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“Chef de Alto Nível” mostra o talento do Chef Luiz Lira, do Senac

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Brasiliense de coração e paulistano de origem, Lira já atuou na Europa e agora está no novo reality culinário da TV Globo

Chef renomado com premiações na Europa, Luiz Lira, do Senac, é um dos 24 participantes do reality show “Chef de Alto Nível”, da TV Globo. O programa, apresentado por Ana Maria Braga, vai ao ar às terças e quintas à noite, na TV Globo, e traz também um trio de jurados famosos na gastronomia: Alex Atala, Jefferson Rueda e Renata Vanzetto.

Natural de São Paulo, mas radicado em Brasília, Luiz Lira tem 35 anos e um currículo de peso. Atua como consultor técnico do futuro “Senac Eixo Monumental”, um espaço de vivências e saberes gastronômicos que está em construção no coração da capital federal. Tem passagens por cozinhas do Brasil e do exterior, onde trabalhou em restaurante estrelado, recebeu título de cozinheiro profissional francês e morou em dois países que são referências em gastronomia: Espanha e França.

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Luiz Lira carrega ainda a história afetiva de ter aprendido a cozinhar com sua avó, Quitéria, que trabalhou ao lado de Ana Maria Braga nos tempos em que a apresentadora estava na TV Record.

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“Um cozinheiro profissional precisa saber cozinhar de tudo”, afirma Lira, que não liga para a escassez de produtos e para a pressão de uma competição na TV. Durante sua permanência na Europa, o chef do Senac aprendeu a trabalhar com tudo, inclusive produtos do mar que chegavam vivos na cozinha, como peixes, camarões e lagostins. Na França, Lira aguçou sua criatividade utilizando uma variedade de vegetais e de proteínas de oferta sazonal.

Participar de um reality show culinário também não é novidade na vida do cozinheiro. Em 2024, Luiz Lira (@chefluizlira) já havia participado do reality Pasaplatos, na Argentina.

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“Chef de Alto Nível”

Baseado no modelo internacional “Next Level Chef”, liderado por Gordon Ramsay, o reality da TV Globo ocorre em três cozinhas empilhadas: a high-tech (andar superior), a afetiva (andar intermediário) e a do porão (andar inferior), ofertando desafios técnicos e criativos inéditos no Brasil.

Entre os participantes – divididos em profissionais, amadores e cozinheiros de internet – Luiz Lira terá a missão de destacar a culinária brasileira por meio de ingredientes inusitados, enquanto disputa os R$ 500 mil e a mentoria dos chefs — assim como os demais competidores.

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A primeira fase envolve provas eliminatórias nas três cozinhas; nas fases seguintes, competições entre equipes e desafios individuais ocorrerão até a grande final, prevista para 21 de agosto, com 12 episódios transmitidos até lá.

Sobre o Senac

O Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) é referência nacional em educação profissional voltada ao comércio de bens, serviços e turismo, com unidades por todo o Brasil. O Senac alia tradição institucional e laboratórios de ponta para formar profissionais que refletem as tendências do mercado, promovendo inclusão social, empreendedorismo, inovação e sustentabilidade.

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O Chef do Senac Luiz Lira está no “Chef de Alto Nível”, da TV Globo / Foto: divulgação Rede Globo.

Informações:

Assessoria de Imprensa do Senac Departamento Nacional

Ex-Libris Comunicação Integrada

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Cristina Freitas (21) 99431-0001 – cristina@libris.com.br

Andreia Constâncio (24) 99857-1818 – andreia@libris.com.br

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Saúde

Hospital de Santa Maria utiliza 253 câmeras para ampliar a segurança de pacientes e profissionais

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Sistema monitora áreas estratégicas da unidade, auxilia na prevenção de ocorrências e agiliza a atuação das equipes de segurança

 

Por Talita Motta
Mais de 71 mil pessoas passaram pela Portaria Central do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) entre janeiro e abril deste ano. O intenso fluxo de pacientes, acompanhantes, visitantes e profissionais exige uma estrutura permanente de monitoramento para reforçar a segurança na unidade.
Desse total, 40.525 acessos foram de acompanhantes, 14.685 de visitantes e 16.433 classificados como trânsito geral, o que representa uma média de quase 600 pessoas por dia passando pelo principal acesso do hospital.
Para atender a essa demanda, a unidade, administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), conta com uma estrutura de videomonitoramento formada por 253 câmeras, sendo 20 delas equipadas com recursos de inteligência artificial. Os equipamentos estão instalados em pontos estratégicos e acompanham a movimentação em áreas de circulação e acessos, auxiliando na prevenção de ocorrências e dando suporte às equipes responsáveis pela proteção do patrimônio e das pessoas.
Para ampliar a eficiência desse monitoramento, uma cooperação técnica entre a Superintendência de Operações (Suope) do IgesDF e a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) permite o compartilhamento de registros, contribuindo para a análise de situações ocorridas tanto dentro quanto no entorno da unidade.
Na prática, os recursos tecnológicos têm se mostrado importantes aliados das equipes de vigilância patrimonial. De acordo com o chefe do Núcleo de Segurança do HRSM, Antônio Araújo, a ferramenta desempenha papel fundamental na apuração de ocorrências.
“Recebemos com frequência relatos de objetos esquecidos e casos de furtos de celulares. Com o apoio das câmeras, conseguimos rastrear movimentações, verificar o que aconteceu e reunir informações que auxiliam na apuração dos fatos”, explica.
Além do registro de ocorrências, a plataforma utiliza recursos de análise inteligente capazes de identificar movimentações incomuns, invasões de perímetro e aglomerações, ampliando a capacidade de prevenção e de resposta das equipes.
Monitoramento em tempo real
Para o chefe do Núcleo de Monitoramento Remoto (Numor) do IgesDF, Daniel Rabelo, o videomonitoramento vai além da vigilância e se tornou uma ferramenta estratégica para a gestão hospitalar.
“Ter uma visão ampla do que acontece nos diferentes espaços faz a diferença. O acompanhamento em tempo real contribui para que todos se sintam mais seguros durante sua permanência no hospital”, afirma.
A sensação de segurança também é percebida por quem frequenta a unidade. Entre eles está Regina da Silva, que acompanha a mãe, Rosalina da Silva, internada há duas semanas.
“A gente sempre fica atento aos nossos pertences, mas saber que existe uma estrutura acompanhando o ambiente traz mais tranquilidade”, relata.
Todo o processo é coordenado pela Gerência Operacional do IgesDF e segue protocolos rigorosos de sigilo e está em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), garantindo que o monitoramento ocorra de forma responsável e alinhada às normas vigentes.

 

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