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JK Shopping completa seu 10° aniversário, um sucesso executado pelas mãos de Paulo Octávio

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O JK Shopping (@jkshopping_df), um dos Empreendimentos Paulo Octavio, completou seu 10° aniversário e mostrou que o tempo é, de fato, o senhor da razão.

“Nesta primeira década, fico com a certeza que construí-lo e inaugurá-lo foi uma das decisões mais acertadas da minha vida, e, é por isso tudo, e por causa de todas estas pessoas, que eu digo: valeu a pena” Paulo Octavio Pereira, presidente das Organizações PaulOctavio.

O Empresário Paulo Octavio fez questão de convidar pessoas que estiveram de alguma forma ao seu lado nessa tragetória de sucesso e homenageou persolalidades como o deputado distrital Chico Vigilante (@chicovigilanteoficial), e os ex-deputados, Luiza de Paula e Olair Francisco (@olairfranciscooficial), defensores de primeira hora de um empreendimento que trouxe postos de trabalho, cidadania e qualidade de vida a uma população esquecida por décadas.

Homenageou também, e com muito reconhecimento por seus trabalhos, os superintendentes Sidney Turchetto (@sidneypereiraturchetto), Marcos Atayde (@marcosatayde) e Eliza Ferreira (@elizamaria.ferreira.1), que trabalharam incansavelmente no aprimoramento do JK Shopping, assim como o presidente da Associação Comercial e Industrial de Ceilândia, Clemilton Saraiva (@clemilton_saraiva), entre outras personalidades que ajudaram nessa vitoriosa trajetória.

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“Quero também homenagear, à minha esposa Anna Christina Kubitschek (@ackbp), à minha mãe, Wima Pereira, à minha irmã, Cláudia e aos meus filhos, que me deram o suporte para enfrentar a longa batalha desta década. Foram elas que me sustentaram com sua fé, sabedoria e força, e o caminho foi mais fácil, embora árduo e espinhoso”, Paulo Octavio.

JK Shopping gera aproximadamente 3 mil empregos diretos,

Ao chegar estes 10 anos, o JK Shopping celebra não só o seu sucesso, mas também a cidadania ofertada às crianças do Sol Nascente/Pôr do Sol, que ganharam a Escola Classe JK e a creche Sarah Kubitschek, que vão ser responsáveis pelos futuros médicos, engenheiros, advogados e tantos outros profissionais que terão a chance de chegar a uma vida confortável por meio do estudo.

Fonte: BRAZIL MULHER

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IA reforça estereótipos de gênero entre jovens: meninas aparecem como frágeis em 56% dos casos e mais ligadas às ciências sociais

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O algoritmo recomenda às mulheres jovens buscar aprovação externa para “sentirem-se validadas” seis vezes mais do que aos homens.

A Inteligência Artificial deixou de ser uma ferramenta pontual para se tornar um interlocutor central na formação da identidade e das ambições da juventude. O relatório “Miragem da IA, um reflexo incômodo com alto impacto nos jovens”, elaborado pela LLYC no âmbito do 8 de Março, Dia Internacional da Mulher, revela que, longe de ser neutra, essa tecnologia valida estereótipos do passado e amplifica preconceitos históricos.

Os dados do estudo mostram que a IA não responde da mesma forma a meninos e meninas. Em 56% dos casos, as respostas rotulam as jovens como “frágeis”, colocando-as em uma posição de vulnerabilidade. Além disso, a inteligência artificial recomenda que as mulheres busquem validação externa seis vezes mais do que os homens e redireciona 75% de suas vocações para as áreas da saúde e das ciências sociais.

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“Não é a IA que está enviesada, mas a realidade. O relatório confirma que a inteligência artificial não corrige os déficits que temos. Ela reflete e amplifica uma superproteção às mulheres, a ponto de reduzir sua autonomia, perpetua os tetos de vidro e reforça a pressão estética. Em suma, não questiona os papéis tradicionais, mas os legitima. A verdade é que, se a realidade não mudar, não podemos esperar que a IA mude suas respostas”, afirma Luisa García, sócia e CEO Global de Corporate Affairs na LLYC e coordenadora do estudo.

O estudo, realizado em 12 países ao longo de 2025, analisou o impacto da inteligência artificial sobre jovens de 16 a 25 anos por meio da análise massiva de 9.600 recomendações e do exame de cinco grandes modelos de IA (entre eles, ChatGPT, Gemini e Grok).

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Seu futuro nas mãos de um chatbot: o fim do conselho neutro
A dependência dos jovens em relação aos modelos de linguagem (LLMs) atingiu um ponto de inflexão: 31% dos adolescentes afirmam que conversar com um chatbot é tão ou mais satisfatório do que conversar com um amigo real, segundo relatório do Plan International. Esse deslocamento relacional confere à máquina um papel de conselheira cuja orientação não é neutra, mas formativa. O relatório da LLYC apresenta, nesse sentido, números preocupantes:

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  • A “amiga tóxica” digital: nas interações com mulheres, uma em cada três respostas da IA adota um tom de “amizade”, padrão 13% mais frequente do que nas interações com homens.
  • Validação versus ação: a IA se personifica 2,5 vezes mais nas interações com mulheres, utilizando expressões como “eu te entendo” e priorizando a empatia artificial em vez de soluções técnicas. Já com os homens, a linguagem é mais direta, marcada por verbos no imperativo (“faça”, “diga”, “vá”), reforçando a ideia do homem como sujeito de ação.

O “teto de vidro programado”: segregação desde o algoritmo
A IA orienta vocações. O algoritmo redireciona mulheres até três vezes mais para áreas como ciências sociais e saúde, enquanto incentiva nos homens trajetórias ligadas à liderança e à engenharia.

  • Sucesso sob suspeita: a IA considera “impressionante” que uma mulher ganhe mais do que um homem — reação que não ocorre no sentido inverso. Em nove de cada dez consultas nas quais elas aparecem em minoria profissional, a IA constrói cenários laborais hostis.
  • Duplo critério emocional: diante de conflitos, a IA “politiza” o mal-estar feminino ao vinculá-lo ao sistema ou ao patriarcado em 33% dos casos, enquanto despolitiza o mal-estar masculino, associando-o ao autocontrole ou à patologização individual.
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O olhar enviesado do algoritmo: quando a repetição define o “normal”
Uma das conclusões mais alarmantes do relatório é a forma como a IA treina jovens a aceitar a desigualdade como uma norma geracional. Esse “olhar enviesado” se manifesta na construção da identidade e da percepção do corpo:

  • A armadilha da estética: diante de inseguranças, a IA oferece conselhos de moda 48% mais às mulheres do que aos homens. Em modelos de código aberto como o LLaMA, as menções à aparência feminina são 40% superiores.
  • Corpos úteis vs. corpos únicos: enquanto associa os homens à “força e funcionalidade”, vincula o bem-estar feminino à “autenticidade” e a “sentir-se única”. De fato, recomenda aos homens ir à academia até duas vezes mais do que às mulheres para superar rompimentos emocionais.

Programando a família do século passado
Mesmo na esfera privada, a IA legitima papéis tradicionais. O afeto aparece como atributo materno em proporção três vezes superior ao paterno. O pai é deslocado para um papel de “ajudante” em 21% das respostas, em vez de ser reconhecido como corresponsável. Essa lógica desemboca na chamada “sobrecarga da heroína”, narrativa na qual a mulher não apenas cuida, mas, como em tantas outras esferas, deve fazê-lo com excelência moral permanente.

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