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Epreendedorismo

Dia do Empreendedorismo Feminino: conheça empresária que se destaca no mercado de foodsevice

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Fundadora e CEO da GALUNION, Simone Galante tem mais de 25 anos de experiência no setor

São Paulo (SP), novembro de 2024: Em 19 de novembro é celebrado o Dia do Empreendedorismo Feminino. O segmento de foodservice, por exemplo, é um dos que mais contam com homens à frente dos negócios, porém as mulheres se destacam como líderes no setor. Para trilhar uma carreira de sucesso e chegar à liderança, Simone Galante usou o exemplo da mãe. Dona Maria Rosa fez quatro faculdades, foi funcionária pública dedicada, fundou uma escola de Ensino Infantil, empreendeu com pousadas, bar, até banca de jornal, construiu casas e se dedicou às atividades voluntárias e sociais. A fundadora e CEO da GALUNION Consultoria, cresceu com esse espelho, de que as mulheres trabalham o dia todo, cuidam dos seus filhos, da casa, dos amigos e amam muito. Hoje, a empresária acumula mais de 25 de experiência no mercado de foodservice e evidencia a importância da liderança feminina neste mercado.

Simone atuou como executiva em grandes multinacionais como GRSA – Compass Group e no máster franqueado da Arby’s Restaurant Group, e em empresas nacionais como Sapore, Luft Foodservice e Liotécnica. Além disso, é membro de Conselho Consultivo da Boali, a maior rede de alimentação saudável do Brasil, realiza palestras sobre tendências do foodservice e participa dos grupos do segmento de franquias na ABF (Associação Brasileira de Franchising) e de bares e restaurantes na ANR (Associação Nacional de Restaurantes).

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Desde a fundação da GALUNION, em 2009, Simone liderou projetos para todos os elos da cadeia de valor em grandes operadores, como Subway, BRMania, Ráscal, Am/Pm Ipiranga, Grupo Trigo, Mania de Churrasco, Ofner, entre outros. Também conduziu projetos para indústrias de alimentos e de equipamentos como Forno de Minas, Nestlé Professional, Unilever, Hershey’s, Mondelez, Engefood e Macom Hoshizaki, além de distribuidores e fundos de investimentos do setor. No momento, a GALUNION dedica-se também ao fomento de repertório de conteúdo e dados que ancoram a inovação com olhar para tendências, consumidor e demais agentes que compõe o Ecossistema do Foodservice. Além disso, realizou mais de 350 projetos customizados de consultoria para empresas e associações líderes do mercado brasileiro de alimentação fora do lar.

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“Na GALUNION, meu propósito é contribuir ativamente para a evolução do mercado de foodservice, compartilhar sucesso com felicidade e catalisar o progresso dos clientes e das equipes. Acredito na criação de relacionamentos duradouros com alinhamento, confiança e respeito à cultura do cliente. Fazer o que gosta é trabalhar com o pensamento livre, em busca das melhores soluções a cada dia e a cada novo desafio, e incluir a potência humana e digital neste processo”, revela a CEO.

Antes de fundar a GALUNION, Simone foi diretora das divisões de varejo, saúde e educação da GRSA, com mais de 4.400 colaboradores e vendas acima de US$ 140 milhões por ano. Lá, também dirigiu a área de supply chain, onde liderou o projeto de centralização da área de compras e logística e apoiou a implantação de menu planning. Foi pioneira na implantação do MAP (Management and Performance), programa mundial de alinhamento de gestão e performance, responsável por gerar resultados expressivos ao Grupo Compass em todo o mundo. Na área de varejo em terminais de passageiros, operou mais de 12 marcas franqueadas e oito marcas próprias.

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“A evolução do mercado e as tendências inovadoras que surgem ano a ano nos movem mais intensamente em direção ao nosso propósito. Além disso, a presença em eventos de foodservice se torna obrigatória para vermos o que está em alta em outros países, trazendo ideias e insights para se diferenciar dos concorrentes. Esta jornada me traz uma satisfação imensa, exige dedicação e novas reflexões a todo momento. A GALUNION só existe hoje por ser composta de pessoas maravilhosas, que desejam harmonia verdadeira, ou seja, autenticidade no modo de ser e de agir, muita união e catalisação de conhecimento e negócios. Em um segmento dominado por homens, temos que dar voz e olhar para que as mulheres possam se expressar no foodservice. O protagonismo feminino é um fator para a mudança econômica para o País. Precisamos apoiar uma as outras para trazer a prosperidade ao setor”, finaliza Simone.

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Sobre a GALUNION

Especializada no setor de alimentação, a empresa atua como uma catalisadora de conhecimento, networking e inovação. Os serviços são voltados para negócios e profissionais que atuam no mercado de Foodservice. Fundada e comandada pela CEO, Simone Galante, a GALUNION atua em projetos de consultoria estratégica e de inovação, monitoramento de tendências, pesquisas, educação, roadshows, laboratório culinário e outros eventos para o mercado de alimentação preparada fora do lar. Realiza também estudos quantitativos e qualitativos em parcerias com renomadas entidades como a ABF (Associação Brasileira de Franchising), a ANR (Associação Nacional de Restaurantes) e a ABIA (Associação Brasileira da Indústria de Alimentos).

