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Linn da Quebrada é destaque da I Mostra de Arte, Cultura e Moda LGBTI+ da CLDF

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Nascida em São Paulo, Linn tem uma carreira reconhecida dentro e fora do país pelos seus trabalhos com música, cinema e televisão

A Câmara Legislativa do Distrito Federal realiza, na próxima quinta-feira (5), a I Mostra de Arte, Cultura e Moda LGBTI+. O evento é de iniciativa do deputado Fábio Felix (PSOL) e pela Frente Parlamentar para Proteção e Promoção da Cidadania LGBTI+ da CLDF, em parceria com o ‘Lah no Bar’.

A convidada de honra desta 1ª Edição é a artista e ativista LGBTQIA+ Linn da Quebrada. Nascida em São Paulo, Linn tem uma carreira reconhecida dentro e fora do país pelos seus trabalhos com música, cinema e televisão. Em 2019, seu documentário “Bixa Travesty”, que retrata parte da trajetória pessoal e artística, foi o vencedor de “Melhor Documentário” no Festival Internacional de Cinema de Berlim.

Linn é destaque por refletir de modo intenso suas corporalidades, gêneros e comportamentos através de composições presentes desde os seus primeiros hits, como “Enviadescer” e “Bixa Preta”, ambos de 2017. “Minha pesquisa parte do corpo como processo de escavação e resgate. Entendo meu corpo como minha obra principal e, com isso, assumo que ser artista é criar sobre sua própria existência, em movimento e transformação constante”, declara.

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A I Mostra de Arte, Cultura e Moda LGBTI+ da CLDF também contará com performances de artistas drags, apresentações de ballroom e encerra com um desfile de moda. “Será um potente evento cultural que traz para o poder legislativo uma variação de linguagens artísticas da comunidade LGBTQIA+ local. É importante momento para reverenciarmos aquelas e aqueles que pavimentaram os caminhos para a nossa existência, celebrando o hoje e apontando possibilidades de futuro para as novas gerações”, explica Fábio Felix.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas através deste formulário:
https://bit.ly/VSeminarioLGBTCLDF

Serviço
I Mostra de Arte, Cultura e Moda LGBTI+ da CLDF
Horário: 19h
Data: 5 de Dezembro, quinta-feira
Local: Auditório Lindberg Aziz Cury

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Programação
19h – Abertura
19h30 – Mesa de debate
20h40 – Performances de artistas drags e ballroom
21h30 – Desfile de Encerramento

 

*Com informações da assessoria de comunicação do deputado Fábio Felix

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Agência CLDF

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Mulheres lideram consumo de livros no Brasil e redefinem o mercado editorial

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Com 62% das compras realizadas por mulheres em 2025, leitoras influenciam tiragens, temas e ampliam espaço de autoras nas prateleiras

As mulheres não apenas leem mais no Brasil, elas sustentam o mercado editorial. Dados da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil 2024, do Instituto Pró-Livro, mostram que 49% das mulheres se declaram leitoras, contra 44% dos homens. Já o levantamento Panorama do Consumo de Livros 2025, da Nielsen BookData, aponta que, no último ano, 62% das pessoas que compraram livros no país foram mulheres.

O impacto vai além das livrarias, e são elas que, majoritariamente, incentivam o hábito de leitura dentro de casa, indicam títulos em clubes e nas redes sociais e impulsionam tendências que rapidamente chegam às listas de mais vendidos.

O reflexo aparece nas prateleiras, editoras têm ampliado a publicação de autoras, investido em gêneros com forte apelo feminino, como romantasia e ficção contemporânea, e aberto espaço para temas que antes circulavam à margem, como menopausa, maternidade real, carreira, saúde mental e autonomia financeira.

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“O protagonismo feminino no consumo de livros do Brasil revela muito mais do que uma tendência de mercado, aponta para uma mudança estrutural no cenário editorial”, afirma a escritora e produtora cultural brasiliense Lella Malta.

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Segundo ela, o movimento vai muito além da compra de um livro. “Mais do que consumidoras, somos criadoras de conteúdo, mediadoras e articuladoras culturais. Buscamos narrativas plurais, representatividade, aprofundamento emocional e diversidade de vozes. Isso impulsiona o surgimento de novos selos, clubes de leitura, eventos literários e projetos independentes liderados por mulheres”.

Para além da leitura, cresce também a busca por profissionalização da escrita e dos serviços editoriais. Lella coordena dois projetos voltados à inserção feminina no setor. O Escreva, Garota! funciona como comunidade de formação para mulheres que desejam escrever e publicar. Já o Elas Publicam é um encontro voltado a profissionais que atuam em diferentes etapas da produção editorial, de revisoras a editoras, de ilustradoras e agentes literárias.

“Já comandamos o consumo, agora precisamos ocupar de vez as prateleiras das livrarias e os espaços de decisão na cadeia produtiva do livro”, diz.

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Com mulheres influenciando o que se lê, o que se publica e o que se vende, o mercado editorial brasileiro passa por uma mudança silenciosa e estrutural. Quem compra define prioridades. Hoje, são elas que estão no centro dessa transformação.

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Elas indicam

Onde ler mais mulheres:

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  • Amora Livros – Clube de assinatura de livros escritos por mulheres (Instagram: @amoralivros_brasil)

  • Leia Mulheres – Clube de leitura (Instagram: @_leiamulheres)

  • Leituras Decoloniais – Clube de leitura como prática decolonial (Instagram: @leiturasdecoloniais)

Onde se profissionalizar, fazer networking e obter apoio para iniciar uma carreira literária:

  • Escreva, Garota! – Grupo de apoio, engajamento e capacitação continuada para mulheres que escrevem (Instagram: @escrevagarota )

  • Elas Publicam – Encontro de mulheres do mercado editorial e canal de notícias do mercado do livro brasileiro (Instagram: @elaspublicam )

Analu Leite (BA), autora de Verdades de Papel (Editora Urutau) indica a obra Solitária, de Eliana Alvez Cruz (Companhia das Letras).

Adriana Moro (PR), autora de Não me chame de mãe (Editora Urutau) indica a obra Boca do Mundo, de Dia Bárbara Nobre (Companhia das Letras).

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Caroline Ferreira (SP), autora de Chuva: poemas imprevistos e precipitados (Editora Viseu) indica a obra O Abate, de Vanessa Strelow (Oito e Meio).

PREZZ COMUNICAÇÃO
Assessoria de Imprensa

61 98251-9821 61 99514-5393

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