Diversas
Grupo IRKO expande presença no Sul para impulsionar a profissionalização de empresas locais
O objetivo é contribuir para o crescimento da gestão das empresas do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul
A Região Sul do país vem registrando crescimento acelerado em relação à média nacional, segundo o Núcleo de Contas Nacionais do FGV IBRE, impulsionando a demanda por serviços profissionais especializados que apoiem a expansão das empresas e a evolução de suas práticas de gestão. Para atender a essa procura, o Grupo IRKO, que conta com quase sete décadas de atuação no mercado, está ampliando sua atuação no Sul do país.
“Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul estão entre os melhores estados do Brasil em ambiente de negócios, produtividade e competitividade, atraindo investimentos e apresentando procura crescente pelos serviços prestados pelo Grupo IRKO. Nossa missão é apoiar as empresas da região, contribuindo para sua longevidade e sustentabilidade”, afirma Alexandre Freitas, sócio da IRKO Sul.
A IRKO Sul oferecerá serviços de outsourcing – terceirização especializada e apoiada pela tecnologia – nas áreas contábil, financeira, fiscal e trabalhista, além de consultoria empresarial e auditoria. O objetivo é fornecer soluções integradas que apoiem o cumprimento de exigências regulatórias, aumentem a eficiência operacional e colaborem para o desenvolvimento dos negócios em um cenário cada vez mais complexo e competitivo.
A iniciativa faz parte do plano de expansão do Grupo IRKO, que busca oferecer serviços personalizados de acordo com as particularidades de companhias de cada região, sempre mantendo proximidade com clientes e parceiros. Hoje, a IRKO também tem escritórios em São Paulo, Campinas (SP) e Rio de Janeiro.
“O crescimento das empresas brasileiras traz oportunidades relevantes, mas também aumenta a complexidade da gestão. A proposta do Grupo IRKO é justamente apoiar esse movimento com uma abordagem estruturada, combinando conhecimento técnico, proximidade com o cliente e uso intensivo de tecnologia para sustentar decisões mais seguras e o crescimento de longo prazo”, afirma Eduardo Luque, sócio-diretor e membro do Conselho do Grupo IRKO.
No caso dos estados do Sul, diz Alexandre Freitas, há forte presença de empresas familiares em processo de profissionalização e crescimento acelerado, tornando-os um terreno fértil para a atuação da IRKO. “Essas organizações estão estruturando suas operações financeiras, aprimorando a governança, fortalecendo controles internos e passando por processos de transição geracional. Buscam mais transparência, eficiência e conformidade regulatória – áreas em que o Grupo IRKO tem expertise profundamente consolidada”, diz.
O executivo possui mais de 27 anos de experiência em auditoria e consultoria, 14 deles dedicados ao atendimento de empresas da região Sul, e passagem pelas maiores firmas globais de auditoria e consultoria.
Sobre o Grupo IRKO
Há quase 70 anos no mercado, o Grupo IRKO alia experiência e inovação para oferecer um amplo leque de serviços em assessoria contábil, fiscal e trabalhista, consultoria e auditoria. O Grupo possui uma sólida carteira de clientes – de pequenas companhias a grandes multinacionais – e se diferencia da concorrência pela combinação entre equipes altamente especializadas e atendimento personalizado. Desde 2021, é associado à SMS Latinoamérica, rede internacional de firmas independentes de auditoria, consultoria e contabilidade. Foi eleito pela Leaders League como uma das principais empresas brasileiras nos segmentos de BPO, IPO Readiness, Auditoria Financeira e Transaction Services.
Diversas
1/4, Dia da Mentira: saiba como agir se o seu filho mente muito
Educadora explica porque mentir faz parte do desenvolvimento infantil e orienta como os adultos devem lidar com a situação
Barueri, março de 2026 – No Dia da Mentira, celebrado em 1º de abril, o tema costuma aparecer em tom de brincadeira. No cotidiano das famílias, porém, quando uma criança começa a negar fatos evidentes ou inventar histórias para escapar de uma bronca, o assunto pode gerar preocupação. Qual pai, mãe ou responsável nunca ouviu de uma criança frases como “não fui eu”, “eu já fiz a lição” ou “o cachorro comeu o chocolate”? Mas afinal, mentir é um sinal de problema no comportamento infantil?
De acordo com Jacqueline Cappellano, coordenadora pedagógica da Escola Internacional de Alphaville, de Barueri (SP), as primeiras mentiras costumam aparecer por volta dos três ou quatro anos de idade, fase em que o indivíduo começa a desenvolver habilidades como imaginação, linguagem e compreensão das regras sociais, e percebe que pode manipular informações para evitar punições ou obter algum benefício.