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Sobre Simone Galante

É fundadora e CEO da Galunion, consultoria especializada em alimentação fora do lar e catalisadora de conhecimento, network e inovação em prol dos negócios e dos profissionais do setor. A Galunion atua em projetos de consultoria e estratégia, estudos, missões técnicas, eventos e soluções inovadoras. Engenheira de alimentos, Simone tem mais de 25 anos de experiência no mercado de foodservice. Pela Galunion, realizou mais de 350 projetos customizados de consultoria para empresas e associações líderes do mercado brasileiro de alimentação fora do lar.

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Catadoras de materiais recicláveis protagonizam livro que será lançado em Brasília amanhã (20)

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Foto por Magali Moraes – Divulgação
“Mulheres que Reciclam o Futuro” reúne relatos de catadoras de várias regiões do país e será lançado na Câmara dos Deputados
Histórias de mulheres que encontraram na reciclagem uma forma de sustento, acolhimento e transformação social ganham destaque no livro Mulheres que Reciclam o Futuro, que será lançado amanhã (20), em Brasília. A obra reúne relatos de 25 catadoras de diferentes estados brasileiros, com trajetórias marcadas por coragem, superação e trabalho coletivo em torno do cuidado com o meio ambiente e da preservação.
Lançado no mês em que é celebrado o Dia Mundial da Reciclagem, comemorado em 17 de maio, o livro aborda os desafios enfrentados por essas mulheres, que representam 70% da força de trabalho dos cerca de 800 mil trabalhadores do setor no Brasil, segundo o Movimento Nacional de Catadores e Catadoras de Recicláveis (MNCR), reforçando o papel da reciclagem como motor essencial para a economia e o meio ambiente. Realizada pela Rede Educare, com patrocínio da Novelis via Lei de Incentivo à Cultura, a obra poderá ser baixada gratuitamente no site www.redeeducare.com.br ou adquirida em versão física.

A Novelis, líder mundial em laminação e reciclagem de alumínio, mantém, no Brasil, uma operação que conecta a indústria recicladora dos elos iniciais da cadeia de reciclagem, valorizando e reconhecendo a atuação de cooperativas, catadores e catadoras. “As histórias apresentadas mostram que a reciclagem vai muito além do material, ela transforma vidas. Para a Novelis, é um orgulho apoiar uma iniciativa que reconhece as catadoras como agentes essenciais da preservação ambiental e da criação de um presente e futuro mais sustentável. Juntas, ao lado de mais 800 mil pessoas, elas impulsionam a economia circular no país e transformam resíduos em oportunidade, renda e dignidade”, afirma Eunice Lima, diretora de Comunicação e Relações Governamentais da Novelis América do Sul.

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A escritora Viviane Mansi dá voz às histórias das catadoras brasileiras a partir de uma escuta cuidadosa e de uma escrita sensível, que desconstrói visões simplificadas e estigmatizadas sobre a realidade dessas mulheres, evidenciando que muitas delas foram levadas ao trabalho com resíduos por contextos de vulnerabilidade e encontram nesses espaços fonte de renda, acolhimento e pertencimento. A obra também se expressa na linguagem fotográfica de Magali Moraes, que amplia e aprofunda essas narrativas.

“Muitas vezes, a gente está distante dessa realidade e tem menos empatia simplesmente por não conhecer. O livro tenta fazer essa conexão entre o que se imagina e o que é real, para provocar um olhar mais cuidadoso e empático sobre essas mulheres que, em sua maioria, estão nesse trabalho e, ainda assim, seguem fazendo o melhor que podem com o que têm. É sobre elas e, especialmente, sobre o impacto que a gente gera no mundo e na vida das pessoas ao nosso redor”, afirma a escritora.

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“A reciclagem no Brasil tem rosto de mulher. São elas que, no cotidiano invisível, estruturam a base real da sustentabilidade no país, muito antes de qualquer política pública reconhecer”, destaca a CEO da Rede Educare, Kátia Rocha

Sete filhos criados a partir da reciclagem –  Uma das histórias do livro é a de Aparecida Ferreira de Maria, de Brasília. Filha de catadores, ao enfrentar a maternidade precoce, aos 18 anos, encontrou na catação uma alternativa viável de renda. Hoje, aos 41 anos, e com sete filhos criados com a reciclagem, atua na defesa da valorização dos catadores. “Aqui a gente conversa muito, cada uma conta a sua história, e eu vejo que são mulheres muito guerreiras. Elas chegam com histórias parecidas, de dificuldade, e encontram acolhimento. É um lugar onde a gente se escuta, se apoia e vai seguindo em frente”, destaca.

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Já Dulce Vale, de Goiânia, iniciou na reciclagem aos 40 anos, após perder o emprego como secretária e precisar reorganizar a vida como mãe solo e chefe de família. Atualmente, é presidente da Central e Forte e é uma das principais lideranças do movimento no país. “Quando você é mulher, já existem muitas barreiras para conseguir um trabalho. Aqui na cooperativa, a gente consegue conciliar, conversar, se apoiar. Por isso tem tantas mulheres. Aqui a gente encontra oportunidade e consegue seguir trabalhando, mesmo com as dificuldades do dia a dia”, afirma.

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De acordo com o Anuário da Reciclagem 2024, são mais de 3 mil organizações de catadores mapeadas no país, reunindo mais de 70 mil trabalhadores formalizados em cooperativas. Esse número, no entanto, representa apenas uma parcela da categoria estimada pelo MNCR. Cerca de 800 mil pessoas vivem da atividade no Brasil. Juntos, esses trabalhadores são responsáveis por impulsionar a recuperação de materiais e fortalecer a cadeia da reciclagem no país.

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