Curiosidades
Quem são e qual a origem da fortuna das 10 pessoas mais ricas do mundo.
Lista foi atualizada na última quinta-feira (23) (Crédito: Montagem/ IstoÉ Dinheiro)
Qual a origem da fortuna e as empresas das 10 pessoas mais ricas do mundo?
A bolada que os maiores bilionários do mundo administram sobe e desce todos os dias, principalmente porque depende, muitas vezes, da cotação das ações de suas empresas.
Apesar das flutuações diárias, a origem de suas fortunas é longínqua e a solidez de seus negócios garante que eles continuem a deter as maiores riquezas do globo.
+ Veja a lista das 10 pessoas mais ricas do Brasil, segundo ranking da Forbes
Confira, abaixo, quem ocupa o topo do ranking diário de bilionários da revista Forbes e a origem de seu capital.
1 – Bernard Arnault e família – US$ 206 bilhões (R$ 1 trilhão)
Presidente da LVMH Moët Hennessy Louis Vuitton, o magnata francês é dono de 75 marcas de moda e cosméticos, incluindo Louis Vuitton, Sephora e Tiffany & Co. Além do mercado de luxo, Arnault também tem uma holding com investimentos em empresas como Netflix e Byte Dance (controladora do TikTok). Apesar de ter começado sozinho no mundo da moda, a fortuna faz parte da família, já que seu pai consolidou seu capital na indústria de construção.
2 – Jeff Bezos – US$ 199 bilhões (R$ 1 trilhão)
Presidente da Amazon, Bezos fundou a empresa em sua garagem em Seattle, nos Estados Unidos, em 1994. Hoje ele possui 10% da companhia. O bilionário também é dono do jornal The Washington Post e da empresa de voo espacial Blue Origin.
3 – Elon Musk – US$ 194 bilhões (R$ 997 bilhões)
Musk é cofundador de seis empresas, mas seus grandes sucessos são a Tesla, fabricante de carros elétricos, e a SpaceX, produtora de foguetes – segundo a revista Forbes, as ações da companhia quintuplicaram seu valor em quatro anos. O bilionário também comprou a rede social Twitter em 2022, agora chamada de X.
4 – Mark Zuckerberg – US$ 163 bilhões (R$ 838 bilhões)
Cofundador do Facebook, Zuckerberg hoje é dono de um império de redes sociais e de mensagens, com Instagram e WhatsApp fazendo parte da Meta.
5 – Larry Ellison – US$ 153 bilhões (R$ 786 bilhões)
Hoje presidente e diretor de tecnologia da empresa de software, hardware e banco de dados Oracle, o americano fundou a companhia em 1977. A Oracle cresceu comprando outras companhias de software e sua maior aquisição aconteceu em 2021, quando comprou a empresa de registros eletrônicos de saúde Cerner por mais de US$ 28 bilhões.
6 – Larry Page – US$ 143 bilhões (R$ 735 bilhões)
O cientista da computação é cofundador do Google. Ele e o próximo colocado desta lista, Sergey Brin, deram início ao buscador em 1998 enquanto cursavam seus doutorados em Stanford. Atualmente, Page é acionista controlador e membro do conselho da Alphabet, controladora do Google.
7 – Sergey Brin – US$ 137 bilhões (R$ 704 bilhões)
Sergey Brin também é acionista controlador e membro do conselho da Alphabet, além de cofundador do Google. Nascido na Rússia, Brin se mudou para os Estados Unidos aos seis anos.
8 – Warren Buffett – US$ 134 bilhões (R$ 689 bilhões)
CEO da Berkshire Hathaway Inc, Buffett é considerado um dos investidores mais bem sucedidos de todos os tempos, segundo a Forbes. Sua empresa controla várias outras companhias, como a seguradora Geico e a fabricante de baterias Duracell.
9 – Bill Gates – US$ 130 bilhões (R$ 668 bilhões)
Provavelmente um dos mais famosos bilionários do mundo, Gates é fundador da Microsoft. Mas sua fortuna vai além da empresa de software, já que ele investe em diversas holdings, de acordo com a Forbes. Gates desistiu dos estudos em Harvard para criar a Microsoft com Paul Allen em 1975.
10 – Steve Ballmer – US$ 126 bilhões (R$ 648 bilhões)
Mais um bilionário da Microsoft. Steve Ballmer liderou a empresa de 2000 a 2014, mas entrou na companhia em 1980 depois de abandonar seus estudos em Stanford. Ballmer se aposentou da empresa em 2014 e comprou o time de basquete Los Angeles Clippers, da NBA.
Os valores das fortunas referem-se ao ranking do dia 23 de maio.
Curiosidades
Trabalhar fora de casa sem gastar muito: como escolher espaços produtivos em Brasília
Encontrar um lugar adequado para trabalhar ou estudar fora de casa, sem gastar muito, tem se tornado um desafio para moradores do Distrito Federal. No Brasil, cerca de 6,6 milhões de pessoas ainda trabalham remotamente, segundo o IBGE, o que ajuda a explicar a busca por ambientes que ofereçam mais foco e estrutura fora de casa, como bibliotecas, cafés e espaços compartilhados.
Nesse cenário, a escolha do local passou a ser um fator estratégico para manter o rendimento ao longo do dia. Mais do que o preço, aspectos como conforto, nível de ruído, acesso à internet e localização devem ser levados em consideração na hora de definir o ambiente ideal.
Segundo Flávio Hideo, fundador do Grupo 365, um dos principais erros é priorizar apenas o menor custo. “Nem sempre o lugar mais barato será o mais vantajoso. É importante avaliar o custo-benefício, considerando estrutura, localização e o quanto aquele ambiente contribui para a produtividade”, afirma.
De acordo com o especialista, ambientes barulhentos ou com estrutura inadequada tendem a comprometer o desempenho. “Locais com muitas distrações ou internet instável dificultam a concentração e podem impactar diretamente a rotina de trabalho ou estudo”, explica.
Hideo destaca que já existem alternativas acessíveis para quem precisa trabalhar fora de casa, como espaços que oferecem estrutura adequada e um ambiente planejado para foco, como o 365. “Hoje é possível encontrar opções que equilibram custo e qualidade, com conforto e condições adequadas para manter a produtividade”, pontua.
Home office ainda é o modelo preferido entre trabalhadores
Mesmo sendo o modelo preferido por muitos profissionais, o home office nem sempre garante as condições ideais de produtividade. Distrações, falta de estrutura adequada e dificuldades de concentração fazem com que parte dos trabalhadores busque alternativas fora de casa ao longo da rotina.
Além da escolha do espaço, o planejamento da rotina também é essencial para evitar gastos desnecessários. Avaliar a frequência de uso, o tempo de permanência e custos extras, como consumo e deslocamento, pode fazer diferença no orçamento ao final do mês.
“A análise dos custos de forma mais ampla mostra que o mais barato nem sempre é a melhor escolha. Um ambiente adequado influencia diretamente na produtividade, na organização da rotina e na qualidade das entregas. Por isso, escolher bem o espaço deve ser visto como um investimento no próprio desempenho”, conclui.
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