Social
Um mergulho lúdico na música brasileira: Festival Em Cantos apresenta Samba na Areia
Inspirado na tradição oral, nas canções aprendidas com as avós e na experiência de Célia como professora de musicalização infantil, Samba na Areia revisita a música popular brasileira sob o olhar sensível da infância. O repertório traz releituras de clássicos da cultura popular, além de composições autorais, em um convite ao brincar, à escuta e ao movimento.
Com cenário afetivo e atmosfera acolhedora, o espetáculo valoriza a diversidade da cultura brasileira e estimula a conexão entre crianças e suas famílias por meio da arte. Uma experiência musical para se viver junto, de coração aberto. A programação do Festival Em Cantos segue até 20 de julho. A Sala Multiuso do Espaço Renato Russo será palco do espetáculo “Sapatos Mágicos” – uma história sem palavras contada por meio do sapateado de Victoria Oliveira e do piano de Plínio Carvalho.
Todos os espetáculos contam com uma intervenção artística de abertura, com vozes educadoras e Serviço: Festival Em Cantos
Na terceira semana do Festival Em Cantos, a proposta segue firme: criar oportunidades de interação verdadeira entre pais e filhos por meio da música. Voltado à primeira infância, o espetáculo Samba na Areia, com Célia Porto, Rênio Quintas e Eduardo Bento, será apresentado no dia 12 de julho, às 16h, no Espaço Cultural SESC Ary Barroso (504 Sul).
Data: 12 de julho (sexta-feira)
Horário: 16h
Local: Espaço Cultural SESC Ary Barroso – 504 Sul
Entrada: Gratuita ou solidária (1kg de alimento para o Instituto Vida Positiva)
Classificação indicativa: Livre – indicado para bebês, crianças pequenas e suas famílias
Social
BRASIL É 11° PAÍS COM MAIOR PRESENÇA DE LIDERANÇAS FEMININAS
As mulheres conquistaram a liberdade de trabalhar, sem a dependência e permissão dos maridos e famílias, somente nas últimas décadas e, desde então, demonstram porque são tão importantes no mercado, inclusive em cargos de liderança. Mesmo o Brasil apresentando números considerados baixos no mercado, trata-se de uma mudança importante por representar evolução.
A pesquisa Movimento Mulher 360 apontou que 5,2% das empresas brasileiras possuem uma mulher na presidência. Um recorte desse estudo mais amplo da participação do grupo em cargos de alta liderança sobe a participação delas para 37,7%.
Os resultados do ínEstes, por sua vez, registram o Brasil em um ranking de inclusão, considerado intermediário (11°), à frente de nações como os Estados Unidos (16°), pois locais como as Filipinas, África do Sul e Tailândia, lideram o ranking global da presença feminina em cargos de liderança sênior em empresas, de acordo com o levantamento Women in Business da Grant Thornton.
Para a especialista em liderança e gestão, palestrante, mentora, consultora organizacional, engenheira mecânica e escritora, Sônia Jordão, os dados são considerados bastante positivos, mas, muito ainda deve ser melhorado. A reversão do cenário atual requer ações intencionais das empresas, governo – através da criação de metas públicas de diversidade, processos seletivos com recorte de gênero, programas de mentoria, prezar pela flexibilidade e apoio parental – além de considerar a sociedade. É essencial conscientização para eliminar barreiras culturais e estruturais, pois, há muito tempo, elas se destacam como profissionais altamente eficientes em suas funções.
A liderança feminina decorre de uma série de motivos, indo muito além da representatividade, extremamente necessária. “As estatísticas destacam que, quando as mulheres assumem cargos diretivos, as empresas tendem a se tornar locais de trabalho mais inclusivos e, até mesmo, organizados”, afirma Sônia.
Elas acompanham a tendência de se adotar uma liderança mais colaborativa, cuja estrutura está focada na equidade, imparcialidade e senso de justiça para identificar carências individuais.
A expectativa é que a gestão feminina tenda a ser ainda mais humanizada. As mulheres são mais sensíveis e atentas – algo que não deve ser visto como fraqueza. Assim, escuta, empatia e segurança psicológica, tornam o local mais confortável para aquelas enfrentando situações como assédio, por exemplo, pois sabem que receberão a atenção necessária para solução do caso.
Os fatores contribuem também com a criação de um ambiente profissional seguro, propiciando a manutenção da saúde mental dos colaboradores, indispensável para a continuidade da atuação profissional. O Brasil é considerado o país mais ansioso do mundo, apresentando elevados índices de depressão e afastamentos por outras patologias, envolvendo a mente como a síndrome do pânico e burnout, consideradas extremamente incapacitantes.
Alguns levantamentos, como o da Fundação Getúlio Vargas, também reforçam essa realidade com uma presença feminina em cargos de poder, reduzindo os índices de adoecimento e sofrimento mental.
A especialista acredita que, na verdade, o modelo ideal de negócio requer uma equipe diversa com escuta ativa e de variados pontos de vista, características propiciadoras para melhores tomadas de decisão, justamente pela diferença de pensamentos contribuidores para o crescimento profissional e empresarial.
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