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Brasília debate felicidade, reúne público expressivo e já projeta nova edição para 2027

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Com presença de autoridades e programação diversa, congresso destacou dados inéditos e reforçou a importância do bem-estar como política pública

Brasília recebeu, nesta sexta-feira (20), a segunda edição do Congresso da Felicidade, que movimentou o Museu Nacional da República ao longo de todo o dia e reuniu cerca de duas mil pessoas em torno de um tema cada vez mais presente no debate contemporâneo: o bem-estar como eixo de desenvolvimento social.

Com o tema “Educação para a Felicidade”, o encontro integrou as celebrações do Dia Internacional da Felicidade e conectou ciência, políticas públicas, espiritualidade e experiências individuais. Realizado pelo IPCB, com apoio do Ministério da Cultura e da Secretaria de Articulação Federativa e Comitês de Cultura, o evento reforçou o avanço do tema como pauta estratégica na gestão pública.

“A programação foi desenhada para proporcionar uma verdadeira imersão no conceito de felicidade como política de desenvolvimento, com momentos simbólicos, palestras de alto nível e experiências interativas ao longo de todo o dia”, explica Cosete Ramos, idealizadora do movimento Brasília Capital da Felicidade e consultora do Congresso.

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A abertura contou com a presença de autoridades, marcando o caráter institucional do evento. O início também foi pontuado por uma ambientação imersiva e pelo simbólico “Abraço pela Felicidade”, conduzido por Cosete.

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A programação da manhã teve um viés mais técnico, com foco em dados e políticas públicas. Um dos destaques foi a apresentação da primeira pesquisa oficial sobre felicidade no Distrito Federal, conduzida pelo Instituto de Pesquisa e Estatística do DF (IPEDF). O estudo partiu de uma pergunta central: “o que faz você feliz?” e analisou diferentes dimensões da vida cotidiana, identificando fatores diretamente ligados à percepção de bem-estar e oferecendo subsídios para a formulação de políticas públicas mais alinhadas à realidade da população.

Especialistas nacionais e internacionais também participaram do debate. Entre eles, o diretor do Centro de Felicidade Interna Bruta do Butão, Dr. Lhatu, que compartilhou experiências do país referência mundial no tema.

Quando a felicidade ganha dimensão prática

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Na parte da tarde, o congresso assumiu um caráter mais interativo e sensorial, voltado à aplicação prática do conceito de felicidade em diferentes contextos, como escolas, empresas e relações pessoais. Dinâmicas com o público e reflexões sobre emoções contribuíram para aproximar o tema do cotidiano.

A psicóloga Cristiane Baldum, que participou do evento, destacou esse momento como um dos mais relevantes da programação. “Um ponto muito importante foi mostrar como levar a felicidade para diversos lugares, como escolas, hospitais e empresas. Como ser feliz no trabalho, algo simples, mas tão importante”, afirmou. Ela também ressaltou a dimensão espiritual abordada no encontro. “O Bispo JB trouxe essa reflexão usando a palavra de Deus, mostrando que esse também é um elemento importante para encontrar a felicidade”, completou.

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O encerramento reforçou o caráter contínuo da iniciativa, com o anúncio da terceira edição do Congresso da Felicidade, prevista para 2027, que terá como tema central “Saúde Mental e Felicidade”.

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“Mais do que um evento, estamos construindo um movimento que coloca a felicidade no centro das decisões, tanto individuais quanto coletivas. A próxima edição já nasce com esse compromisso de avançar ainda mais nesse debate”, destacou Jorge Luiz, gestor do IPCB.

 

 

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Créditos:

Eduardo Ruy Ramos, Jorge Luiz e Cosete Ramos –

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Por Paulo Cavera

Divulgação Segunda edição – Congresso da Felicidade

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CRESCENTE VIOLÊNCIA CONTRA MULHERES ALERTA SOBRE CAUSAS DO PROBLEMA

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Os casos de misoginia contra as mulheres chama atenção devido ao crescente número de ocorrências. O fato é que essa situação revela o motivo pelo qual a luta delas deve continuar para fomentar a reflexão sobre as causas para tanto rancor e destacam a necessidade da criação de medidas efetivas contra os agressores, como a nova proposta que equipara a misoginia ao racismo.

A ação é definida como qualquer tipo de ódio, desprezo ou preconceito contra elas, sendo considerado um fenômeno complexo e antigo, decorrente de uma combinação de fatores culturais e estruturais. Para a PHD em neurociência, psicanalista e psicopedagoga, Ângela Mathylde Soares, os casos se tornaram mais preocupantes devido à tecnologia com sua capacidade de propagação de diferentes discursos, inclusive, os violentos.

A aversão é alimentada na internet com discursos de ódio, propagado em diferentes plataformas, com publicações feitas na “machosfera” para desqualificar, assediar, incitar violência e proteger os agressores.

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O desprezo ainda é mais comum do que se imagina, mesmo entre os jovens. Para se ter uma ideia, uma pesquisa da Ipsos da Inglaterra, em parceria com o Instituto Global de Liderança Feminina da King’s Business School, apontou que 31% dos homens da geração Z – ou seja, nascidos entre 1997 e 2012 – acreditam que a mulher deve ser submissa ao marido, ou seja, obedecer todos os seus desejos. Mais de 23 mil pessoas, em 29 países – incluindo o Brasil – foram consultadas.

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Ângela afirma que os motivos para essa situação estão diretamente ligados à frustração masculina e ressentimento em se sentirem rejeitados, inadequados ou deslocados, por não terem atraído a atenção feminina, por exemplo, e assim, optam por desumanizá-las.

Assim, surgem movimentos como os “red pills” e “incels”, movidos pela crença superior masculina, mais racional e sensata. Dessa forma, as mulheres são vistas como interesseiras, manipuladoras, excessivamente emocionais e culpadas pelas próprias dores. A questão é que a superioridade é apenas uma fachada de uma mente fragilizada e ferida.

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É importante entender que as mulheres são seres livres, com pensamentos e desejos próprios. Elas não são obrigadas a se envolverem com pessoas, apenas para agradá-las e, muito menos, devem ser tratadas como objetos. As mesmas devem possuir o direito de caminhar tranquilamente pelas ruas, escolherem com quem se relacionar e trabalhar sem medo de se tornarem apenas mais um nome e número nas tristes estatísticas. Ainda existe um longo caminho a ser percorrido contra a misoginia e violência para ampliação da liberdade feminina.

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