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Saúde

Vida saudável: Kangoo Jump pode queimar até 1.200 calorias por treino

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O Kangoo Jump pode queimar até 1.200 calorias por treino. – (crédito: Cortesia)

O Correio foi até o Taguaparque, em Taguatinga, para acompanhar uma aula coletiva. O exercício de baixo impacto e alta queima calórica é recomendado para todas as idades.

Samuel Calado

Kangoo Jump é uma excelente escolha para as pessoas que estão buscando exercícios de baixo impacto e alta queima calórica. A atividade aeróbica pode queimar até 1.200 calorias por treino e é recomendada para todas as idades. Além do alto gasto calórico, o esporte proporciona bem-estar, melhora o condicionamento cardiovascular, prevenção de lesões e emagrecimento saudável. O Correio foi até o Taguaparque, em Taguatinga, acompanhar uma aula coletiva e conhecer os benefícios da prática esportiva.

A professora de Educação Física, Larissa Ramos de Souza, ministra aulas de Kangoo há quase 10 anos e revelou que além dos benefícios na balança, os exercícios melhoram a resistência dos músculos. “A gente dança, pula, se diverte e ainda consegue queimar calorias. Além disso, vale falar sobre o ganho de resistência muscular. Melhora significativamente. Para você ter uma noção, 30 minutos de aula equivalem a uma drenagem linfática”.

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O Kangoo Jump pode queimar até 1.200 calorias por treino.
A bota do Kangoo Jump foi produzida para reabilitação de corredores.(foto: Guilherme Martins / Cortesia )

Sobre a bota

As botas do Kangoo se assemelham às dos patins e são fáceis de vestir. Cada uma delas têm aproximadamente 2 kg e contam uma forte estrutura de arcos que conseguem absorver de 80% a 85% do impacto. Elas foram desenvolvidas inicialmente para reabilitação de corredores, mas acabaram se popularizando no universo das academias. Chegaram no Brasil em 2008. Somente professores formados em educação física podem ministrar a atividade.

1. Melhoria Cardiovascular: O exercício ajuda a fortalecer o sistema cardiovascular, promovendo um coração mais saudável.
2. Baixo Impacto nas Articulações: A absorção de impacto pelas botas elásticas reduz o estresse nas articulações, tornando-o uma opção mais suave em comparação a atividades de alto impacto.
3. Fortalecimento Muscular: Aumenta a força e tonifica os músculos, especialmente nas pernas, glúteos e abdômen.
4. Melhoria da Postura e Equilíbrio: O Kangoo Jump exige estabilidade, contribuindo para uma postura melhor e equilíbrio aprimorado.
5. Queima Calórica: Ajuda na queima eficiente de calorias, auxiliando em programas de perda de peso e manutenção.
6. Estímulo ao Sistema Linfático: O movimento de salto pode promover a circulação linfática, auxiliando na eliminação de toxinas.
7. Diversão e Motivação: A natureza lúdica do Kangoo Jump torna o exercício mais divertido e motivador, o que pode aumentar a adesão ao treinamento físico.

O Kangoo Jump pode queimar até 1.200 calorias por treino.
A estudante Clarice Maria Aguiar pratica Kangoo Jump há quase 1 ano.(foto: Guilherme Martins / Cortesia )

Efeito positivo

A estudante Natália Gonçalves Batista disse que se identificou muito com o Kangoo. “Hoje é a minha mais nova paixão. Quando estou praticando esse exercício libero todas as energias, todo o meu estresse e coloco meus pensamentos em ordem. Mudou tudo na minha vida. Mudou a minha qualidade de sono, o meu humor e até a atenção no dia a dia. Sem falar do contato com as outras meninas. Um momento só nosso e de liberdade. É onde a gente dança e extravasa. É uma sensação muito boa”.

“Mudou bastante coisa em mim. A atividade do Kangoo Jump melhora muito em vários aspectos da vida da gente. Principalmente para as pessoas que não têm o costume de ir à academia ou não têm coragem de fazer musculação. Ela é uma atividade muito bacana. A gente emagrece bastante. As danças e as coreografias são muito legais. Eu recomendo muito. Principalmente para as pessoas que estão procurando vencer a depressão”, contou a estudante Clarice Maria Aguiar.

