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TCS lança a segunda edição do Codificadas, competição de programação exclusiva para mulheres

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Esta nova temporada traz a Inteligência Artificial como foco central. As inscrições estão abertas até 12 de junho para mulheres de toda a América Latina.

São Paulo, 30 de abril de 2026 – A Tata Consultancy Services (TCS) abre oficialmente as inscrições para a segunda edição do Codificadas, o concurso regional de programação competitiva exclusivo para mulheres que, mais uma vez, visa coroar a melhor programadora da América Latina. Sob o tema “The AI Generation”, esta nova temporada é impulsionada pela Inteligência Artificial, incorporando-a tanto nas fases de treinamento quanto na competição.

 

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As inscrições já estão abertas no site tcscodificadas.com até o dia 12 de junho. Assim como na edição anterior, a competição é totalmente gratuita e aberta a mulheres de toda a região, independentemente do nível de experiência ou fase acadêmica.

 

Em um momento em que a IA está transformando a forma como as soluções tecnológicas são desenvolvidas, participar de experiências de aprendizado que integram programação, pensamento crítico e o uso responsável da IA está se tornando essencial para o desenvolvimento acadêmico e profissional das estudantes. O Codificadas oferece exatamente esse espaço para aprender, competir e crescer, ao mesmo tempo em que incorpora ferramentas e abordagens altamente demandadas pela indústria hoje.

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Além de testar habilidades técnicas, a competição também visa preparar as participantes para os desafios do mundo real, promovendo o pensamento lógico, a resolução de problemas, a adaptabilidade a novas tecnologias e o uso da IA como uma aliada para aprimorar o código, não o substituir.

 

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Em sua segunda edição, o Codificadas apresenta novos desafios impulsionados por IA, nos quais as participantes podem aproveitar plataformas como ChatGPT, Claude, GitHub Copilot, Gemini e Perplexity para entender conceitos, gerar códigos, otimizar soluções e resolver desafios técnicos.

 

Duas categorias

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Para esta segunda edição, o Codificadas abre inscrições para duas categorias voltadas para perfis diferentes:

 

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  • NextGenCoder: voltada para jovens mulheres de 15 a 18 anos sem formação universitária, direcionada principalmente a estudantes do ensino médio. Esta categoria é focada naquelas que estão dando seus primeiros passos na programação, incentivando o interesse precoce pela tecnologia, pela lógica computacional e pelo uso inicial de ferramentas de IA dentro de um ambiente de aprendizado progressivo e desafiador.
  • MasterCoder: para estudantes universitárias, alunas de cursos técnicos e estudantes de pós-graduação com formatura prevista para 2026 ou anos seguintes. Direcionada a perfis com mais experiência acadêmica, as participantes desta categoria enfrentarão desafios mais complexos, combinando programação competitiva, estratégia e IA aplicada.
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O legado da primeira edição

 

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A primeira edição superou todas as expectativas, em que mais de 4.700 mulheres de 16 países se inscreveram na competição. A grande final, que contou com uma competição transmitida ao vivo e cerimônia de premiação, foi realizada presencialmente em Bogotá, na Colômbia. A competição coroou suas primeiras vencedoras: a argentina Milagros Osimi como Top Coder na categoria UniCoder, Bianca Vicente, também da Argentina, como Top Coder na categoria JrCoder, e Rosangel Bullon, do Peru, como Top Coder na categoria ProCoder.

 

Finalistas da primeira edição do Codificadas

 

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Um espaço para mais mulheres em STEM

 

O Codificadas foi criado em resposta a uma lacuna persistente nas carreiras STEM, já que, apesar do crescimento do setor de tecnologia na América Latina, as mulheres continuam sub-representadas em espaços de programação competitiva e na indústria de TI como um todo. A competição visa reverter essa tendência criando um espaço dedicado em que o talento feminino assume o protagonismo.

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“A tecnologia está avançando e as mulheres da América Latina devem avançar com ela. Com esta segunda edição do CODIFICADAS, não estamos apenas buscando uma maior participação feminina na tecnologia, mas também equipando uma geração de mulheres com ferramentas de IA que lhes permitirão ter voz na transformação digital do futuro”, destacou Ximena Jofré, Head de RH da TCS para a América Latina.

