Epreendedorismo
Seminário Mulheres no Poder discute desafios da liderança Feminina e da equidade de gênero
Leda Bandeira , presidente da ABMCJ-DF
Organizado pela ABMCJ-DF, evento reúne personalidades no dia 27 de março, das 9h às 18h, na Câmara Legislativa do Distrito Federal
A ABMCJ-DF (Associação Brasileira das Mulheres de Carreiras Jurídicas, Comissão do DF) realiza o Seminário Mulheres no Poder, no próximo dia 27 de março, das 9h às 18h, na Câmara Legislativa do Distrito Federal. A conferência magna, de abertura, será proferida pela presidente do STM (Superior Tribunal Militar), ministra Maria Elizabeth Rocha. Ela vai falar sobre Desafios da Mulhere em Instâncias de Poder. Ao longo de todo o dia, haverá painéis com debates sobre Desafios das Mulheres em Cargos de Liderança, O que mulheres estão fazendo para acelerar os avanços de gênero, e os Desafios na Conquista de Votos e em Disputas Eleitorais. O evento é gratuito, com participação aberta ao público.
A embaixadora da Espanha no BrasilMar Fernández-Palacios, a vice-governadora, Celina Leão, as executivas Cristiane Foja (presidente da Abrabe- Associação Brasileira de Bebidas), Fernanda Jorge (diretora do BTG-Pactual), Ilana Trombka (diretora-geral do Senado Federal), a deputada distrital Doutora Jane e a secretária da Mulher do DF, Giselle Ferreira estão entre as lideranças femininas que falarão ao público. O Seminário Mulheres no Poder tem o patrocínio do Banco BTG Pactual.
Inscrições: https://encurtador.com.br/C9Be3
Informações (61) 3242.1095
Programação do Seminário Mulheres no Poder
9h – Mesa de Abertura
– Leda Bandeira – presidente ABMCJ-DF
– Manoela Gonçalves – presidente nacional da ABMCJ
– Celina Leão – vice-governadora do DF
– Embaixadora da Espanha – Mar Fernández-Palacios
10h – Conferência Magna Desafios da Mulher em Instâncias de Poder – por Ministra Maria Elisabeth Rocha, presidente do STM
11h – Painel Desafios das mulheres em cargo de liderança
– Maria Claudia Buchianeri, ex-ministra do TSE
– Fernanda Jorge, diretora do Banco BTG Pactual
– Cristiane Foja, presidente da Abrabe (Associação Brasileira de Bebidas)
– Moderadora da Mesa: Thaís Riedel – ABMCJ-DF
12h30 – Almoço
14h30 – O que mulheres estão fazendo para acelerar avanços de gênero
– Ilana Trombka, diretora-geral do Senado
– Vladia Pompeu, Corregedora-geral do Ministério dos Portos
– Giselle Ferreira – secretária da Mulher no DF
– Moderadora da Mesa: Lúcia Bessa – ABMCJ – DF
16h30 – Desafios na conquista de votos e em disputas eleitorais
– Ilka Teodoro, advogada, ex-administradora de Brasília e candidata a deputada distrital em 2018
– Deputada Doutora Jane, deputada distrital (MDB-DF)
– Bianca Gonçalves – ABMCJ-DF
18h30 – Cerimônia de entrega do Prêmio Herilda Balduíno
A ABMCJ é uma organização não-governamental de juristas, de âmbito nacional, fundada em 1985, com o objetivo de contribuir para o estudo crítico do Direito e ações direcionadas sob a perspectiva da defesa do Empoderamento das Mulheres de Carreira Jurídica, da luta pela igualdade de gênero e demais temáticas relevantes ao desenvolvimento da mulher como ser humano.
