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Saúde

Mulher moderna: a Importância do Congelamento de Óvulos para a Maternidade

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Créditos: Pixabay

Técnica é indicada para mulheres que desejam adiar a gravidez por motivos profissionais ou pessoais

A mulher moderna e os seus desafios têm se colocado diante de um dilema, como ajustar a rotina de correrias diárias para tornar realidade o sonho de ter um filho? Uma pesquisa feita com 1000 mulheres americanas acima dos 35 anos revelou que relacionamentos, estilo de vida e questões financeiras foram os principais fatores que impactaram as decisões de adiar a gravidez. A pesquisa feita pela Win, uma provedora de benefícios para construção familiar, apontou que ao adiar a gravidez, 93% das mulheres entrevistadas disseram que alcançaram objetivos relacionados ao estilo de vida ou às finanças. Outros estudos mostram que nos Estados Unidos e na Europa, segundo a Revista Forbes, os ganhos das mulheres que decidem ter filhos antes dos 35 anos, no auge da sua capacidade reprodutiva, despencam e suas trajetórias de carreira desaceleram. Os mesmos estudos, apontam que as mulheres que não têm filhos, em geral, continuam a aumentar seus ganhos em uma taxa semelhante à dos homens.

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Para o Dr. Alfonso Massaguer, o congelamento de óvulos surge como a melhor alternativa para esse número crescente de mulheres que decidem pelo adiamento da gravidez. Massaguer é o especialista responsável pela clínica mãe de Medicina Reprodutiva onde a procura pela técnica não para de crescer. “A gente verifica entre as nossas pacientes que, pelo fato de as mulheres quererem engravidar cada vez mais tarde, este procedimento se apresenta como uma alternativa excelente para garantir uma gestação tardia, permitindo que a mulher escolha o melhor momento em sua vida para engravidar”, enfatiza.

 

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Foi o caso de Larissa Martinez que estava com mais de 35 anos, quando realizou um teste que indicou uma reserva ovariana baixa. Sua ginecologista, inicialmente, desaconselhou o congelamento de óvulos, enquanto sua mãe confiou em uma concepção natural no tempo certo.

 

No entanto, Larissa estava determinada a tomar medidas para preservar sua fertilidade. E preocupada com sua capacidade de conceber no futuro, ela buscou a ajuda de um especialista em reprodução. “Eu contei muito com o apoio de uma amiga que me deu a força necessária para buscar uma clínica de Reprodução onde fui acolhida e encorajada a seguir meus instintos”, revela.

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Na clínica, ela recebeu as informações necessárias sobre como funciona o processo de congelamento de óvulos e as chances de sucesso do procedimento. “Atualmente existem muitas técnicas de congelar óvulos, porém a vitrificação é a mais comum, com sobrevivência de 95% no descongelamento. Mesmo com números tão elevados, ainda são necessários alguns cuidados para poder fazer essa extensão da fertilidade”, destacou o médico.

 

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Para o Dr. Massaguer, o suporte da família e do entorno social da paciente é importante para o bem-estar emocional dela e para sucesso do tratamento. Mas é a determinação e a confiança na equipe médica que tornam a jornada mais promissora. Como no caso da Larissa que após o tratamento, conseguiu congelar seus óvulos, “esse foi um primeiro e importante passo para me dar a tranquilidade que eu preciso nesse momento da minha vida, sem abandonar o sonho de futuramente ter filhos”, finaliza.

Sobre Dr. Alfonso Massaguer – CRM 97.335

 

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É Médico pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) Ginecologista e Obstetra pelo Hospital das Clínicas e atua em Reprodução Humana há 20 anos. Dr. Alfonso é diretor clínico da MAE (Medicina de Atendimento Especializado) especializada em reprodução assistida. Foi professor responsável pelo curso de reprodução humana da FMU por 6 anos. Membro da Federação Brasileira da Associação de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO), das Sociedades Catalãs de Ginecologia e Obstetrícia e Americana de Reprodução Assistida (ASRM). Também é diretor técnico da Clínica Engravida, autor de vários capítulos de ginecologia, obstetrícia e reprodução humana em livros de medicina, com passagens em centros na Espanha e Canadá.

 

 

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Sobre a Clínica Mãe

 

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A Clínica Mãe é uma instituição de referência em reprodução assistida, dedicada a ajudar pessoas a realizarem o sonho de se tornarem pais. Com uma equipe altamente qualificada e utilizando as mais recentes tecnologias e métodos, a Clínica Mãe está comprometida em proporcionar cuidados personalizados e de alta qualidade a cada um de seus pacientes.