 

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Prêmios e oportunidades

 

As finalistas viajarão gratuitamente como convidadas à grande final do Codificadas, que será realizada presencialmente e transmitida ao vivo de uma das principais capitais da região. Elas também desfrutarão de experiências turísticas únicas durante um fim de semana inesquecível. Além disso, terão acesso a prêmios importantes, bem como a oportunidades de emprego, estágios e projetos acadêmicos na Tata Consultancy Services, uma das principais empresas de tecnologia e consultoria do mundo, com operações em mais de 55 países.

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O Codificadas é organizado pela TCS, criadora do TCS CodeVita, reconhecido pelo Guinness World Records como a maior competição de programação do mundo, com participantes de 98 países.

 

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As mulheres interessadas em participar podem se inscrever e encontrar mais detalhes em tcscodificadas.com.

 

Sobre a Tata Consultancy Services (TCS)

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A Tata Consultancy Services (BSE: 532540, NSE: TCS) é a parceira de tecnologia preferida das organizações líderes de mercado em todo o mundo. Desde sua fundação em 1968, a TCS tem mantido os mais altos padrões de inovação, excelência em engenharia e atendimento ao cliente.

 

A empresa tem a aspiração de se tornar a maior companhia de serviços de tecnologia liderada por IA do mundo e está capacitando seus clientes a se transformarem em todo o stack de IA, da infraestrutura à inteligência.

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Enraizada na tradição do Tata Group, a TCS tem como foco a criação de valor a longo prazo para seus clientes, investidores, colaboradores e a comunidade em geral. Com uma força de trabalho altamente qualificada composta por 607.979 consultores distribuídos em 55 países e 202 centros de entrega em todo o mundo, a empresa tem sido reconhecida como uma das principais empregadoras em seis continentes. Com a capacidade de aplicar e escalar rapidamente novas tecnologias, a companhia construiu parcerias de longo prazo com seus clientes, ajudando-os a se tornarem empresas adaptáveis perpetuamente. Muitos desses relacionamentos duram décadas e passaram por todos os ciclos tecnológicos, desde os mainframes na década de 1970 até a inteligência artificial da atualidade.

 

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A TCS patrocina 14 das mais prestigiadas maratonas e competições de resistência do mundo, incluindo a Maratona TCS de Nova Iorque, a Maratona TCS de Londres e a Maratona TCS de Sidney, com foco na promoção da saúde, da sustentabilidade e do fortalecimento da comunidade. A TCS gerou uma receita consolidada de mais de US$ 30 bilhões no ano fiscal encerrado em 31 de março de 2026.

 

CRÉDITOS:

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Fotos: Divulgação

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PATRÍCIA BLANCO LIDERA CERIMÔNIA PARA CELEBRAR, NO CONGRESSO NACIONAL, O DIA MUNDIAL DA LIBERDADE DE IMPRENSA

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Aberta ao público, celebração acontece dia 04 de maio, as 14h, em Brasília

Presidente do Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional (CCS) e presidente-executiva do Instituto Palavra Aberta, Patrícia Blanco irá presidir reunião para celebrar o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa. Instituída pela ONU em 1993, a data é comemorada mundialmente no dia 03 de maio, próximo domingo. A sessão solene, no Plenário do CCS, vai acontecer no dia 04 de maio, segunda-feira, às 14h.

O Dia Mundial da Liberdade de Imprensa foi instituído para defender o Jornalismo e a liberdade de praticá-lo, proteger os jornalistas em atividade contra todos os tipos de violência, homenagear jornalistas mortos no exercício da profissão e chamar a atenção da sociedade para o Jornalismo e as causas que a profissão defende. Uma delas é ser um dos antídotos às políticas de desinformação e de difusão de fake News. “Vamos fazer uma comemoração solene, para não deixar essa data passar em branco”. Além dos integrantes da comissão e de representantes da sociedade civil, há três convidadas que terão direito à fala: a representante da Unesco no Brasil, Marlova Noleto, a jornalista Basília Rodrigues e Bia Barbosa, da Coalizão em Defesa do Jornalismo.

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