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Politica

Um ano de avanços, reconhecimento e modernização na saúde pública do DF Retrospectiva mostra como o IgesDF ampliou qualidade assistencial, inovação tecnológica e transparência ao longo de 2025

Publicado em

por Adriana Nasser
Janeiro — Transparência que vira referência nacional
O ano começou com um reconhecimento importante. O IgesDF foi uma das quatro organizações do país apontadas pela Controladoria-Geral da União (CGU) como totalmente transparentes no uso de recursos públicos, principalmente os provenientes de emendas parlamentares.
O painel de transparência reúne dados sobre compras, contratos, entregas e patrimônio, facilitando o controle social e reforçando a credibilidade da instituição. Segundo o STF, apenas 15% das ONGs avaliadas cumpriram integralmente os critérios — e o IgesDF esteve entre elas.
No início de 2025, também celebramos os seis anos do IgesDF, consolidando o Instituto como pilar do atendimento à saúde no DF e entorno. Houve avanço em tecnologia e qualificação profissional, com uso de painéis de monitoramento e robotização na distribuição de medicamentos.
Fevereiro — Avanços assistenciais e fortalecimento do cuidado na rede
Em fevereiro, o Hospital de Base alcançou um marco histórico ao se tornar a primeira unidade 100% SUS do país a realizar uma intervenção cardíaca minimamente invasiva, ampliando o acesso a tratamentos de alta complexidade com mais segurança e recuperação acelerada para os pacientes.
No mesmo mês, o Hospital Regional de Santa Maria ampliou 13 leitos de retaguarda neonatal, fortalecendo a assistência aos recém-nascidos que precisam de suporte especializado.
Fevereiro também marcou o aniversário de um ano do Hospital Cidade do Sol, que vem reforçando seu papel como unidade referência em atendimento humanizado, garantindo acolhimento e cuidado qualificado à população.
Março — Continuidade na gestão e rede estruturada
Em março, Cleber Monteiro foi sabatinado na Câmara Legislativa após ser indicado para a presidência do IgesDF. Ele, que já era vice-presidente, estava atuando interinamente.
O mês também destacou o papel do Hospital Cidade do Sol (HSol), que passou a atuar como retaguarda para o HBDF, HRSM e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), absorvendo pacientes de baixa e média complexidade e ajudando a organizar melhor os fluxos assistenciais.
Abril — Mais diagnósticos e qualidade reconhecida
Abril trouxe a chegada de um novo aparelho de ressonância magnética ao Hospital de Base, eliminando a necessidade de encaminhamento para clínicas privadas e gerando economia estimada de R$ 800 por exame.
Também foi mês de conquista histórica: a UPA de Ceilândia se tornou a única do Centro-Oeste com acreditação da Organização Nacional de Acreditação (ONA), reconhecimento internacional de qualidade.
Maio — Inovação no uso seguro de medicamentos
  O IgesDF avançou na modernização da farmácia hospitalar, com foco em rastreabilidade e automação. A unitarização de comprimidos e ampolas ampliou a segurança do paciente e reduziu desperdícios. Só nos primeiros três meses, foram 535 mil doses individualizadas. O resultado? Uma economia expressiva e queda de R$ 30,9 milhões nas despesas de estoque no segundo trimestre.
Outro destaque foi a implantação da teleconsulta na UPA de Vicente Pires, pioneira no DF, ajudando a otimizar fluxos e reduzir o tempo de espera do paciente.
Junho — Recorde e expansão da rede
Junho começou com recorde histórico de cirurgias: em maio foram 1.294 procedimentos no HBDF, consolidando média mensal superior a 1.250 cirurgias.
Também foi anunciada a construção de sete novas UPAS. Com investimento de R$ 117 milhões, o Governo do Distrito Federal (GDF) assinou contratos para a construção das novas unidades no Sol Nascente, Taguatinga Sul, Estrutural, Água Quente, Guará, Águas Claras e Arapoanga.
