (Adunb).

A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, destaca a importância do evento. “A Conferência Distrital de Unidades de Conservação é um evento integrador do governo, sociedade civil e cientistas. Ela é fundamental para fortalecer a gestão participativa e a proteção do Cerrado no DF”, lembra.

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O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, ressalta a relevância do tema em debate este ano. “Debater o voluntariado nas Unidades de Conservação é fundamental para fortalecer a gestão dessas áreas protegidas, conectar a sociedade ao meio ambiente e promover a sustentabilidade socioambiental. O voluntariado preenche, muitas vezes, lacunas na gestão, envolvendo o cidadão no cuidado de um espaço ecológico que é dele, no sentido de existir para ele usufruir, para ele ter qualidade de vida. Cria o sentimento de pertencimento na sociedade com relação às Unidades de Conservação”, enfatiza.

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O Superintendente de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água da autarquia, Marcos João Cunha, explica que o tema escolhido foi inspirado numa decisão da Organização das Nações Unidas (ONU). “A ONU decretou 2026 como o Ano Internacional do Voluntariado em Desenvolvimento Sustentável, e, por esse motivo, o tema da nossa Conferência será Voluntariado nas Unidades de Conservação. No ano passado lançamos uma Instrução Normativa para normatizar esse trabalho. Temos uma Comissão que já está trabalhando, que deve fazer um levantamento de projetos que podemos oferecer, e temos conselhos também em Unidades de Conservação, que são trabalhos voluntários. Nossa intenção é juntar tudo isso, juntar todo esse pessoal, que já desenvolve esse tipo de trabalho, pra discutir a importância do voluntariado e como ele pode agregar na gestão das Unidades de Conservação”, detalhou.

A coordenadora da Comissão Organizadora da Conferência, Vanessa Sousa de Oliveira, lembra que A Pesquisa Voluntariado Brasil<https://pesquisavoluntariado.org.br/> 2021 aponta que 56% da população adulta informa fazer ou já ter feito alguma atividade voluntária na vida. “O número de voluntários ativos também é bem expressivo: são cerca de 57 milhões de brasileiros comprometidos com atividades voluntárias, destinadas a diversas formas de atividades que promovem o bem-estar social”, acrescenta.

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Entre os objetivos da Conferência Distrital de Unidades de Conservação estão: a construção de um espaço permanente de diálogo sobre as UCs, a fim de fortalecer as redes estratégicas de atuação junto às áreas protegidas; a discussão das macros questões que envolvem a gestão das UCs, como governança territorial, oferecimento de serviços ambientais, mudanças climáticas, visitação qualificada, entre outras; e o fortalecimento das ações entre os atores ligados à área socioambiental, vindos de diversos campos da sociedade civil organizada, do meio científico e da Administração Pública, que envolvam as unidades distritais de conservação.

A Conferência tem como público alvo estudantes, gestores das UCs, pesquisadores, professores, ambientalistas, frequentadores das Ucs, servidores públicos e a sociedade civil interessada. Em 2024 o evento contou com 306 inscrições, e o ano passado foram 313 inscritos.

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Politica

Entre o cuidado e a liderança, mulheres transformam a saúde pública no DF

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Evento “O Protagonismo Feminino na Saúde Pública” reúne profissionais no Hospital de Base para discutir desafios, avanços e o impacto do trabalho feminino no SUS

 

O que antes era visto apenas como vocação hoje também se afirma como liderança. Cada vez mais presentes em espaços de decisão, mulheres têm ampliado sua atuação na saúde pública e influenciado diretamente a forma como o cuidado chega à população.
Esse movimento foi o centro do evento “O Protagonismo Feminino na Saúde Pública”, realizado na manhã desta quarta-feira (25), no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). O encontro reuniu profissionais para discutir o papel feminino na assistência, na gestão e na construção de políticas públicas de saúde.
Ao longo da programação, foram destacadas as contribuições de mulheres que atuam diariamente no Sistema Único de Saúde (SUS), seja na linha de frente do atendimento, na liderança de equipes ou na produção de conhecimento.
Para a diretora de Inovação, Ensino e Pesquisa do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), Emanuela Dourado Rebelo Ferraz, a valorização feminina também é uma estratégia de gestão. “A valorização de mulheres na saúde é, acima de tudo, uma decisão de gestão inteligente. É um compromisso empoderar, de forma correta, as mulheres que atuam todos os dias nas unidades geridas pelo Instituto. Esse posicionamento não é apenas no Mês da Mulher, mas durante todo o ano”, afirmou.
O encontro também abriu espaço para a troca de experiências entre lideranças femininas de diferentes áreas da rede.
Liderança feminina na prática
Durante uma roda de conversa, gestoras compartilharam vivências e desafios enfrentados pelas mulheres na saúde, como a jornada dupla, a busca por reconhecimento profissional e o enfrentamento do machismo estrutural.
Participaram do debate a gerente do Hospital Cidade do Sol, Júlia Karoline Gurgel Costa; a gerente geral da assistência das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), Adriana Gonçalves; a gerente geral de Humanização e Experiência do Paciente, Anucha Soares de Almeida de Araújo; a chefe do núcleo de Educação Permanente, Nubia Ayala; e a gerente de Medicina Interna, Flávia Letícia.
“A mulher traz sensibilidade, empatia e horizontalidade ao atendimento na saúde. Ela se coloca próximo do paciente, tirando o olhar técnico e burocrático para tudo”, destacou Adriana.
Além das discussões, o evento incluiu um momento de pausa e reconexão conduzido pelo colaborador da Gerência de Inovação em Saúde, Mir Rodrigues, com foco no bem-estar dos participantes.
Ao final, a colaboradora da superintendência jurídica, Juliana von Sterling, apresentou orientações de convivência e etiqueta no ambiente profissional.
Programação continua
A programação especial pelo Mês da Mulher segue nesta quarta-feira (26), com um bate-papo sobre dependência química, em formato de perguntas e respostas. O encontro abordará possibilidades de tratamento, redução de estigmas e estratégias de autocuidado.
A atividade será realizada no auditório do Hospital de Base, das 9h às 11h, com transmissão ao vivo Canal do IgesDF no YouTube.
Créditos:
Texto por Por Giovanna Inoue
Fotos: Ualisson Noronha
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