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Saúde

Natal no IgesDF: Gratidão, esperança e união em uma celebração

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Festa natalina reúne colaboradores em clima de união e reconhecimento
Por Pollyana Cabral
Decoração natalina por todos os cantos, mesas recheadas com comidas típicas, música ao vivo, sorteios e a presença especial do Papai Noel distribuindo presentes. Assim foi a comemoração de Natal do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), realizada na tarde desta quarta-feira (18) para os colaboradores da sede localizada no edifício PO700.
O evento, marcado pela alegria e pelo espírito de união, foi uma oportunidade para celebrar as conquistas de 2024 e renovar as esperanças para o ano que está por vir. “Este foi um ano repleto de desafios e também de vitórias importantes. É com muita alegria que nos reunimos hoje para celebrar essa data tão especial, marcada pela união, pela esperança e pelo espírito de gratidão que o Natal nos inspira”, destacou o diretor-presidente do IgesDF, Dr. Juracy Cavalcante Lacerda Jr.
A celebração foi iniciada pelo Frei Elionaldo Ecione Silva, Pároco da Paróquia Sagrado Coração de Jesus e Nossa Senhora das Mercês. Com palavras cheias de esperança, ele conduziu uma prece especial e realizou orações universais, conectando os presentes ao verdadeiro significado do Natal.
Em seguida, Dr. Juracy expressou palavras de reconhecimento e motivação. “Estou muito feliz em ver os resultados deste ano e agradeço a toda a equipe do IgesDF e ao corpo diretivo. Sei dos desafios que enfrentamos. Cada um de vocês, ao sair de casa, deixa sua família para cuidar dos outros”, afirmou. Ele também fez questão de agradecer o apoio de sua própria família, que ele considera o alicerce fundamental para continuar sua missão com dedicação e propósito.
O presidente engradeceu o trabalho realizado pela equipe: “Batemos todos os números de atendimentos do ano passado inteiro só entre outubro e novembro deste ano. Isso reflete diretamente na sociedade. Quantas milhares de famílias foram beneficiadas pelo trabalho de vocês! Tenho muito orgulho de fazer parte dessa equipe e dessa história. Para 2025, temos muitos projetos e desafios, mas tenho certeza de que estamos trilhando um caminho que está mudando a vida de muitas pessoas.”
Festa e gratidão
Após os discursos, a festa sonora com muita música, apresentada pelo cantor David Vieira, e um delicioso lanche natalino. A presença do Papai Noel, distribuindo presentes, foi uma surpresa que reforçou o clima de alegria e celebração.
O evento foi organizado com o envolvimento de todos os colaboradores e simbolizou a gratidão do instituto pelo comprometimento e dedicação de sua equipe. Um encerramento perfeito para um ano de grandes desafios e vitórias, renovando as forças para continuar fazendo história em 2025.
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Saúde

Frio pode aumentar dores crônicas e afetar a rotina de pacientes

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Movimento, hidratação e proteção contra as baixas temperaturas ajudam a aliviar desconfortos e preservar a qualidade de vida

 

Com a chegada dos meses mais frios, Cláudia Cordeiro da Silva, de 60 anos, já sabe que precisará adaptar a rotina. Paciente do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) há oito anos, ela convive com fibromialgia e artrose nas mãos e sente no próprio corpo os impactos desse período.

 

“Quando chega esta época, eu já me escondo dentro de casa. Fico encolhida, deitada, porque tudo dói”, relata.
A percepção de Cláudia é compartilhada por muitas pessoas que convivem com doenças crônicas. Com a chegada do inverno, além do aumento dos casos de doenças respiratórias, cresce também a queixa de rigidez muscular, desconforto nas articulações e piora de sintomas já existentes.

 

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Segundo a reumatologista do HRSM, administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), Rafaela Cruz, essa piora nem sempre está relacionada ao agravamento da doença. Na maioria das vezes, está associada às respostas naturais do organismo diante das temperaturas mais baixas.

 

“A musculatura fica mais rígida e menos elástica, o que pode gerar desconforto durante os movimentos e os alongamentos”, explica a especialista.

 

Além disso, para preservar o calor corporal, o organismo reduz a circulação sanguínea em regiões mais periféricas, como mãos e pés. Essa adaptação pode aumentar a sensibilidade e intensificar a percepção da dor em algumas pessoas.

 

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Rafaela ressalta que a influência do frio varia de indivíduo para indivíduo.
“O frio e a dor são experiências muito subjetivas. Algumas pessoas sentem um impacto maior das baixas temperaturas, enquanto outras praticamente não percebem diferença”, afirma.

Movimento e proteção ajudam a reduzir desconfortos

Durante os meses mais frios, também é comum diminuir a prática de atividades físicas, permanecer mais tempo sentado e evitar sair de casa. No entanto, a redução dos movimentos pode favorecer a perda de mobilidade e intensificar desconfortos já existentes.

 

“Quando nos movimentamos, melhoramos a circulação sanguínea e favorecemos a chegada de oxigênio aos tecidos, inclusive nas extremidades do corpo. Por isso, permanecer ativo e aquecido ajuda a reduzir a rigidez muscular e a sensação de dor”, orienta a médica.

 

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Embora não pratique exercícios físicos regularmente, Cláudia procura manter uma rotina ativa. Sempre que possível, faz seus deslocamentos a pé e adota cuidados simples para enfrentar os dias mais frios.

 

“Eu procuro caminhar quando preciso resolver alguma coisa e nunca saio sem me agasalhar bem. Percebo que, quando me mantenho aquecida e me movimento um pouco mais, as dores ficam mais suportáveis”, conta.

 

Outro cuidado importante, segundo a especialista, é a hidratação. Mesmo com a redução da sensação de sede durante o inverno, o consumo adequado de água continua sendo fundamental para o funcionamento do organismo e para a saúde muscular e articular.

 

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“Com medidas simples, como permanecer ativo, hidratado e protegido do frio, é possível minimizar os efeitos das baixas temperaturas e atravessar o inverno com mais conforto e qualidade de vida”, conclui Rafaela.
Onde buscar atendimento?

 

Pessoas que apresentam dores persistentes nas articulações, músculos ou coluna devem procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima da residência para avaliação inicial. Após consulta e exames, caso haja necessidade, o paciente poderá ser encaminhado para atendimento especializado em reumatologia ou outras especialidades da rede pública de saúde.
CRÉDITOS:
Foto: Divulgação/IgesDF
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