Social
A atriz Luma Vidal compartilha sua história de transformação e mudança de mindset através da comunicação intencional em livro #MOV459
Luma Vidal agita as redes com lançamento do livro #Mov459
O livro #MOV459, “escrito por quem acorda antes do sol”, como gostam de ser reconhecidos os autores, é uma coletânea inspiradora de histórias de pessoas transformadas pelo movimento Clube 4:59, liderado por Pablo Marçal, que assina o prefácio do livro. Entre os 19 escritores está a atriz e comunicadora Luma Vidal, que compartilha sua história de transformação e de mudança de mindset através da comunicação intencional.
“Dizem que toda pessoa deve plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro. Independente de qual seja a cronologia dessas realizações, é tudo sobre frutificar, multiplicar e perpetuar o seu legado na terra”, escreveu a atriz mineira em postagem no seu perfil do Instagram.
Luma Vidal, que já contracenou ao lado do ator Nelson Xavier no filme “A Despedida”, de Marcelo Galvão” e em novelas da Rede Globo de Televisão, passou de aluna e espectadora do programa de Pablo Marçal para gestora de conteúdo do influenciador e, mais tarde, gestora de comunicação de sua campanha presidencial em 2022. Em sua história no livro “#MOV459”, ela destaca como a comunicação intencional pode ser uma ferramenta poderosa para alcançar objetivos e transformar a nossa realidade.
O Livro
Com lições importantes sobre mindset, transformação, motivação e ativação, o livro é uma fonte de inspiração para aqueles que buscam desenvolvimento pessoal e profissional. Com escritores do Brasil, Portugal, Estados Unidos e México, este é um movimento que está além das fronteiras. É a prova de que a distância geográfica não é um obstáculo na hora de estabelecer conexões e impactar vidas.
Além disso, a rotina baseada em hábitos saudáveis incentivada por Pablo Marçal, como praticar exercícios, ou mesmo, acordar antes do sol – tema central do encontro nas redes sociais às 4h59 – contribuem para o aumento da produtividade e bem-estar dos indivíduos.
Em resumo, “#MOV459” é uma leitura obrigatória para aqueles que buscam inspiração e transformação. A história de Luma Vidal e dos demais coautores prova que é possível alcançar grandes objetivos e transformar a vida, através de hábitos saudáveis e de uma mentalidade positiva.
Redação
Social
CRESCENTE VIOLÊNCIA CONTRA MULHERES ALERTA SOBRE CAUSAS DO PROBLEMA
Os casos de misoginia contra as mulheres chama atenção devido ao crescente número de ocorrências. O fato é que essa situação revela o motivo pelo qual a luta delas deve continuar para fomentar a reflexão sobre as causas para tanto rancor e destacam a necessidade da criação de medidas efetivas contra os agressores, como a nova proposta que equipara a misoginia ao racismo.
A ação é definida como qualquer tipo de ódio, desprezo ou preconceito contra elas, sendo considerado um fenômeno complexo e antigo, decorrente de uma combinação de fatores culturais e estruturais. Para a PHD em neurociência, psicanalista e psicopedagoga, Ângela Mathylde Soares, os casos se tornaram mais preocupantes devido à tecnologia com sua capacidade de propagação de diferentes discursos, inclusive, os violentos.
A aversão é alimentada na internet com discursos de ódio, propagado em diferentes plataformas, com publicações feitas na “machosfera” para desqualificar, assediar, incitar violência e proteger os agressores.
O desprezo ainda é mais comum do que se imagina, mesmo entre os jovens. Para se ter uma ideia, uma pesquisa da Ipsos da Inglaterra, em parceria com o Instituto Global de Liderança Feminina da King’s Business School, apontou que 31% dos homens da geração Z – ou seja, nascidos entre 1997 e 2012 – acreditam que a mulher deve ser submissa ao marido, ou seja, obedecer todos os seus desejos. Mais de 23 mil pessoas, em 29 países – incluindo o Brasil – foram consultadas.
Ângela afirma que os motivos para essa situação estão diretamente ligados à frustração masculina e ressentimento em se sentirem rejeitados, inadequados ou deslocados, por não terem atraído a atenção feminina, por exemplo, e assim, optam por desumanizá-las.
Assim, surgem movimentos como os “red pills” e “incels”, movidos pela crença superior masculina, mais racional e sensata. Dessa forma, as mulheres são vistas como interesseiras, manipuladoras, excessivamente emocionais e culpadas pelas próprias dores. A questão é que a superioridade é apenas uma fachada de uma mente fragilizada e ferida.
É importante entender que as mulheres são seres livres, com pensamentos e desejos próprios. Elas não são obrigadas a se envolverem com pessoas, apenas para agradá-las e, muito menos, devem ser tratadas como objetos. As mesmas devem possuir o direito de caminhar tranquilamente pelas ruas, escolherem com quem se relacionar e trabalhar sem medo de se tornarem apenas mais um nome e número nas tristes estatísticas. Ainda existe um longo caminho a ser percorrido contra a misoginia e violência para ampliação da liberdade feminina.
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