Social
Advogada lança livro sobre como usar a comunicação não violenta na solução de conflitos
“Mediação Sem Fronteiras: À Luz da Comunicação não violenta” abre debate sobre solução de conflitos e pacificação em meio a turbulências sociais e familiares
Créditos: Dra. Rachel Rossi / Divulgação
Em um mundo cada vez mais polarizado e repleto de desafios nas relações interpessoais, surge uma obra essencial para quem busca cultivar conexões mais significativas e harmoniosas. O livro “Mediação Sem Fronteiras à Luz da Comunicação Não Violenta” chega para oferecer um guia prático e inspirador sobre como a Comunicação Não Violenta (CNV) pode ser a chave para transformar conflitos em oportunidades de diálogo e entendimento.
Neste livro, o leitor é convidado a embarcar em uma jornada de autoconhecimento e empatia, explorando temas fundamentais como a origem da mediação, a dinâmica dos conflitos e as habilidades essenciais que um mediador deve desenvolver. Cada capítulo é uma oportunidade de aprender novas formas de comunicação que favorecem a cooperação e a resolução pacífica de desencontros.
A obra destaca a importância da CNV como um poderoso aliado na construção de um ambiente mais colaborativo, tanto na vida pessoal quanto profissional. Ao abrir canais de diálogo, a comunicação não violenta não apenas ajuda a resolver conflitos, mas também fortalece laços e promove um clima de respeito e compreensão mútua.
“Mediação Sem Fronteiras à Luz da Comunicação Não Violenta” é mais do que um simples manual; é um convite para todos que desejam fazer a diferença em suas relações e contribuir para um mundo mais harmonioso. A obra se destina a mediadores, profissionais de recursos humanos, educadores, líderes comunitários e qualquer pessoa que deseje aprimorar suas habilidades de comunicação.
Este é o segundo livro da advogada especialista em mediação de conflitos e comunicação não violenta. Rachel Rossi trabalha há 10 anos como mediadora judicial e a obra imprime toda a experiência acumulada por ela nesse período.
Rachel Rossi, destaca a importância da discussão sobre a origem dos conflitos diários, a intolerância e a falta de escuta. “O livro propõe uma reflexão sobre a necessária melhoria na comunicação e como ela pode contribuir para a redução da tensão nas relações sociais e familiares”, afirma a autora.
O livro é direcionado a profissionais do Direito, psicólogos, pedagogos e gestores de conflitos, além do público em geral. “É uma obra destinada não só para quem trabalha com a mediação, mas também para aquelas pessoas interessadas em melhorar suas habilidades comunicativas e promover um convívio mais harmonioso e saudável, numa sociedade pacificada e fraterna”, revela.
Serviço:
-Data: 28 de novembro de 2024
-Horário: 18h às 21h
-Local: Hotel Mercure – Av. do Pepê, 56, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro
Sobre a Autora:
Rachel Rossi é advogada especializada, mediadora judicial sênior no Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro e presidente da Comissão de Mediação e Advocacia Consensual da 57ª Subseção da OAB/RJ Barra da Tijuca.
Possui sólida formação acadêmica e prática na área de resolução de conflitos:
- Pós-graduação em Direito Civil e Processo Civil.
- Pós-graduação em Mediação de Conflitos com Ênfase em Família.
- Formação em Conciliação e Mediação Extra e Judicial pelo IMAP – Instituto de Mediação e Arbitragem do Brasil (2022).
- Formação em Práticas Colaborativas no Direito de Família pelo IBPC.
- Formação em Mediação e Arbitragem pelo TASP – Centro de Mediação e Arbitragem de São Paulo.
- Formação em Círculos de Construção de Paz.
- Formação ENAN – Escola Nacional de Mediação e Conciliação: Resolvendo Conflitos de Forma Construtiva para uma Cultura de Paz.
- Formação para Multiplicadores em Oficinas de Parentalidade do Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro.
Além disso, é mediadora privada da Câmara de Mediação CAMOB – Câmara de Arbitragem e Mediação do Oeste da Bahia. Rachel Rossi também atua como palestrante e psicanalista, compartilhando sua expertise em diversos eventos e promovendo a resolução de conflitos de forma consensual e construtiva.
Instagram: https://www.instagram.com/dra.rachelrossi/
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Acampamento Terra Livre inicia atividades do Abril Indígena, em Brasília (DF)
A programação destaca as ameaças aos territórios indígenas e aos povos originários, além de apresentar respostas à crise climática e ao fortalecimento da democracia.
Considerado um mês de mobilização nacional, resistência e visibilidade para os povos indígenas do país, o Abril Indígena tem início com a realização do Acampamento Terra Livre, em Brasília (DF). Com o tema “Nosso futuro não está à venda: a resposta somos nós”, o ATL 2026 ocorrerá entre os dias 5 e 11 de abril, no Eixo Cultural Ibero-Americano (antiga Funarte). A mobilização é uma iniciativa da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB).
