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Saúde

Mães solos no DF sofrem dificuldades para entrar no mercado de trabalho

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Foto: Agência Brasil

Ser mãe solo é a realidade de 11 milhões de mães brasileiras (segundo dados do IBGE) que são responsáveis inteiramente pela criação de seus filhos

Por Andressa Sarkis e Nathália Maciel
Jornal de Brasília/Agência de Notícias CEUB

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A técnica de enfermagem Flávia da Costa, de 26 anos, cria os seus filhos gêmeos (hoje, com 4 anos de idade) sozinha. Ela afirma que já foi questionada se tinha filhos para ter chance real ou não a uma vaga de emprego. “Existe preconceito, até por parte de familiares, por criar os filhos sozinha”.

Ser mãe solo é a realidade de 11 milhões de mães brasileiras (segundo dados do IBGE) que são responsáveis inteiramente pela criação de seus filhos. Mulheres que assumem a responsabilidade total pelo crescimento e desenvolvimento de suas crianças.

Divisão do tempo

Outro exemplo é a jornalista brasiliense Juliana Caetano, de 47 anos. Desde 2021, está divorciada do pai de seus filhos e teve de assumir a responsabilidade da criação.

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Ela garante que o pai continua sendo presente. Porém, como ele mora no Rio de Janeiro, a jornalista precisa organizar as tarefas pessoais e profissionais.

Flexibilidade está na lei

A advogada trabalhista, Mônica Xavier Alves, afirma que mães solteiras tem direito ao trabalho a tempo parcial e regime de horário flexível. As garantias de proteção às mulheres, em função da maternidade, estão previstas na Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), a partir do artigo 391. O trabalhador não poderá ser penalizado na avaliação de progressão de carreira.

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“A confirmação do estado de gravidez advindo no curso do contrato de trabalho, ainda que durante o prazo do aviso prévio trabalhado ou indenizado, garante a empregada gestante a estabilidade provisória (…)”, diz a lei.

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A jurista explica que toda gestante tem direito à licença maternidade. “Tanto aquela que está com vínculo pela CLT, quanto aquele que recolhe a sua contribuição individual pelo INSS, empregadas domésticas e para mães adotantes”, afirma.

Garantia surgiu na década de 1940

A licença-maternidade foi introduzida no Brasil no ano de 1943 pela CLT (Consolidação das Leis do Trabalho). “Inicialmente, o afastamento era de 84 (oitenta quatro) dias, e era pago pelo empregador.
Com os anos, a OIT (Organização Internacional do Trabalho) iniciou a recomendação que os custos com a licença-maternidade fossem pagos pelos sistemas de previdência social. No Brasil, isso ocorreu no ano 1973″, afirma Mônica Xavier.
No Brasil, a licença-maternidade garantida é de 120 dias. Em caso de interrupção do contrato de trabalho durante a gestação, deve ter seus valores indenizados todo o período dos nove meses e também na licença maternidade.
A advogada salienta que só cabe rescisão trabalhista da gestante sem indenização nos casos de demissão por justa causa.

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Auxílio

No Distrito Federal, no ano de 2020, a deputada federal Erika Kokai aprovou uma PL para pagamento de auxilio a mãe solteira, este Projeto de Lei conta com algumas regras:

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  • Confira abaixo
    • Mulheres que tenham ao menos um filho menor de 18 anos sob sua responsabilidade;
    • Mulheres inscritas no Cadastro Único – CadÚnico;
    • Mulheres que não possuem companheiro ou cônjuge;
    • Mulheres que não sejam beneficiárias de programas previdenciários ou assistenciais do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS);
    • Mulheres que não recebem seguro-desemprego;
    • Mulheres que não participem de qualquer programa de transferência de renda federal;
    • Mulheres que tenham renda mensal de até 1/2 (meio) salário mínimo por pessoa ou total familiar de três salários mínimos;
    • Mulheres com idade mínima de 18 anos.
    • Dentro da legislação brasileira, quais direitos são assegurados por lei para mães solo no mercado de trabalho?

Supervisão de Luiz Claudio Ferreira

Fonte: Jornal de Brasilia

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Saúde

Hábitos simples que fazem diferença na prevenção de problemas de pele

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Pequenos cuidados incorporados à rotina podem evitar uma série de problemas comuns da pele, como irritações, ressecamento, assaduras e pequenos ferimentos. Pensando nisso, a Minancora reuniu algumas orientações simples e acessíveis que ajudam a manter a pele protegida no dia a dia, especialmente em períodos de calor, exposição ao sol e maior atividade ao ar livre.

 

   1. Mantenha a pele sempre limpa e seca

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A higiene diária é fundamental para evitar o acúmulo de suor, resíduos e impurezas que podem causar irritações e obstrução dos poros. Após atividades físicas, praia ou piscina, o ideal é higienizar a pele e secá-la bem, principalmente em regiões de dobra, como axilas, virilha e atrás dos joelhos.

 

   2. Hidrate a pele regularmente

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A hidratação ajuda a fortalecer a barreira natural da pele, tornando-a mais resistente ao atrito, ao calor e às agressões externas. O cuidado deve ser contínuo, mesmo em dias quentes, quando muitas pessoas acabam pulando essa etapa da rotina.

   3. Evite roupas muito apertadas ou tecidos sintéticos

Peças justas e pouco respiráveis favorecem o atrito e aumentam a transpiração, criando um ambiente propício para assaduras e brotoejas. Sempre que possível, prefira roupas leves e de algodão, principalmente em dias de altas temperaturas.

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    4. Atenção especial aos pés

O uso frequente de calçados abertos, chinelos ou longos períodos em pé pode causar ressecamento, rachaduras e frieiras. Manter os pés limpos, secos e hidratados é uma forma simples de prevenir desconfortos comuns.

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     5. Tenha produtos multifuncionais por perto

No dia a dia ou em viagens, contar com produtos versáteis facilita o cuidado imediato em situações inesperadas, como pequenos ferimentos, arranhões ou picadas de inseto. A pomada Minancora, por exemplo, é indicada para esses casos e pode ser uma aliada prática para levar na bolsa, mochila ou nécessaire.

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     6. Não ignore pequenos machucados

Arranhões e feridas leves devem ser tratados rapidamente para evitar inflamações ou infecções. A atenção precoce ajuda a acelerar a recuperação da pele e reduz o risco de complicações.

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      7. Dê um descanso à pele

Após longos períodos usando maquiagem, glitter ou produtos cosméticos, é importante permitir que a pele respire. A limpeza adequada ao final do dia é essencial para evitar alergias e irritações.

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Segundo a Minancora, a prevenção está nos detalhes. “Criar uma rotina simples de cuidados é a melhor forma de evitar problemas que, muitas vezes, surgem por descuido ou excesso. A pele responde melhor quando recebe atenção diária e constante”, destaca a marca.

Com hábitos fáceis de aplicar, é possível manter a saúde da pele em equilíbrio durante todo o ano, com mais conforto e bem-estar.

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Sobre a Minancora

A Minancora é uma empresa brasileira com mais de 100 anos de história e tradição. Fundada em 1915, em Joinville, Santa Catarina, a empresa se destacou rapidamente com a produção da sua famosa pomada antisséptica, que logo se tornou um ícone da marca.

Atualmente conta com outros produtos cosméticos, como o creme antiacne, o sabonete em barra e sabonete líquido antiacne, gel creme antissinais e o alívio para os pés, um creme relaxante para essa área do corpo.

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