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Últimos dias: o projeto de inclusão para mulheres, Aviva Brasília entra na reta final no Gama  

Publicado em

Divulgação_Freepik

Com cursos gratuitos de Assistente Administrativo e Copeira, a iniciativa prioriza mulheres idosas, lésbicas e transexuais

O projeto Aviva Brasília, que promove inclusão e capacitação profissional para mulheres no Distrito Federal, está se aproximando do encerramento no Gama. Com conclusão prevista para o dia 20 de dezembro, a iniciativa tem transformado vidas ao oferecer gratuitamente os cursos de Assistente Administrativo e Copeira, proporcionando desenvolvimento profissional e pessoal às participantes.

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Lançado em 25 de novembro na Administração Regional do Gama, o projeto conta com certificação nos cursos e apoio da Secretaria da Mulher do DF. Além das aulas práticas e teóricas, as participantes têm acesso a oficinas de criação de currículos, técnicas para entrevistas e estratégias de networking, ampliando suas chances no mercado de trabalho.

Com um olhar inclusivo, o Aviva Brasília priorizou mulheres idosas, lésbicas e transexuais para as vagas. “Ao proporcionar treinamento de qualidade em áreas estratégicas, como administração e atendimento, buscamos não apenas ampliar as oportunidades de emprego, mas também fortalecer a confiança dessas mulheres, ajudando-as a construir uma trajetória profissional sólida e transformadora,” destaca Roney Arnout, presidente do Instituto Integra Mais Um, responsável pela iniciativa.

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Serviço:

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Projeto Aviva Brasília

Quando: até dia 20/12

Onde: Administração Regional do Gama

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Mais informações: Link

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Mulheres lideram práticas de sustentabilidade no país e priorizam embalagens recicladas, aponta pesquisa

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Crédito: Getty Images
Levantamento da Nexus a pedido do Sindiplast mostra que 25% das mulheres dizem sempre escolher produtos com material reciclado; entre homens, índice é de 19%

As mulheres lideram o consumo consciente no Brasil quando o assunto é escolher produtos com embalagens recicladas. É o que mostra a pesquisa “Hábitos Sustentáveis & Percepções sobre o Plástico”, realizada pela Nexus encomendada pelo Sindiplast (Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado de São Paulo).
Segundo o levantamento, 25% das mulheres afirmam que sempre optam por produtos com material reciclado na hora da compra. Entre os homens, o percentual é menor: 19% dizem adotar essa prática de forma constante.
A pesquisa analisou homens e mulheres separadamente. Em cada grupo, os entrevistados se dividem entre as opções “sempre”, “na maioria das vezes”, “na minoria das vezes” e “nunca”, fechando 100% da amostra de cada gênero.
Mulheres lideram práticas de reciclagem e reaproveitamento de embalagens

A diferença vai além das prateleiras do supermercado. O estudo indica que o público feminino também declara maior frequência na adoção de práticas relacionadas à reciclagem no ambiente doméstico.

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  • Separação do lixo: 49% das mulheres dizem que sempre separam resíduos para reciclagem, contra 46% dos homens.
  • Reaproveitamento de embalagens: 36% afirmam que sempre reutilizam embalagens após o uso. Entre os homens, o índice é de 29%.

O levantamento também classificou os entrevistados em perfis de sustentabilidade. De acordo com os dados, 35% das mulheres estão no grupo considerado mais engajado, adotando práticas sustentáveis com maior frequência.

Já entre os homens, a maioria (58%) afirma reconhecer a importância do tema, mas não realiza ações em prol do meio ambiente com regularidade.
Preocupação com as mudanças climáticas

O estudo identificou diferenças na forma como homens e mulheres percebem os impactos ambientais.

Entre as mulheres, 24% apontam alagamentos e enchentes como a principal preocupação ambiental, quase o dobro do índice registrado entre os homens (13%).
Na avaliação dos responsáveis pelo estudo, a maior atenção a efeitos que impactam diretamente o cotidiano pode ajudar a explicar um comportamento mais ativo do público feminino na escolha de produtos e na gestão de resíduos.
Para Paulo Teixeira, diretor-superintendente do Sindiplast, os dados indicam que as mulheres apresentam maior adesão a práticas sustentáveis. “Elas transformam preocupação em atitude no momento da compra. Não é apenas discurso, mas um comportamento recorrente. Quando a sustentabilidade se torna parte do dia a dia, passa a influenciar diferentes etapas do consumo”, afirma o executivo.
A pesquisa ouviu 2.009 pessoas por telefone, em todas as 27 Unidades da Federação. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

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