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Politica

IgesDF lança edital para bolsas de Iniciação Científica na área da saúde

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Serão concedidas 10 bolsas no valor mensal de R$ 500. Inscrições serão de 2 de fevereiro até 9 de março de 2026
 Por Luciane Paz
O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) está com edital aberto para o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC) 2026–2027. A iniciativa visa fortalecer a pesquisa científica, tecnológica e de inovação no âmbito da saúde pública do DF. As inscrições podem ser realizadas de 2 de fevereiro a 9 de março de 2026.
Ao todo, serão concedidas 10 bolsas de iniciação científica, no valor mensal de R$ 500 (quinhentos reais), pelo período de 12 meses, destinadas a estudantes de graduação regularmente matriculados em cursos da área da saúde ou de tecnologia e inovação, desde que os projetos estejam vinculados a temáticas em saúde.
O programa tem como objetivo incentivar a formação científica, o domínio de técnicas e métodos de pesquisa, além de estimular o pensamento crítico, a criatividade e a cultura da inovação. A proposta também busca aproximar os estudantes dos grupos de pesquisa do IgesDF e fortalecer a articulação entre graduação, pós-graduação, instituições de ensino parceiras e o setor produtivo.
Para a Diretora de Inovação, Ensino e Pesquisa (Diep) do IgesDF, Emanuela Dourado, o programa representa um passo importante na trajetória acadêmica e profissional dos estudantes.  “A Iniciação Científica é, muitas vezes, o primeiro contato do estudante com a pesquisa aplicada à saúde. É uma oportunidade concreta de aprender, testar e produzir conhecimento que pode, de fato, melhorar os serviços de saúde e o SUS”, afirma.
Podem participar do PIBIC estudantes regularmente matriculados na Escola Superior de Ciências da Saúde (ESCS) e em Instituições de Ensino Superior públicas e privadas conveniadas ao IgesDF para Estágio Curricular Obrigatório. Entre elas estão:
Uniceplac; CEUB; UCB; UnB; Unieuro; UDF; Anhanguera Educacional; Estácio Brasília; Faculdade LS; ICESP; UPIS; Unidesc; SENAC-DF; Unyleya; entre outras instituições parceiras.
Serviço
Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC) – IgesDF
Período de inscrição: de 02/02/2026 a 09/03/2026
Público-alvo: estudantes de graduação da área da saúde ou de tecnologia e inovação, com projetos vinculados à saúde
Bolsa: R$ 500 (quinhentos reais) mensais
Duração: até 12 meses
Página do programa:  Iniciação Científica
Contato para dúvidas: napes@igesdf.org.br, (61) 3550-8837 (telefone e WhatsApp)
 

 

Assessoria de Comunicação

imprensa@igesdf.org.br

( 61 3550-9281
Atendimento à imprensa: Segunda a sexta – 8h às 18h
Sábados, domingos e feriados – 9h às 17h

Acesse: https://igesdf.org.br/

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Mulheres lideram consumo de livros no Brasil e redefinem o mercado editorial

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Com 62% das compras realizadas por mulheres em 2025, leitoras influenciam tiragens, temas e ampliam espaço de autoras nas prateleiras

As mulheres não apenas leem mais no Brasil, elas sustentam o mercado editorial. Dados da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil 2024, do Instituto Pró-Livro, mostram que 49% das mulheres se declaram leitoras, contra 44% dos homens. Já o levantamento Panorama do Consumo de Livros 2025, da Nielsen BookData, aponta que, no último ano, 62% das pessoas que compraram livros no país foram mulheres.

O impacto vai além das livrarias, e são elas que, majoritariamente, incentivam o hábito de leitura dentro de casa, indicam títulos em clubes e nas redes sociais e impulsionam tendências que rapidamente chegam às listas de mais vendidos.

O reflexo aparece nas prateleiras, editoras têm ampliado a publicação de autoras, investido em gêneros com forte apelo feminino, como romantasia e ficção contemporânea, e aberto espaço para temas que antes circulavam à margem, como menopausa, maternidade real, carreira, saúde mental e autonomia financeira.

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“O protagonismo feminino no consumo de livros do Brasil revela muito mais do que uma tendência de mercado, aponta para uma mudança estrutural no cenário editorial”, afirma a escritora e produtora cultural brasiliense Lella Malta.

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Segundo ela, o movimento vai muito além da compra de um livro. “Mais do que consumidoras, somos criadoras de conteúdo, mediadoras e articuladoras culturais. Buscamos narrativas plurais, representatividade, aprofundamento emocional e diversidade de vozes. Isso impulsiona o surgimento de novos selos, clubes de leitura, eventos literários e projetos independentes liderados por mulheres”.

Para além da leitura, cresce também a busca por profissionalização da escrita e dos serviços editoriais. Lella coordena dois projetos voltados à inserção feminina no setor. O Escreva, Garota! funciona como comunidade de formação para mulheres que desejam escrever e publicar. Já o Elas Publicam é um encontro voltado a profissionais que atuam em diferentes etapas da produção editorial, de revisoras a editoras, de ilustradoras e agentes literárias.

“Já comandamos o consumo, agora precisamos ocupar de vez as prateleiras das livrarias e os espaços de decisão na cadeia produtiva do livro”, diz.

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Com mulheres influenciando o que se lê, o que se publica e o que se vende, o mercado editorial brasileiro passa por uma mudança silenciosa e estrutural. Quem compra define prioridades. Hoje, são elas que estão no centro dessa transformação.

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Elas indicam

Onde ler mais mulheres:

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  • Amora Livros – Clube de assinatura de livros escritos por mulheres (Instagram: @amoralivros_brasil)

  • Leia Mulheres – Clube de leitura (Instagram: @_leiamulheres)

  • Leituras Decoloniais – Clube de leitura como prática decolonial (Instagram: @leiturasdecoloniais)

Onde se profissionalizar, fazer networking e obter apoio para iniciar uma carreira literária:

  • Escreva, Garota! – Grupo de apoio, engajamento e capacitação continuada para mulheres que escrevem (Instagram: @escrevagarota )

  • Elas Publicam – Encontro de mulheres do mercado editorial e canal de notícias do mercado do livro brasileiro (Instagram: @elaspublicam )

Analu Leite (BA), autora de Verdades de Papel (Editora Urutau) indica a obra Solitária, de Eliana Alvez Cruz (Companhia das Letras).

Adriana Moro (PR), autora de Não me chame de mãe (Editora Urutau) indica a obra Boca do Mundo, de Dia Bárbara Nobre (Companhia das Letras).

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Caroline Ferreira (SP), autora de Chuva: poemas imprevistos e precipitados (Editora Viseu) indica a obra O Abate, de Vanessa Strelow (Oito e Meio).

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Assessoria de Imprensa

61 98251-9821 61 99514-5393

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