Informações para a Imprensa:
Engenho Comunicação – (61) 3242.1095
Com Kátia Cubel – (61) 99187.9581 ou
Leiliane Gonçalves – (61) 99250.2385 ou
Raquel de Almeida – (61) 99187.8993
secretariaengenho@hotmail.com
Epreendedorismo
Catadoras de materiais recicláveis protagonizam livro que será lançado em Brasília amanhã (20)

A Novelis, líder mundial em laminação e reciclagem de alumínio, mantém, no Brasil, uma operação que conecta a indústria recicladora dos elos iniciais da cadeia de reciclagem, valorizando e reconhecendo a atuação de cooperativas, catadores e catadoras. “As histórias apresentadas mostram que a reciclagem vai muito além do material, ela transforma vidas. Para a Novelis, é um orgulho apoiar uma iniciativa que reconhece as catadoras como agentes essenciais da preservação ambiental e da criação de um presente e futuro mais sustentável. Juntas, ao lado de mais 800 mil pessoas, elas impulsionam a economia circular no país e transformam resíduos em oportunidade, renda e dignidade”, afirma Eunice Lima, diretora de Comunicação e Relações Governamentais da Novelis América do Sul.
A escritora Viviane Mansi dá voz às histórias das catadoras brasileiras a partir de uma escuta cuidadosa e de uma escrita sensível, que desconstrói visões simplificadas e estigmatizadas sobre a realidade dessas mulheres, evidenciando que muitas delas foram levadas ao trabalho com resíduos por contextos de vulnerabilidade e encontram nesses espaços fonte de renda, acolhimento e pertencimento. A obra também se expressa na linguagem fotográfica de Magali Moraes, que amplia e aprofunda essas narrativas.
“Muitas vezes, a gente está distante dessa realidade e tem menos empatia simplesmente por não conhecer. O livro tenta fazer essa conexão entre o que se imagina e o que é real, para provocar um olhar mais cuidadoso e empático sobre essas mulheres que, em sua maioria, estão nesse trabalho e, ainda assim, seguem fazendo o melhor que podem com o que têm. É sobre elas e, especialmente, sobre o impacto que a gente gera no mundo e na vida das pessoas ao nosso redor”, afirma a escritora.
“A reciclagem no Brasil tem rosto de mulher. São elas que, no cotidiano invisível, estruturam a base real da sustentabilidade no país, muito antes de qualquer política pública reconhecer”, destaca a CEO da Rede Educare, Kátia Rocha
Sete filhos criados a partir da reciclagem – Uma das histórias do livro é a de Aparecida Ferreira de Maria, de Brasília. Filha de catadores, ao enfrentar a maternidade precoce, aos 18 anos, encontrou na catação uma alternativa viável de renda. Hoje, aos 41 anos, e com sete filhos criados com a reciclagem, atua na defesa da valorização dos catadores. “Aqui a gente conversa muito, cada uma conta a sua história, e eu vejo que são mulheres muito guerreiras. Elas chegam com histórias parecidas, de dificuldade, e encontram acolhimento. É um lugar onde a gente se escuta, se apoia e vai seguindo em frente”, destaca.
Já Dulce Vale, de Goiânia, iniciou na reciclagem aos 40 anos, após perder o emprego como secretária e precisar reorganizar a vida como mãe solo e chefe de família. Atualmente, é presidente da Central e Forte e é uma das principais lideranças do movimento no país. “Quando você é mulher, já existem muitas barreiras para conseguir um trabalho. Aqui na cooperativa, a gente consegue conciliar, conversar, se apoiar. Por isso tem tantas mulheres. Aqui a gente encontra oportunidade e consegue seguir trabalhando, mesmo com as dificuldades do dia a dia”, afirma.
De acordo com o Anuário da Reciclagem 2024, são mais de 3 mil organizações de catadores mapeadas no país, reunindo mais de 70 mil trabalhadores formalizados em cooperativas. Esse número, no entanto, representa apenas uma parcela da categoria estimada pelo MNCR. Cerca de 800 mil pessoas vivem da atividade no Brasil. Juntos, esses trabalhadores são responsáveis por impulsionar a recuperação de materiais e fortalecer a cadeia da reciclagem no país.
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