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IgesDF abre seleção para compra de carro maca para exames de ressonância

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Fornecedores interessados têm de 22 de abril a 6 de maio para envio de propostas
Garantir mais segurança no transporte de pacientes dentro dos hospitais é o foco de uma nova seleção aberta pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). Nesta sexta-feira (17), o Instituto lançou o Edital nº 25/2026 para a aquisição de carro maca utilizado em exames de ressonância magnética.
O carro maca é o equipamento usado para transportar pacientes dentro das unidades de saúde, especialmente até o aparelho de ressonância. Nesse tipo de exame, ele precisa ser produzido com materiais que não interferem no campo magnético, o que é essencial para evitar riscos e garantir a qualidade das imagens.
O prazo para envio das propostas é de 10 dias úteis, com início em 22 de abril e término às 23h55 do dia 6 de maio de 2026.
Segundo a área responsável, a contratação deve contribuir para melhorar o fluxo dos exames e dar mais agilidade ao atendimento nas unidades geridas pelo Instituto.
Como participar
Os interessados devem encaminhar as propostas dentro do prazo estabelecido para o e-mail: emendas.propostas@igesdf.org.br
Serviço
Processo SEI: 04016-00004328/2024-62
Cotação nº: 1505934
Período de envio: de 22 de abril a 6 de maio de 2026, até às 23h55
CRÉDITOS:
Foto: Divulgação/IgesDF
Matéria: Luciane Paz
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Diversas

Histórias de maternidade marcam os 18 anos do Hospital de Santa Maria

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Profissionais relembram a experiência de dar à luz na mesma unidade onde também trabalham

Com 18 anos recém completos, o Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) celebra não apenas sua trajetória na saúde pública do Distrito Federal, mas também as histórias de quem vive o hospital de diferentes formas. Entre colaboradoras que hoje fazem parte da rotina da unidade, muitas também guardam uma lembrança ainda mais especial: foi ali que trouxeram seus filhos ao mundo.
Entre corredores já conhecidos, plantões e rotinas bem definidas, algumas histórias ganham novos significados. Mais do que local de trabalho, o hospital também se torna cenário de um dos momentos mais marcantes da vida de muitas mulheres: o nascimento dos filhos. A experiência transforma a relação com a unidade e oferece uma nova perspectiva: sair do papel de profissional para vivenciar o cuidado como paciente.
Foi assim com Patrícia Araújo, assistente administrativa do serviço de ginecologia e obstetrícia, que há dois anos deu à luz ao pequeno Benício Araújo. Por se tratar de uma gestação de alto risco, ela encontrou no próprio hospital o suporte necessário desde o início.
“Eu fiz todo o meu pré-natal aqui. Recebi apoio de colegas para começar o acompanhamento, e isso fez toda a diferença”, relembra.
A gestação exigiu atenção redobrada. Aos 42 anos, com diagnóstico de diabetes gestacional e alterações na pressão arterial, surgiram momentos de apreensão. Ainda assim, o acompanhamento multiprofissional garantiu segurança.
“A atuação da equipe foi fundamental. Consegui controlar a diabetes, a pressão estabilizou e fui muito bem assistida, desde a enfermagem até a fisioterapia”, relata.
O trabalho de parto foi longo, com duração de 32 horas, mas a experiência foi marcada pelo acolhimento.
A relação com o hospital também faz parte da trajetória de Luciana Mendes, auxiliar de serviços gerais e mãe de Isabelly e Miguel, de 14 e 11 anos. Ambos nasceram no HRSM, antes mesmo de ela integrar a equipe. Moradora de Santa Maria, escolheu a unidade para viver esses momentos e guarda lembranças positivas desde a chegada.
No nascimento da filha mais velha, Luciana chegou à unidade já em trabalho de parto avançado e chamou a atenção pela tranquilidade.
“Teve até médica que comentou como eu estava calma. Nunca me deixaram sozinha e fui muito bem atendida o tempo todo”, conta.
Anos depois, a experiência se repetiu no nascimento do segundo filho, trazendo até um sentimento inusitado.
“Quando recebi alta, nem queria ir embora. Fiquei com receio de não ter em casa o mesmo cuidado que tive aqui. Sempre indico o hospital, porque fui muito bem assistida em todos os momentos”, afirma.
Já Bruna Carolyne da Silva, assistente administrativa da coordenação de protocolos, também escolheu o HRSM para o nascimento de Arthur Kaleb, hoje com 7 anos. Apesar de um início desafiador, com dificuldade na evolução do parto, ela destaca o suporte recebido durante a internação.
“Foi um pouco complicado, pois não houve dilatação suficiente e foi necessária a cesárea. Mesmo assim, tive todo o apoio da equipe e tudo ocorreu bem”, relata.
Mais do que números ou marcos históricos, os 18 anos do HRSM também são feitos dessas memórias afetivas. Para Patrícia, Luciana e Bruna, a unidade se tornou cenário de um dos momentos mais importantes de suas vidas. Experiências diferentes, mas marcadas pelo mesmo sentimento: o de acolhimento em um instante que permanecerá guardado para sempre.
CRÉDITOS:
Fotos: Divulgação/IgesDF
Matéria: Talita Motta 
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