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Número de MEIs abertos em Goiás em 2025 já supera ano passado

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Marca alcançada em 2024, que registrou 105.744 aberturas, foi superada no dia 2 de outubro

Até o último dia 2 de outubro, 106.105 microempreendedores individuais (MEIs) tinham feito o registro de abertura de empresa em Goiás em 2025, segundo dados levantados pela Junta Comercial de Goiás (Juceg). Esse número já é maior que o registrado em todo o ano passado, quando 105.744 microempreendedores individuais registraram CNPJ no Estado.

O recorde, portanto, foi batido praticamente três meses antes do encerramento do ano. Os dados reforçam o compromisso do Governo de Goiás com o empreendedorismo, por meio de políticas de incentivo e desburocratização.

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O presidente da Juceg, Euclides Siqueira, aponta que o Governo de Goiás tem buscado impulsionar os pequenos empresários, ampliando suas oportunidades de trabalho e renda. “A evolução expressiva do MEI em Goiás acompanha o movimento nacional. Esse salto reforça a importância do segmento na geração de receita, inclusão produtiva e fortalecimento dos negócios”, considera.

Entre os incentivos oferecidos aos microempreendedores pelo governo estadual, Euclides cita como exemplo o programa Mais Crédito, que oferece empréstimos de até R$ 30 mil para MEIs, com condições facilitadas. Em empréstimos acima de R$ 5 mil, o Fundo Garantidor de Crédito (Fundec), criado com recursos do Governo de Goiás, assume a garantia da operação, com juros bem abaixo do mercado.

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Levantamento do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), divulgado em junho desse ano, já apontava um crescimento nas empresas do porte no país. O dado mostrou que os microempreendedores individuais correspondiam, àquela altura, a 77% do total de pequenos negócios abertos até maio de 2025.

A análise por setores mostra que a área de serviços liderou o número de aberturas de pequenos negócios até o momento. Nos cinco primeiros meses do ano, o número de aberturas de MEI nesse segmento apresentou um crescimento de 30,1% em relação a 2024.

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Fotos: Freepik/Ilustrativa

Legenda: Microempreendedores se destacam nas atividades de artesanato e confeitaria

Junta Comercial – Governo de Goiás

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Mulheres lideram consumo de livros no Brasil e redefinem o mercado editorial

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Com 62% das compras realizadas por mulheres em 2025, leitoras influenciam tiragens, temas e ampliam espaço de autoras nas prateleiras

As mulheres não apenas leem mais no Brasil, elas sustentam o mercado editorial. Dados da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil 2024, do Instituto Pró-Livro, mostram que 49% das mulheres se declaram leitoras, contra 44% dos homens. Já o levantamento Panorama do Consumo de Livros 2025, da Nielsen BookData, aponta que, no último ano, 62% das pessoas que compraram livros no país foram mulheres.

O impacto vai além das livrarias, e são elas que, majoritariamente, incentivam o hábito de leitura dentro de casa, indicam títulos em clubes e nas redes sociais e impulsionam tendências que rapidamente chegam às listas de mais vendidos.

O reflexo aparece nas prateleiras, editoras têm ampliado a publicação de autoras, investido em gêneros com forte apelo feminino, como romantasia e ficção contemporânea, e aberto espaço para temas que antes circulavam à margem, como menopausa, maternidade real, carreira, saúde mental e autonomia financeira.

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“O protagonismo feminino no consumo de livros do Brasil revela muito mais do que uma tendência de mercado, aponta para uma mudança estrutural no cenário editorial”, afirma a escritora e produtora cultural brasiliense Lella Malta.

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Segundo ela, o movimento vai muito além da compra de um livro. “Mais do que consumidoras, somos criadoras de conteúdo, mediadoras e articuladoras culturais. Buscamos narrativas plurais, representatividade, aprofundamento emocional e diversidade de vozes. Isso impulsiona o surgimento de novos selos, clubes de leitura, eventos literários e projetos independentes liderados por mulheres”.

Para além da leitura, cresce também a busca por profissionalização da escrita e dos serviços editoriais. Lella coordena dois projetos voltados à inserção feminina no setor. O Escreva, Garota! funciona como comunidade de formação para mulheres que desejam escrever e publicar. Já o Elas Publicam é um encontro voltado a profissionais que atuam em diferentes etapas da produção editorial, de revisoras a editoras, de ilustradoras e agentes literárias.

“Já comandamos o consumo, agora precisamos ocupar de vez as prateleiras das livrarias e os espaços de decisão na cadeia produtiva do livro”, diz.

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Com mulheres influenciando o que se lê, o que se publica e o que se vende, o mercado editorial brasileiro passa por uma mudança silenciosa e estrutural. Quem compra define prioridades. Hoje, são elas que estão no centro dessa transformação.

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Elas indicam

Onde ler mais mulheres:

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  • Amora Livros – Clube de assinatura de livros escritos por mulheres (Instagram: @amoralivros_brasil)

  • Leia Mulheres – Clube de leitura (Instagram: @_leiamulheres)

  • Leituras Decoloniais – Clube de leitura como prática decolonial (Instagram: @leiturasdecoloniais)

Onde se profissionalizar, fazer networking e obter apoio para iniciar uma carreira literária:

  • Escreva, Garota! – Grupo de apoio, engajamento e capacitação continuada para mulheres que escrevem (Instagram: @escrevagarota )

  • Elas Publicam – Encontro de mulheres do mercado editorial e canal de notícias do mercado do livro brasileiro (Instagram: @elaspublicam )

Analu Leite (BA), autora de Verdades de Papel (Editora Urutau) indica a obra Solitária, de Eliana Alvez Cruz (Companhia das Letras).

Adriana Moro (PR), autora de Não me chame de mãe (Editora Urutau) indica a obra Boca do Mundo, de Dia Bárbara Nobre (Companhia das Letras).

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Caroline Ferreira (SP), autora de Chuva: poemas imprevistos e precipitados (Editora Viseu) indica a obra O Abate, de Vanessa Strelow (Oito e Meio).

PREZZ COMUNICAÇÃO
Assessoria de Imprensa

61 98251-9821 61 99514-5393

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