Epreendedorismo
Nome forte para a CLDF, subsecretária da Mulher é objeto de desejo dos principais partidos políticos de Brasília
Fotos: Aysllan Ferreira/divulgação
Tudo para ficar com Renata
Parafraseando o filme holiwoodiano Tudo para ficar com Poly, a subsecretária de Promoção da Mulher Renata Daguiar tem sido objeto de disputa entre os partidos políticos de Brasília, no melhor estilo Tudo para ficar com Renata. Liderando ações voltadas para o empreendedorismo e a proteção feminina no Governo do Distrito Federal, a gestora ganhou projeção e protagonismo no Poder Executivo local. Inclinada a tentar mais uma vez a vaga de deputada distrital, ela despertou o interesse de diversas legendas devido ao seu potencial político crescente.
Caso confirme a candidatura, era seria a terceira participação de Renata Daguiar nas eleições. Em 2018, quando se lançou pela primeira vez, ela alcançou cerca de 4 mil votos pelo Progressistas. Já em 2022, pelo PMN, ela triplicou a votação e chegou perto de 12 mil, quando tornou-se uma das deputadas suplentes. A capacidade de cativar o eleitor ganha ainda mais destaque pelo fato de, em nenhuma das duas oportunidades, ela ter tido tempo de televisão. Ou seja, utilizou apenas as redes sociais, a mobilização corpo a corpo e o boca a boca.
Siglas como MDB, Republicanos, Podemos e Agir, entre outros estão entre algumas das possibilidades de desembarque de Renata Daguiar. Bem vista pela cúpula do GDF, ela disponha como nome forte não somente para ser eleita, mas para assumir papel de destaque à frente da base governista e ter a força de uma puxadora de outros candidatos da legenda devido à possibilidade de uma votação expressiva. Vale destacar que, provavelmente, dessa vez, ela vai ter tempo de TV para apresentar suas propostas e garantir ainda mais votos.
Projetos
Renata Daguiar, auditora do Tesouro Nacional, chegou ao DF em 2014 e, em 2017, fundou o instituto Reciclando o Futuro para apoiar catadores do antigo Lixão da Estrutural. A iniciativa já impactou mais de 40 mil pessoas. Como subsecretária de Promoção das Mulheres do DF, ampliou sua atuação por meio de políticas públicas voltadas à autonomia feminina, incluindo a criação da Loja Colaborativa Cerrado Feminino e programas de acolhimento e combate à violência contra mulheres em situação de vulnerabilidade. Também promoveu ações sociais como o Natal Solidário, beneficiando mais de 400 famílias.
Mesmo afastada formalmente do instituto, acompanhou sua expansão para novas regiões vulneráveis, a ampliação de unidades existentes e a abertura de novas sedes a partir de 2026. Entre os resultados, destacam-se a aprovação de 400 pessoas em concursos públicos pelo Capacita DF e o projeto DIU Social, que garante mensalmente acesso ao contraceptivo para mulheres de baixa renda, promovendo planejamento familiar e autonomia.
Epreendedorismo
Mulheres impulsionam franquias e venda direta na maior rede de chocolates do mundo
No Brasil, o empreendedorismo feminino é, além de uma escolha de carreira, um motor de transformação social e econômica. Segundo dados do Sebrae e do IBGE, cerca de 49% das mulheres empreendedoras no país são chefes de domicílio, assumindo a responsabilidade principal pelo sustento de seus lares. Esse movimento é percebido, principalmente na venda direta, um setor onde 60% dos profissionais são mulheres, de acordo com a Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD). Na Cacau Show, essas estatísticas ganham rosto e voz com trajetórias que conectam a revenda porta a porta ao comando de grandes operações franqueadas.
Um grande exemplo dessa evolução é a empresária Juliana Cortezia, hoje à frente de quatro operações no Mato Grosso. Sua história com a marca começou há 14 anos, em uma pequena loja no modelo “marfim” (padrão visual clássico da rede na época) em Lucas do Rio Verde e acompanhou toda a modernização da marca até chegar ao conceito imersivo da Super Store.
Aos 20 anos, recém-formada em Gastronomia, ela contou com o apoio da mãe como sócia para abrir a franquia. Longe de se acomodar, Juliana buscou na educação a base para sua liderança: graduou-se também em Direito para se especializar na gestão do negócio. O que começou com apenas ela e mais uma funcionária, transformou-se em uma estrutura que hoje emprega 19 colaboradores.
Atualmente, ela administra duas lojas em Sorriso e duas em Lucas do Rio Verde, incluindo uma Super Store (formato de grande porte, com cafeteria e gelateria). Juliana também foi pioneira: muito antes de a Cacau Show formalizar o canal de venda direta, ela já vislumbrava o potencial da revenda, oferecendo descontos para parceiros que levavam os produtos para cidades do interior onde a marca ainda não chegava.
A visão estratégica de Juliana se reflete em todo o ecossistema da marca, especialmente nos 240 mil revendedores que atuam em todo o país. Em Prado Ferreira (PR), Deisiane Couto de Souza provou que o tamanho da cidade não limita o sucesso, alcançando o topo do ranking nacional de vendas. Já em Belém do São Francisco (PE), a professora Cheila Lúcia Alves Gomes encontrou na revenda um caminho de superação após enfrentar problemas de saúde, conquistando independência financeira e autonomia.
A força feminina na Cacau Show se manifesta em todas as escalas, seja no lucro que financia um projeto social de música, como faz a revendedora Joyce Gabrielly em Minas Gerais, ou na conclusão de uma segunda graduação, como no caso de Bianca dos Santos, no Paraná.
Para a marca, onde mais de 90% das 4.700 lojas são franquias, o sucesso de mulheres como Juliana e de milhares de revendedoras reflete o compromisso de oferecer oportunidades que potencializam a liderança e o impacto social em cada região do Brasil.
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