“Esse é um passo importante no amadurecimento cognitivo”, explica. “Na maioria das vezes, a mentira infantil não está ligada à malícia ou à intenção de enganar de forma grave. Muitas vezes, ela surge por medo de punição, para agradar aos adultos ou simplesmente como extensão do universo imaginativo da criança.” A criança muitas vezes mente por receio de perder o amor do adulto, pois não sabe como será sua reação ao contar a verdade sobre algo “errado” que fez.
Segundo a especialista, nessa etapa o “faz de conta” é um recurso importante para o desenvolvimento emocional e criativo. Por isso, nem sempre o que os adultos interpretam como mentira é uma tentativa deliberada de enganar: a criança não faz para manipular, até porque nem teria condições cognitivas para isso. Em determinadas situações, a mentira aparece como forma de autoproteção: a criança pode negar que quebrou um objeto ou que não fez a tarefa de casa por receio da reação dos adultos.
“É importante lembrar que a criança ainda está aprendendo a lidar com regras sociais e emoções. Mentir pode ser uma tentativa de resolver um problema imediato, sem que ela compreenda totalmente as consequências”, destaca Capellano.
Como os adultos devem reagir?
Diante de uma mentira, a reação dos adultos influencia diretamente a frequência do comportamento. Castigos severos ou humilhações, por exemplo, tendem a produzir o efeito contrário ao desejado. “Quando a mentira é descoberta, o ideal é manter a calma e conversar com a criança. Reações muito duras podem aumentar o medo e fazer com que ela minta ainda mais para evitar punições”, orienta a docente.
Em vez de focar apenas no erro, a recomendação é transformar o episódio em um momento de aprendizado. Algumas estratégias incluem: explicar por que a verdade é importante nas relações; reforçar que todos podem cometer erros; e valorizar quando a criança fala a verdade, mesmo em situações difíceis.
Em uma situação hipotética em que uma criança diga que foi à Disney no feriado, por exemplo, ao ouvir a história, o adulto não deve reagir com repreensão imediata ou constrangimento. O mais adequado é acolher o relato e ajudar a criança a diferenciar imaginação e realidade. Pode-se dizer à criança algo como: “A Disney parece um lugar muito divertido mesmo, que muita gente sonha em conhecer. Mas o que você fez mesmo no final de semana?”.
Essa abordagem ajuda a criança a refletir sobre o que disse sem se sentir envergonhada e transforma a situação em aprendizado, mostrando que fantasias podem fazer parte das brincadeiras, mas que, nas conversas do dia a dia, a honestidade é fundamental.
Outro ponto importante é dar o exemplo dentro de casa, como em episódios em que o adulto mente que não está em casa para não receber uma visita indesejada. “As crianças observam o comportamento dos adultos o tempo todo. Quando veem pais ou responsáveis mentindo em situações cotidianas, podem entender que isso é aceitável”, afirma Capellano.
A educadora aponta a necessidade de a família refletir sobre o clima da casa, a forma como os conflitos são resolvidos e a abertura para o diálogo – aspectos que influenciam diretamente o comportamento das crianças. Ambientes em que os pequenos se sentem seguros para falar, errar e aprender tendem a reduzir a necessidade de recorrer à mentira como mecanismo de defesa.
Para os pais, o episódio de uma mentira pode ser também um convite à reflexão sobre como anda a dinâmica da família e quais oportunidades existem para fortalecer vínculos, confiança e escuta dentro de casa. “A criança precisa sentir que pode dizer a verdade sem medo de humilhação ou punições desproporcionais. Quando o ambiente familiar é acolhedor, o diálogo acontece com mais naturalidade e os valores, como a honestidade, são construídos no cotidiano”, afirma Jacqueline Capellano.
Quando é preciso ficar atento?
Embora a mentira faça parte do desenvolvimento infantil, existem situações que exigem mais atenção dos responsáveis. Quando o comportamento se torna frequente e compulsivo, se prejudica a criança ou um terceiro envolvido, ou envolve histórias muito elaboradas e distantes da realidade, pode ser um sinal de alerta.
Em casos extremos, o comportamento pode estar associado a dificuldades emocionais ou algum outro problema mais sério. “Se a criança mente de forma persistente, mesmo sem motivo aparente, ou usa a mentira como principal forma de lidar com conflitos, é importante buscar orientação de profissional especializado como um terapeuta infantil que possa orientar a família”, finaliza Cappellano.
A especialista: Jacqueline Cappellano é pedagoga, pós-graduada em Bilinguismo e Psicopedagogia coordenadora da Educação Infantil da Escola Internacional de Alphaville. É uma grande entusiasta da Educação Bilíngue e fascinada pelo universo da educação infantil. Enxerga no intercâmbio entre ideias e culturas, um caminho para a paz entre os povos.
Crédito: Freepik.
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