Em sua 22ª edição, a programação destaca as ameaças aos territórios indígenas e aos povos originários, ao mesmo tempo em que apresenta respostas à crise climática e ao fortalecimento da democracia. A mobilização está dividida em cinco eixos: A Resposta Somos Nós; Nosso Futuro Não Está à Venda; Nossa Luta Pela Vida!; Terra Demarcada, Brasil Soberano e Democracia Garantida; e Diga ao Povo que Avance!.
No dia 6 de abril, lideranças de todas as regiões do país debaterão a violência vivida durante a ditadura militar na plenária “Memória, Verdade e Justiça para os Povos Indígenas”. A mesa é organizada pelo Fórum Memória, Verdade, Reparação Integral, Não Repetição e Justiça para os Povos Indígenas, iniciativa que tem como propósito ampliar o debate público sobre a justiça de transição para os povos originários e, principalmente, formular uma proposta de instituição de uma Comissão Nacional Indígena da Verdade (CNIV).
No dia seguinte, a programação será marcada pela marcha “Congresso inimigo dos povos: nosso futuro não está à venda”. Em 2026, ao menos seis propostas anti-indígenas tramitam no Congresso Nacional, como a PEC 48 (Marco Temporal); PDLs contra demarcações (717/2024, 1121/2025, 1126/2025 e 1153/2025); o GT de Mineração em TIs; o PL 6050/2023 (Exploração Econômica); e o PL 6093/2023 (PL do Agro).
Já no dia 8, o movimento indígena fortalece sua atuação em espaços internacionais como parte de uma estratégia política de resistência e articulação, na plenária “Do território tradicional ao cenário global: o movimento indígena brasileiro na luta socioambiental”. Além da mesa, a APIB também promoverá um encontro entre lideranças indígenas e embaixadas, bem como um encontro de comunicadores indígenas da Guatemala e do Brasil.
As eleições de 2026 também farão parte dos debates do Acampamento Terra Livre, na mesa “Campanha Indígena: a resposta para transformar a política somos nós”. A plenária ocorrerá no dia 9 e leva o nome do manifesto publicado pela APIB no ano passado, no qual reafirma o compromisso de seguir com a Campanha Indígena e o projeto de aldeamento da política. “Não existe agenda climática sem protagonismo político indígena”, diz trecho da carta.
Além da Campanha Indígena, o dia 9 será marcado pela marcha “Demarca Lula: Brasil soberano é terra indígena demarcada e protegida”. Segundo a APIB, até o mês de março deste ano, cerca de 76 Terras Indígenas estão prontas para serem homologadas e aguardam apenas a assinatura do presidente Lula. Outras 34 dependem do ministro da Justiça para a emissão da portaria de declaração.
A programação do acampamento se encerra com a plenária e a leitura do documento final, no dia 10 de abril. Os dias 5 e 11 serão reservados para chegada e retorno das delegações aos seus territórios. Acesse a programação completa aqui: Link .
A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) lançou uma campanha de arrecadação para o acampamento. Para contribuir, basta acessarhttps://www.
Sobre o ATL
Há 22 anos, o ATL reúne, na capital federal, milhares de lideranças indígenas das cinco regiões do país para denunciar violações de direitos, incidir sobre o poder público e defender seus territórios.
No ano de 2025, o ATL reuniu mais de 9 mil indígenas em Brasília. Com o tema “APIB somos todos nós: em defesa da Constituição e da vida”, a mobilização celebrou os 20 anos de luta e conquistas da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil.
Em sua carta final, o acampamento reforçou a defesa dos direitos territoriais e o protagonismo indígena na agenda climática global. “Nossa ciência e sistema ancestral, expressos na agroecologia, nas economias indígenas, na gestão coletiva dos territórios e na nossa relação espiritual com a Mãe Natureza, preservam a biodiversidade, todas as formas de vida, incluindo os mananciais, e sustentam sistemas alimentares saudáveis e equilibrados. Por isso, demandamos a retomada imediata das demarcações de todas as terras indígenas no Brasil como uma política climática efetiva, além do financiamento direto para a proteção integral dos nossos territórios e dos nossos modos de vida.”
Sobre a APIB
A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) é uma instância de referência nacional do movimento indígena, criada de baixo para cima. Ela reúne sete organizações regionais indígenas (Apoinme, ArpinSudeste, ArpinSul, Aty Guasu, Conselho Terena, Coiab e Comissão Guarani Yvyrupa) e foi criada para fortalecer a união dos povos indígenas, a articulação entre as diferentes regiões e organizações, além de mobilizar contra ameaças e agressões aos direitos indígenas.
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