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Ex-ministra do governo Bolsonaro, Cristiane Britto denuncia violações de direitos humanos em audiência da CDH e pede ação internacional

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Durante audiência no Senado, ex-ministra critica atuação do Judiciário, denuncia bloqueio de bens de familiares de investigados e defende apuração internacional dos casos.

Na audiência pública promovida pela Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado Federal, a ex-ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos do governo Bolsonaro, Cristiane Britto, fez um pronunciamento firme e emocionado em defesa dos familiares dos detidos e processados após os eventos de 8 de janeiro.

Em sua fala, Britto denunciou o que classificou como violações graves e inconstitucionais de direitos fundamentais, apontando que tais ações estariam sendo instrumentalizadas pelo próprio Poder Judiciário.

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“A pena não pode ultrapassar a pessoa do acusado, isso está na Constituição. E o que vimos são famílias sendo punidas junto com seus entes, crianças sem escola, sem plano de saúde, bens bloqueados. Isso é surreal e inconstitucional.”

Advogada com mais de 20 anos de atuação, Cristiane Britto destacou a frustração da comunidade jurídica com a condução dos processos judiciais, questionando a ausência de duplo grau de jurisdição e a negativa de prisão domiciliar para pessoas com comorbidades comprovadas. Ela também apontou o contraste com outros casos de corrupção:

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“Sérgio Cabral, condenado por roubo de bilhões da saúde, está em casa. E os presos do 8 de janeiro, com laudos médicos, continuam detidos. A justiça não está sendo feita.”

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A ex-ministra reforçou o pedido para que os casos sejam levados a cortes internacionais, ecoando falas de outros parlamentares durante a audiência. Parabenizou a senadora Damares Alves pela coragem em promover o debate e manifestou solidariedade aos familiares presentes, em especial a Jane e sua filha Luísa.

“Não é essa a justiça que eu aprendi nos bancos da faculdade. Só me resta torcer, como ex-ministra dos Direitos Humanos, para que tudo isso seja reparado. Não como no caso do Clezão, que não volta mais, mas para que a dor dessa história sirva de lição e de reparação.”

Ao final, Cristiane Britto fez um apelo à união entre os parlamentares e reiterou seu compromisso com a busca por justiça:

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“É preciso uma união de esforços. O Senado Federal, junto a deputados corajosos, pode fazer essa verdade chegar aos quatro cantos do mundo. Conte comigo sempre.

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Dia Internacional da Mulher (8 de março) – Mulheres na Política: Cotas, Representatividade e o Futuro Eleitoral de 2026

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Em ano eleitoral, o próximo dia 8 de março – Dia Internacional da Mulher – é a oportunidade ideal para debater a importância estratégica das mulheres na política brasileira. Com as eleições de 2026 se aproximando, temas como as lutas históricas pelo sufrágio e igualdade, a efetividade das cotas de gênero (que garantem 30% de candidaturas femininas), os desafios de financiamento e visibilidade, e o posicionamento partidário das mulheres ganham urgência. Como as mulheres devem se posicionar no campo político para ampliar sua influência e transformar o Congresso e as assembleias em espaços mais representativos?

À disposição para entrevistas, debates e mesas-redondas: Tatiane Fabíola , presidente do Podemos Mulher DF. Líder experiente no empoderamento feminino na política local, Tatiane traz expertise sobre a representatividade feminina no Distrito Federal e no Brasil.

– A relevância das cotas e sua implementação prática nos partidos.
– O papel das mulheres nos partidos como agentes de mudança em 2026.
– Estratégias para reforçar a presença feminina no cenário eleitoral, combatendo desigualdades históricas.
– Exemplos de conquistas e desafios no Podemos Mulher DF.

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“Essa pauta reforça a necessidade de mais mulheres na política para uma democracia plena – o momento pede para ampliarmos o debate!”, reforça a presidente do Podemos Mulher DF, Tatiane Fabíola.

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