As novas UPAs serão maiores e cada unidade contará com 65 leitos, sendo 33 destinados ao público adulto e 32 para atendimento pediátrico, além de consultórios médicos, salas de estabilização, isolamento, curativos, laboratório, brinquedoteca, farmácia, serviço de imagem, refeitório e áreas de apoio aos profissionais.
Julho — Atendimento mais organizado no Hospital de Base
O mês de julho foi marcado por ações voltadas ao aperfeiçoamento dos processos assistenciais e administrativos nas unidades geridas pelo IgesDF. As equipes trabalharam na padronização de fluxos, no fortalecimento da gestão clínica e na ampliação de boas práticas de segurança do paciente. Essas medidas contribuem para maior eficiência operacional, redução de riscos e melhoria contínua da experiência do usuário no SUS-DF.
O Instituto segue empenhado em modernizar rotinas, apoiar as equipes multiprofissionais e garantir que os serviços sejam prestados com qualidade, transparência e responsabilidade pública.
Agosto — Novo centro cirúrgico em construção
Agosto ficou marcado pelo início das obras do novo Centro Cirúrgico do Hospital de Base, que contará com 16 salas operatórias, duas delas com tecnologia de alta performance. O investimento de R$ 13,5 milhões faz parte da estratégia institucional de modernização da infraestrutura assistencial.
A ampliação contribuirá para aumentar a capacidade de atendimento, garantir maior segurança aos pacientes e oferecer condições adequadas de trabalho às equipes multiprofissionais, fortalecendo o papel do Hospital de Base como referência em média e alta complexidade.
Setembro — 65 anos do Hospital de Base
Setembro foi mês de celebração: o Hospital de Base completou 65 anos como maior centro hospitalar do Centro-Oeste e referência em alta complexidade. São quase 5 mil trabalhadores atuando em diversas áreas, sustentando um atendimento que faz parte da história de Brasília desde 1960.
Desde que assumiu a gestão do HBDF, o IgesDF promoveu melhorias estruturais, como a reforma da cozinha, da enfermaria de oncologia e da radiologia, que recebeu novos equipamentos, incluindo um angiógrafo e uma ressonância magnética. Além da construção do novo centro cirúrgico.
Outubro — Assistência especializada em alta
O mês de outubro foi marcado pelo crescimento da assistência especializada nas unidades do IgesDF. Ao longo de 2025, foram realizados mais de 100 mil atendimentos pediátricos, evidenciando a importância do cuidado integral às crianças dentro da rede.
No Hospital de Base, a mastologia também registrou avanço significativo, com mais de 4,8 mil atendimentos no ano. O resultado reforça o compromisso institucional com o diagnóstico, tratamento e acompanhamento das pacientes, sobretudo na prevenção e no enfrentamento do câncer de mama.
Novembro — Tecnologia e humanização lado a lado
Em novembro, o Hospital Regional de Santa Maria recebeu um novo tomógrafo, capaz de atender até 200 pacientes por dia. O investimento de R$ 2,69 milhões amplia diagnósticos e substitui equipamentos obsoletos, reforçando a política de modernização do parque tecnológico.
O mês também celebrou seis anos do Projeto Humanizar, que transformou o acolhimento nas unidades do IgesDF, aproximando equipes e pacientes e garantindo atendimento mais humano e acolhedor.
Dezembro — Consolidação de resultados e fortalecimento da rede
Em dezembro, o IgesDF consolidou os principais resultados alcançados ao longo do ano, com destaque para a ampliação do acesso, a modernização de estruturas e o fortalecimento da rede assistencial. As unidades mantiveram foco na qualidade do cuidado, na segurança do paciente e na organização dos fluxos de atendimento, contribuindo para uma assistência mais resolutiva e integrada ao Sistema Único de Saúde do Distrito Federal. O fechamento do ano reforça o compromisso institucional de avançar continuamente na oferta de serviços públicos de saúde à população.
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Politica

