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Edição 2023 do Top of Mind movimenta Brasília

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Vice-governadora Celina Leão com Rosália Peixoto e o diretor do JBr, Lourenço Peixoto, atentos a cerimônia de premiação

Evento de premiação é realizado anualmente pelo Jornal de Brasília homenageando marcas e empresas mais lembradas do DF

Diretor-superintendente do Jornal de Brasília, Renato Matsunaga, fez o discurso de abertura do evento
  • O Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), ficou movimentado na última quarta-feira, com mais uma edição do Top of Mind, uma das maiores premiações realizadas no Distrito Federal promovida pelo Jornal de Brasília. Na ocasião, as marcas mais lembradas pelos brasilienses no ano de 2023 foram premiadas no encontro.
  • Na noite que contou com ambientação especial do decorador Robinho Lemos, cerca de 21 empresas mais lembradas pelo consumidor do Distrito Federal foram homenageadas com o certificado e o troféu Top of Mind, criado pela Acrinox exclusivamente para o evento, que contou com cerimônia seguida de jantar e show.
Presidente da Fibra-DF, Jamal Bittar, e Kallinny Dutra, também integrante da Fibra
  • Realizada há 23 anos pelo Jornal de Brasília, a premiação tem como objetivo principal valorizar as marcas que fazem a cabeça dos brasilienses. No decorrer da premiação, que teve como mestre de cerimônias o humorista Daniel Villas-Boas e a presença da vice-governadora Celina Leão, foi apresentado o anuário do top.
As empresárias Amanda Lombardi e a mãe Luciana Montanaro Lombardi
  • Lançado oficialmente na noite, o anuário traz uma publicação exclusiva, apresentando as histórias de sucesso, desafios e estratégias de marketing das empresas premiadas a cada ano. A cada edição, o JBr realiza uma pesquisa de mercado para conhecer as marcas mais lembradas pelo consumidor local.
Importantes empresas e marcas do DF foram homenageadas na noite
  • Este ano, o levantamento foi realizado pela Opinião – Informação Estratégica, em todo o DF. A pesquisa coletou os nomes das empresas mais citadas pelos brasilienses em cada categoria de serviço. Na próxima segunda-feira, dia 6, a coluna continuará com a cobertura completa do evento de premiação que movimentou a cidade.
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Fotos: César Rebouças

Fonte: Jornal de Brasilia

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CRESCENTE VIOLÊNCIA CONTRA MULHERES ALERTA SOBRE CAUSAS DO PROBLEMA

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Os casos de misoginia contra as mulheres chama atenção devido ao crescente número de ocorrências. O fato é que essa situação revela o motivo pelo qual a luta delas deve continuar para fomentar a reflexão sobre as causas para tanto rancor e destacam a necessidade da criação de medidas efetivas contra os agressores, como a nova proposta que equipara a misoginia ao racismo.

A ação é definida como qualquer tipo de ódio, desprezo ou preconceito contra elas, sendo considerado um fenômeno complexo e antigo, decorrente de uma combinação de fatores culturais e estruturais. Para a PHD em neurociência, psicanalista e psicopedagoga, Ângela Mathylde Soares, os casos se tornaram mais preocupantes devido à tecnologia com sua capacidade de propagação de diferentes discursos, inclusive, os violentos.

A aversão é alimentada na internet com discursos de ódio, propagado em diferentes plataformas, com publicações feitas na “machosfera” para desqualificar, assediar, incitar violência e proteger os agressores.

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O desprezo ainda é mais comum do que se imagina, mesmo entre os jovens. Para se ter uma ideia, uma pesquisa da Ipsos da Inglaterra, em parceria com o Instituto Global de Liderança Feminina da King’s Business School, apontou que 31% dos homens da geração Z – ou seja, nascidos entre 1997 e 2012 – acreditam que a mulher deve ser submissa ao marido, ou seja, obedecer todos os seus desejos. Mais de 23 mil pessoas, em 29 países – incluindo o Brasil – foram consultadas.

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Ângela afirma que os motivos para essa situação estão diretamente ligados à frustração masculina e ressentimento em se sentirem rejeitados, inadequados ou deslocados, por não terem atraído a atenção feminina, por exemplo, e assim, optam por desumanizá-las.

Assim, surgem movimentos como os “red pills” e “incels”, movidos pela crença superior masculina, mais racional e sensata. Dessa forma, as mulheres são vistas como interesseiras, manipuladoras, excessivamente emocionais e culpadas pelas próprias dores. A questão é que a superioridade é apenas uma fachada de uma mente fragilizada e ferida.

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É importante entender que as mulheres são seres livres, com pensamentos e desejos próprios. Elas não são obrigadas a se envolverem com pessoas, apenas para agradá-las e, muito menos, devem ser tratadas como objetos. As mesmas devem possuir o direito de caminhar tranquilamente pelas ruas, escolherem com quem se relacionar e trabalhar sem medo de se tornarem apenas mais um nome e número nas tristes estatísticas. Ainda existe um longo caminho a ser percorrido contra a misoginia e violência para ampliação da liberdade feminina.

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