 

 

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Saúde

Unidades de Pronto Atendimento do DF recebem ações voltadas ao cuidado com a saúde mental

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Iniciativa integra a Campanha do Janeiro Branco e é desenvolvida pelo Projeto Acolher, do IgesDF
Por Ivan Trindade
Música, escuta ativa e diálogos sobre saúde mental marcaram as ações da Campanha do Janeiro Branco realizadas nesta semana nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e em polos administrativos do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). Em meio à rotina intensa de quem atua diariamente no atendimento à população, o Núcleo de Qualidade de Vida no Trabalho (NUVID), por meio do Projeto Acolher, levou às unidades a ação “Prosa e Melodia”.
A iniciativa promoveu momentos de acolhimento, integração e sensibilização. Psicólogos conduziram conversas leves e informativas, reforçando a importância do autocuidado e destacando que profissionais que cuidam do outro também precisam ter sua saúde mental preservada.
As atividades integram a programação do Janeiro Branco nas unidades geridas pelo IgesDF. O ciclo de ações teve início no dia 12 de janeiro, passando pelas UPAs do Gama, Planaltina, Samambaia e Recanto das Emas. No dia 13, foi a vez das equipes de São Sebastião e Paranoá. Já no dia 14, as ações chegaram às UPAs de Brazlândia, Núcleo Bandeirante, Riacho Fundo, Sobradinho e Vicente Pires, sempre com o objetivo de fortalecer o bem-estar e estimular a escuta ativa no ambiente de trabalho.
O propósito central da campanha é contribuir para a construção de um ambiente institucional mais humano, saudável e confiável. Segundo os organizadores, o cuidado com a saúde mental dos colaboradores impacta diretamente a qualidade da assistência prestada ao cidadão, formando uma cadeia positiva que começa no trabalhador e se reflete no atendimento ao paciente.
Para o diretor-presidente do IgesDF, Cleber Monteiro, a campanha evidencia o compromisso do Instituto com quem sustenta diariamente a saúde pública. “Sabemos que a rotina dentro de uma UPA exige preparo técnico, mas também equilíbrio emocional. Criar espaços como este significa reconhecer o valor do colaborador e proteger sua saúde mental, garantindo um atendimento mais humanizado à população. O Janeiro Branco materializa uma política de valorização do trabalhador, baseada no diálogo, na escuta e na aproximação entre gestão e equipes”, destaca.
Colaborador em primeiro lugar
Segundo a chefe do NUVID, Paula Paiva, a adesão crescente dos profissionais demonstra que a saúde mental deixou de ser um tabu dentro da instituição.
“O principal objetivo da ação é conscientizar os colaboradores sobre a importância do autocuidado para o bem-estar pessoal e para a qualidade do atendimento ao público. Vamos percorrer todas as unidades geridas pelo Instituto. Somente nas UPAs, cerca de 800 colaboradores serão diretamente impactados, com foco na redução da ansiedade e no estímulo à presença no momento atual”, afirma.
Na UPA de Brazlândia, a gestão percebe de perto os efeitos da iniciativa. O gerente substituto da unidade, Igor Cavalcante, relata que os profissionais se sentiram valorizados.
“O nosso cotidiano é muito intenso. Somos cerca de 160 colaboradores, além de terceirizados. Nesse cenário, ações como essa promovem acolhimento, conscientização e valorização, contribuindo para um ambiente menos pressionado e para a melhoria direta da qualidade do atendimento à população”, pontua.
Para o gerente da UPA do Núcleo Bandeirante, Neviton Batista, cuidar da saúde mental dos colaboradores não é uma opção, mas uma necessidade. “Pessoas emocionalmente saudáveis trabalham melhor, se relacionam melhor e têm mais qualidade de vida dentro e fora do ambiente de trabalho. Lidamos diariamente com pressão, sobrecarga e responsabilidades que não ficam do lado de fora quando entramos na instituição”, observa.
No dia 15, a ação também foi realizada no PO700, sede administrativa do IgesDF, reunindo colaboradores de diversos núcleos em um momento de diálogo, música e incentivo à busca por apoio e cuidados com a saúde física e mental. Na mesma data, as UPAs de Ceilândia I e II também receberam as equipes do Projeto Acolher.
Proposta continuada
O Projeto Acolher já é reconhecido internamente por atender a uma demanda essencial dos trabalhadores. Entre os serviços ofertados estão atendimentos em psicologia, psiquiatria, acupuntura, nutrição, meditação, Reiki e ginástica laboral, além de ações pontuais como o “Prosa e Melodia”.
A técnica de segurança do trabalho Luzia Tânia, que atua na UPA de Brazlândia, destaca a importância da iniciativa. “Atos como esse promovem a saúde mental dos colaboradores. Aqui criamos um painel com frases motivacionais, incentivando cuidados como a prática de atividades físicas e de lazer para aliviar o estresse da rotina hospitalar. O cuidado com a saúde mental impacta diretamente a qualidade do trabalho e a prevenção de acidentes”, ressalta.
O calendário de ações segue ao longo do mês, incluindo atividades no Centro de Distribuição, no dia 21, e será estendido às unidades administrativas e hospitalares do IgesDF.
Para Paula Paiva, o Janeiro Branco vai além de um marco simbólico. “Para o IgesDF, proteger a saúde mental é parte de uma gestão contínua. Isso preserva talentos, fortalece o espírito de equipe e melhora a qualidade do serviço público de saúde. Em um cenário de demandas crescentes, cuidar de quem cuida é um compromisso institucional”, finaliza.
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