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Neoenergia leva atendimento presencial a regiões do DF e facilita acesso da população a serviços essenciais

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Distribuidora percorre Administrações Regionais entre 09 e 13 de março com suporte técnico e comercial sem agendamento

A Neoenergia inicia, nesta segunda-feira (09), um novo ciclo de atendimento itinerante nas Administrações Regionais do Distrito Federal. A ação acontece até sexta-feira (13) e tem como objetivo ampliar o acesso da população a serviços técnicos e comerciais, com atendimento presencial e sem necessidade de agendamento.

Durante o período, os clientes poderão resolver demandas como parcelamento de débitos, troca de titularidade, solicitação de ligação nova, pedidos de reparo por danos elétricos e orientações sobre segurança, consumo consciente e regularização da energia elétrica.

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A iniciativa reforça a estratégia da distribuidora de estar cada vez mais próxima da comunidade, levando soluções diretamente às regiões administrativas e facilitando a resolução de demandas do dia a dia.

Além do atendimento itinerante, a Neoenergia mantém pontos fixos de atendimento em Paranoá, Planaltina, São Sebastião, Samambaia e Lago Sul, bem como sete unidades do Na Hora, todos com atendimento espontâneo. O cronograma semanal completo pode ser consultado no site neoenergia.com.

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Administrações Regionais

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Segunda-feira
8h às 12h: Seduh
14h às 18h: Varjão

Terça-feira
8h às 14h: Santa Maria
14h às 18h: Sobradinho II

Quarta-feira
8h às 12h: Sobradinho
14h às 18h: Seduh

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Quinta-feira
8h às 12h: Núcleo Bandeirante
14h às 18h: Candangolândia

Sexta-feira
8h às 12h: Sol Nascente
14h às 18h: Ceilândia

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Social

CRESCENTE VIOLÊNCIA CONTRA MULHERES ALERTA SOBRE CAUSAS DO PROBLEMA

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Os casos de misoginia contra as mulheres chama atenção devido ao crescente número de ocorrências. O fato é que essa situação revela o motivo pelo qual a luta delas deve continuar para fomentar a reflexão sobre as causas para tanto rancor e destacam a necessidade da criação de medidas efetivas contra os agressores, como a nova proposta que equipara a misoginia ao racismo.

A ação é definida como qualquer tipo de ódio, desprezo ou preconceito contra elas, sendo considerado um fenômeno complexo e antigo, decorrente de uma combinação de fatores culturais e estruturais. Para a PHD em neurociência, psicanalista e psicopedagoga, Ângela Mathylde Soares, os casos se tornaram mais preocupantes devido à tecnologia com sua capacidade de propagação de diferentes discursos, inclusive, os violentos.

A aversão é alimentada na internet com discursos de ódio, propagado em diferentes plataformas, com publicações feitas na “machosfera” para desqualificar, assediar, incitar violência e proteger os agressores.

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O desprezo ainda é mais comum do que se imagina, mesmo entre os jovens. Para se ter uma ideia, uma pesquisa da Ipsos da Inglaterra, em parceria com o Instituto Global de Liderança Feminina da King’s Business School, apontou que 31% dos homens da geração Z – ou seja, nascidos entre 1997 e 2012 – acreditam que a mulher deve ser submissa ao marido, ou seja, obedecer todos os seus desejos. Mais de 23 mil pessoas, em 29 países – incluindo o Brasil – foram consultadas.

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Ângela afirma que os motivos para essa situação estão diretamente ligados à frustração masculina e ressentimento em se sentirem rejeitados, inadequados ou deslocados, por não terem atraído a atenção feminina, por exemplo, e assim, optam por desumanizá-las.

Assim, surgem movimentos como os “red pills” e “incels”, movidos pela crença superior masculina, mais racional e sensata. Dessa forma, as mulheres são vistas como interesseiras, manipuladoras, excessivamente emocionais e culpadas pelas próprias dores. A questão é que a superioridade é apenas uma fachada de uma mente fragilizada e ferida.

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É importante entender que as mulheres são seres livres, com pensamentos e desejos próprios. Elas não são obrigadas a se envolverem com pessoas, apenas para agradá-las e, muito menos, devem ser tratadas como objetos. As mesmas devem possuir o direito de caminhar tranquilamente pelas ruas, escolherem com quem se relacionar e trabalhar sem medo de se tornarem apenas mais um nome e número nas tristes estatísticas. Ainda existe um longo caminho a ser percorrido contra a misoginia e violência para ampliação da liberdade feminina.

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