Mulheres lideram consumo de livros no Brasil e redefinem o mercado editorial

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Com 62% das compras realizadas por mulheres em 2025, leitoras influenciam tiragens, temas e ampliam espaço de autoras nas prateleiras

As mulheres não apenas leem mais no Brasil, elas sustentam o mercado editorial. Dados da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil 2024, do Instituto Pró-Livro, mostram que 49% das mulheres se declaram leitoras, contra 44% dos homens. Já o levantamento Panorama do Consumo de Livros 2025, da Nielsen BookData, aponta que, no último ano, 62% das pessoas que compraram livros no país foram mulheres.

O impacto vai além das livrarias, e são elas que, majoritariamente, incentivam o hábito de leitura dentro de casa, indicam títulos em clubes e nas redes sociais e impulsionam tendências que rapidamente chegam às listas de mais vendidos.

O reflexo aparece nas prateleiras, editoras têm ampliado a publicação de autoras, investido em gêneros com forte apelo feminino, como romantasia e ficção contemporânea, e aberto espaço para temas que antes circulavam à margem, como menopausa, maternidade real, carreira, saúde mental e autonomia financeira.

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“O protagonismo feminino no consumo de livros do Brasil revela muito mais do que uma tendência de mercado, aponta para uma mudança estrutural no cenário editorial”, afirma a escritora e produtora cultural brasiliense Lella Malta.

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Segundo ela, o movimento vai muito além da compra de um livro. “Mais do que consumidoras, somos criadoras de conteúdo, mediadoras e articuladoras culturais. Buscamos narrativas plurais, representatividade, aprofundamento emocional e diversidade de vozes. Isso impulsiona o surgimento de novos selos, clubes de leitura, eventos literários e projetos independentes liderados por mulheres”.

Para além da leitura, cresce também a busca por profissionalização da escrita e dos serviços editoriais. Lella coordena dois projetos voltados à inserção feminina no setor. O Escreva, Garota! funciona como comunidade de formação para mulheres que desejam escrever e publicar. Já o Elas Publicam é um encontro voltado a profissionais que atuam em diferentes etapas da produção editorial, de revisoras a editoras, de ilustradoras e agentes literárias.

“Já comandamos o consumo, agora precisamos ocupar de vez as prateleiras das livrarias e os espaços de decisão na cadeia produtiva do livro”, diz.

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Com mulheres influenciando o que se lê, o que se publica e o que se vende, o mercado editorial brasileiro passa por uma mudança silenciosa e estrutural. Quem compra define prioridades. Hoje, são elas que estão no centro dessa transformação.

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Elas indicam

Onde ler mais mulheres:

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  • Amora Livros – Clube de assinatura de livros escritos por mulheres (Instagram: @amoralivros_brasil)

  • Leia Mulheres – Clube de leitura (Instagram: @_leiamulheres)

  • Leituras Decoloniais – Clube de leitura como prática decolonial (Instagram: @leiturasdecoloniais)

Onde se profissionalizar, fazer networking e obter apoio para iniciar uma carreira literária:

  • Escreva, Garota! – Grupo de apoio, engajamento e capacitação continuada para mulheres que escrevem (Instagram: @escrevagarota )

  • Elas Publicam – Encontro de mulheres do mercado editorial e canal de notícias do mercado do livro brasileiro (Instagram: @elaspublicam )

Analu Leite (BA), autora de Verdades de Papel (Editora Urutau) indica a obra Solitária, de Eliana Alvez Cruz (Companhia das Letras).

Adriana Moro (PR), autora de Não me chame de mãe (Editora Urutau) indica a obra Boca do Mundo, de Dia Bárbara Nobre (Companhia das Letras).

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Caroline Ferreira (SP), autora de Chuva: poemas imprevistos e precipitados (Editora Viseu) indica a obra O Abate, de Vanessa Strelow (Oito e Meio).

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