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Saúde

Preenchimento labial: os cuidados para evitar excessos

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Créditos: Pixabay

Especialista em biomedicina estética aponta as situações em que o procedimento é indicado e como evitar a frustração do paciente

Um dos procedimentos mais procurados pelos pacientes nas clínicas de estética é o preenchimento labial, que proporciona uma sutil jovialidade e feminilidade à face, independentemente da idade. De acordo com especialistas, o procedimento é indicado para qualquer tipo de lábio, seja para aumentar o volume dos lábios finos ou para melhorar o contorno de lábios já volumosos.

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“O preenchimento labial, quando realizado com técnica e conhecimento, resulta em lábios proporcionais e harmoniosos com o rosto do paciente, sem exageros”, explica a Dra. Thaís Godoi, biomédica especializada em tratamentos estéticos.

Para garantir um procedimento menos traumático e mais confortável, a técnica de preenchimento utiliza cânulas que reduzem a dor e aumentam a segurança do paciente. “Em cerca de uma hora, os lábios são preenchidos, com resultados que duram de 8 a 12 meses”, esclarece a Dra. Thaís.

Segundo a especialista, o processo é meticulosamente planejado: após uma avaliação detalhada e a definição dos objetivos do paciente, é aplicada a anestesia local. Em seguida, os lábios são marcados e o preenchimento é iniciado.

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Ela explica que nos primeiros dias, pode haver um leve inchaço, que, segundo ela, “é facilmente gerenciado com analgésicos e cuidados simples, como evitar atividades físicas intensas nos três primeiros dias”.

A Dra. Thaís Godoi estima que entre 5 a 7 dias, o inchaço diminui e o resultado final é revelado. “É raro haver efeitos adversos quando a técnica é bem executada e o produto utilizado é de qualidade”, afirma a Dra. Thaís. “Por isso, é crucial realizar o procedimento com um profissional capacitado”, acrescenta.

A Dra. Thaís reitera a importância da personalização em cada tratamento, garantindo que o volume dos lábios seja adequado à proporção do rosto de cada paciente, evitando exageros.

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Além disso, ela utiliza uma enzima que pode ser utilizada para corrigir ou reverter o preenchimento, se necessário, proporcionando ainda mais segurança e tranquilidade aos pacientes. “O custo do procedimento varia conforme a avaliação individual e os objetivos de cada paciente, sempre levando em consideração fatores como idade e estilo de vida”, conclui.

Sobre a Dra. Thaís Godoi

A Dra. Thais Godoi é uma biomédica formada em 2005. Em 2007 concluiu a sua primeira especialização, em Medicina Tradicional Chinesa. Ela abriu seu primeiro consultório em 2008 no bairro do Morumbi. Em 2015, concluiu sua segunda especialização, tornando-se biomédica esteta. Em 2019, participou de um estudo de anatomia no Marc Institute em Miami. Em 2020, participou do congresso IMCAS Paris e inaugurou a segunda unidade de sua clínica nos Jardins, São Paulo.

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Saúde

Unidades de Pronto Atendimento do DF recebem ações voltadas ao cuidado com a saúde mental

