Social
FABIANA LACERDA É A NOVA SECRETÁRIA DA JUVENTUDE DO DF
Com experiência no setor social e empresarial, Fabiana assume a pasta após a saída de André Kubitschek, pré-candidato a deputado distrital pelo PL.
A nova titular da Secretaria de Estado da Juventude do Distrito Federal, Fabiana Lacerda, assumiu o cargo com o compromisso de fortalecer e ampliar políticas públicas voltadas à inclusão social, à qualificação profissional e ao protagonismo juvenil. Ela sucede André Kubitschek, que deixou a pasta para se tornar pré-candidato a deputado distrital pelo PL/DF.
Com trajetória consolidada nas áreas social, institucional e empresarial, a nova secretária possui ampla experiência na formulação, coordenação e execução de projetos voltados à juventude. Sua trajetória inclui histórico de atuação e representatividade institucional no Projeto CORT, fundado em 1987 por Gildásio Lacerda (in memoriam), iniciativa reconhecida pelo incentivo ao esporte e pela prevenção à violência, ao uso de drogas e à criminalidade entre crianças, adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade no Distrito Federal e entorno.
Fabiana também presidiu o Instituto Reciclando Futuro, onde liderou programas de inclusão social, formação cidadã e desenvolvimento humano, com foco na ampliação de oportunidades para jovens e no fortalecimento de redes comunitárias.

No campo comunitário e associativo, possui histórico de liderança no Ministério Avivamento Apostólico das Nações, organização da sociedade civil com atuação em ações sociais e projetos voltados à juventude no Distrito Federal. Também exerce, de forma voluntária, a função de secretária-geral do Shabat Itan, rede internacional de mulheres envolvidas em iniciativas de diálogo, cooperação e ações sociais.
Com 23 anos de experiência como executiva em grandes empresas, Fabiana construiu carreira sólida na iniciativa privada, com atuação nas áreas de turismo e hotelaria, agregando visão estratégica, capacidade de gestão, governança e foco em resultados à administração pública.
A nova gestão pretende ampliar parcerias institucionais, fortalecer programas existentes e implementar ações com foco em empregabilidade, qualificação profissional e participação ativa da juventude na formulação das políticas públicas. A nomeação reforça o compromisso do Governo do Distrito Federal com a continuidade e o aprimoramento das políticas voltadas à juventude, promovendo inclusão, oportunidades e desenvolvimento humano no Distrito Federal.

Gestão André Kubitschek
André Kubitschek esteve à frente da Secretaria de Estado da Juventude do Distrito Federal em uma gestão marcada pela reestruturação e ampliação das políticas públicas voltadas à juventude.
Durante o período, André promoveu a expansão do programa Jovem Candango, com aumento no número de vagas e fortalecimento do acesso ao primeiro emprego aliado à formação cidadã. Também implementou o programa Futuro em Conta, voltado à educação financeira, planejamento pessoal e incentivo à autonomia econômica dos jovens, além de ampliar o ProJovem Digital, com oferta de cursos e capacitações em tecnologia e inclusão digital.
A gestão também intensificou ações de qualificação profissional e inclusão produtiva, firmando parcerias com instituições de ensino e com o setor produtivo. Outro destaque da gestão André Kubitschek foi a interiorização das políticas públicas, ampliando a presença da secretaria nas regiões administrativas do Distrito Federal e levando oportunidades a jovens em situação de maior vulnerabilidade social.

Social
CRESCENTE VIOLÊNCIA CONTRA MULHERES ALERTA SOBRE CAUSAS DO PROBLEMA
Os casos de misoginia contra as mulheres chama atenção devido ao crescente número de ocorrências. O fato é que essa situação revela o motivo pelo qual a luta delas deve continuar para fomentar a reflexão sobre as causas para tanto rancor e destacam a necessidade da criação de medidas efetivas contra os agressores, como a nova proposta que equipara a misoginia ao racismo.
A ação é definida como qualquer tipo de ódio, desprezo ou preconceito contra elas, sendo considerado um fenômeno complexo e antigo, decorrente de uma combinação de fatores culturais e estruturais. Para a PHD em neurociência, psicanalista e psicopedagoga, Ângela Mathylde Soares, os casos se tornaram mais preocupantes devido à tecnologia com sua capacidade de propagação de diferentes discursos, inclusive, os violentos.
A aversão é alimentada na internet com discursos de ódio, propagado em diferentes plataformas, com publicações feitas na “machosfera” para desqualificar, assediar, incitar violência e proteger os agressores.
O desprezo ainda é mais comum do que se imagina, mesmo entre os jovens. Para se ter uma ideia, uma pesquisa da Ipsos da Inglaterra, em parceria com o Instituto Global de Liderança Feminina da King’s Business School, apontou que 31% dos homens da geração Z – ou seja, nascidos entre 1997 e 2012 – acreditam que a mulher deve ser submissa ao marido, ou seja, obedecer todos os seus desejos. Mais de 23 mil pessoas, em 29 países – incluindo o Brasil – foram consultadas.
Ângela afirma que os motivos para essa situação estão diretamente ligados à frustração masculina e ressentimento em se sentirem rejeitados, inadequados ou deslocados, por não terem atraído a atenção feminina, por exemplo, e assim, optam por desumanizá-las.
Assim, surgem movimentos como os “red pills” e “incels”, movidos pela crença superior masculina, mais racional e sensata. Dessa forma, as mulheres são vistas como interesseiras, manipuladoras, excessivamente emocionais e culpadas pelas próprias dores. A questão é que a superioridade é apenas uma fachada de uma mente fragilizada e ferida.
É importante entender que as mulheres são seres livres, com pensamentos e desejos próprios. Elas não são obrigadas a se envolverem com pessoas, apenas para agradá-las e, muito menos, devem ser tratadas como objetos. As mesmas devem possuir o direito de caminhar tranquilamente pelas ruas, escolherem com quem se relacionar e trabalhar sem medo de se tornarem apenas mais um nome e número nas tristes estatísticas. Ainda existe um longo caminho a ser percorrido contra a misoginia e violência para ampliação da liberdade feminina.
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