Aulas coletivas

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As aulas coletivas no Taguaparque ocorrem sempre aos domingos, às 9h. Mais informações podem ser obtidas diretamente com a professora Larissa através do instagram.

Fonte: Correio Brasiliense

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Saúde

Frio pode aumentar dores crônicas e afetar a rotina de pacientes

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Movimento, hidratação e proteção contra as baixas temperaturas ajudam a aliviar desconfortos e preservar a qualidade de vida

 

Com a chegada dos meses mais frios, Cláudia Cordeiro da Silva, de 60 anos, já sabe que precisará adaptar a rotina. Paciente do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) há oito anos, ela convive com fibromialgia e artrose nas mãos e sente no próprio corpo os impactos desse período.

 

“Quando chega esta época, eu já me escondo dentro de casa. Fico encolhida, deitada, porque tudo dói”, relata.
A percepção de Cláudia é compartilhada por muitas pessoas que convivem com doenças crônicas. Com a chegada do inverno, além do aumento dos casos de doenças respiratórias, cresce também a queixa de rigidez muscular, desconforto nas articulações e piora de sintomas já existentes.

 

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Segundo a reumatologista do HRSM, administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), Rafaela Cruz, essa piora nem sempre está relacionada ao agravamento da doença. Na maioria das vezes, está associada às respostas naturais do organismo diante das temperaturas mais baixas.

 

“A musculatura fica mais rígida e menos elástica, o que pode gerar desconforto durante os movimentos e os alongamentos”, explica a especialista.

 

Além disso, para preservar o calor corporal, o organismo reduz a circulação sanguínea em regiões mais periféricas, como mãos e pés. Essa adaptação pode aumentar a sensibilidade e intensificar a percepção da dor em algumas pessoas.

 

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Rafaela ressalta que a influência do frio varia de indivíduo para indivíduo.
“O frio e a dor são experiências muito subjetivas. Algumas pessoas sentem um impacto maior das baixas temperaturas, enquanto outras praticamente não percebem diferença”, afirma.

Movimento e proteção ajudam a reduzir desconfortos

Durante os meses mais frios, também é comum diminuir a prática de atividades físicas, permanecer mais tempo sentado e evitar sair de casa. No entanto, a redução dos movimentos pode favorecer a perda de mobilidade e intensificar desconfortos já existentes.

 

“Quando nos movimentamos, melhoramos a circulação sanguínea e favorecemos a chegada de oxigênio aos tecidos, inclusive nas extremidades do corpo. Por isso, permanecer ativo e aquecido ajuda a reduzir a rigidez muscular e a sensação de dor”, orienta a médica.

 

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Embora não pratique exercícios físicos regularmente, Cláudia procura manter uma rotina ativa. Sempre que possível, faz seus deslocamentos a pé e adota cuidados simples para enfrentar os dias mais frios.

 

“Eu procuro caminhar quando preciso resolver alguma coisa e nunca saio sem me agasalhar bem. Percebo que, quando me mantenho aquecida e me movimento um pouco mais, as dores ficam mais suportáveis”, conta.

 

Outro cuidado importante, segundo a especialista, é a hidratação. Mesmo com a redução da sensação de sede durante o inverno, o consumo adequado de água continua sendo fundamental para o funcionamento do organismo e para a saúde muscular e articular.

 

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“Com medidas simples, como permanecer ativo, hidratado e protegido do frio, é possível minimizar os efeitos das baixas temperaturas e atravessar o inverno com mais conforto e qualidade de vida”, conclui Rafaela.
Onde buscar atendimento?

 

Pessoas que apresentam dores persistentes nas articulações, músculos ou coluna devem procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima da residência para avaliação inicial. Após consulta e exames, caso haja necessidade, o paciente poderá ser encaminhado para atendimento especializado em reumatologia ou outras especialidades da rede pública de saúde.
CRÉDITOS:
Foto: Divulgação/IgesDF
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