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Iniciativa integra a Campanha do Janeiro Branco e é desenvolvida pelo Projeto Acolher, do IgesDF
Por Ivan Trindade
Música, escuta ativa e diálogos sobre saúde mental marcaram as ações da Campanha do Janeiro Branco realizadas nesta semana nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e em polos administrativos do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). Em meio à rotina intensa de quem atua diariamente no atendimento à população, o Núcleo de Qualidade de Vida no Trabalho (NUVID), por meio do Projeto Acolher, levou às unidades a ação “Prosa e Melodia”.
A iniciativa promoveu momentos de acolhimento, integração e sensibilização. Psicólogos conduziram conversas leves e informativas, reforçando a importância do autocuidado e destacando que profissionais que cuidam do outro também precisam ter sua saúde mental preservada.
As atividades integram a programação do Janeiro Branco nas unidades geridas pelo IgesDF. O ciclo de ações teve início no dia 12 de janeiro, passando pelas UPAs do Gama, Planaltina, Samambaia e Recanto das Emas. No dia 13, foi a vez das equipes de São Sebastião e Paranoá. Já no dia 14, as ações chegaram às UPAs de Brazlândia, Núcleo Bandeirante, Riacho Fundo, Sobradinho e Vicente Pires, sempre com o objetivo de fortalecer o bem-estar e estimular a escuta ativa no ambiente de trabalho.
O propósito central da campanha é contribuir para a construção de um ambiente institucional mais humano, saudável e confiável. Segundo os organizadores, o cuidado com a saúde mental dos colaboradores impacta diretamente a qualidade da assistência prestada ao cidadão, formando uma cadeia positiva que começa no trabalhador e se reflete no atendimento ao paciente.
Para o diretor-presidente do IgesDF, Cleber Monteiro, a campanha evidencia o compromisso do Instituto com quem sustenta diariamente a saúde pública. “Sabemos que a rotina dentro de uma UPA exige preparo técnico, mas também equilíbrio emocional. Criar espaços como este significa reconhecer o valor do colaborador e proteger sua saúde mental, garantindo um atendimento mais humanizado à população. O Janeiro Branco materializa uma política de valorização do trabalhador, baseada no diálogo, na escuta e na aproximação entre gestão e equipes”, destaca.
Colaborador em primeiro lugar
Segundo a chefe do NUVID, Paula Paiva, a adesão crescente dos profissionais demonstra que a saúde mental deixou de ser um tabu dentro da instituição.
“O principal objetivo da ação é conscientizar os colaboradores sobre a importância do autocuidado para o bem-estar pessoal e para a qualidade do atendimento ao público. Vamos percorrer todas as unidades geridas pelo Instituto. Somente nas UPAs, cerca de 800 colaboradores serão diretamente impactados, com foco na redução da ansiedade e no estímulo à presença no momento atual”, afirma.
Na UPA de Brazlândia, a gestão percebe de perto os efeitos da iniciativa. O gerente substituto da unidade, Igor Cavalcante, relata que os profissionais se sentiram valorizados.
“O nosso cotidiano é muito intenso. Somos cerca de 160 colaboradores, além de terceirizados. Nesse cenário, ações como essa promovem acolhimento, conscientização e valorização, contribuindo para um ambiente menos pressionado e para a melhoria direta da qualidade do atendimento à população”, pontua.
Para o gerente da UPA do Núcleo Bandeirante, Neviton Batista, cuidar da saúde mental dos colaboradores não é uma opção, mas uma necessidade. “Pessoas emocionalmente saudáveis trabalham melhor, se relacionam melhor e têm mais qualidade de vida dentro e fora do ambiente de trabalho. Lidamos diariamente com pressão, sobrecarga e responsabilidades que não ficam do lado de fora quando entramos na instituição”, observa.
No dia 15, a ação também foi realizada no PO700, sede administrativa do IgesDF, reunindo colaboradores de diversos núcleos em um momento de diálogo, música e incentivo à busca por apoio e cuidados com a saúde física e mental. Na mesma data, as UPAs de Ceilândia I e II também receberam as equipes do Projeto Acolher.
Proposta continuada
O Projeto Acolher já é reconhecido internamente por atender a uma demanda essencial dos trabalhadores. Entre os serviços ofertados estão atendimentos em psicologia, psiquiatria, acupuntura, nutrição, meditação, Reiki e ginástica laboral, além de ações pontuais como o “Prosa e Melodia”.
A técnica de segurança do trabalho Luzia Tânia, que atua na UPA de Brazlândia, destaca a importância da iniciativa. “Atos como esse promovem a saúde mental dos colaboradores. Aqui criamos um painel com frases motivacionais, incentivando cuidados como a prática de atividades físicas e de lazer para aliviar o estresse da rotina hospitalar. O cuidado com a saúde mental impacta diretamente a qualidade do trabalho e a prevenção de acidentes”, ressalta.
O calendário de ações segue ao longo do mês, incluindo atividades no Centro de Distribuição, no dia 21, e será estendido às unidades administrativas e hospitalares do IgesDF.
Para Paula Paiva, o Janeiro Branco vai além de um marco simbólico. “Para o IgesDF, proteger a saúde mental é parte de uma gestão contínua. Isso preserva talentos, fortalece o espírito de equipe e melhora a qualidade do serviço público de saúde. Em um cenário de demandas crescentes, cuidar de quem cuida é um compromisso institucional”, finaliza.
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