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Saúde

Colaboradores do Hospital Cidade do Sol recebem 1ª Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho

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Programação reúne ações de saúde, segurança e autocuidado com foco na qualidade de vida.
“Eu cuido de você e você cuida de mim”. Com esse lema, os colaboradores do Hospital Cidade do Sol (HSol), unidade gerida pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), foram recebidos para um dia dedicado ao cuidado e à valorização de quem faz a saúde acontecer.
Realizada nesta quarta-feira (29), a programação integra a Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho (SIPAT), realizada pela Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) da unidade. A iniciativa é voltada à conscientização dos profissionais sobre a prevenção de acidentes e doenças ocupacionais, além da promoção da saúde e segurança no ambiente de trabalho.
Com apoio do Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (Sesmt) do IgesDF e em parceria com a Secretaria da Mulher do DF, a primeira SIPAT do HSol contou com diversas atividades, como aulas de defesa pessoal, por meio do projeto Mulheres no Tatame, com o instrutor Ricardo Biscoli, bate-papo sobre violência contra a mulher, atendimento jurídico, além de ações de autocuidado, como maquiagem, tranças, ventosaterapia e aula de zumba.
O gerente-geral substituto do Hospital Cidade do Sol, Leandro Queza, reforçou a importância da iniciativa para o fortalecimento do ambiente de trabalho. “A SIPAT vai além da prevenção de acidentes. É um momento de cuidado com as pessoas, de valorização dos nossos colaboradores e de fortalecimento da cultura de segurança dentro da unidade. Quando cuidamos de quem cuida, promovemos um ambiente mais saudável, seguro e acolhedor para todos”, pontua.
A analista do Núcleo de Humanização, Rainayra Rocha, aprovou a iniciativa e destacou o impacto das ações no dia a dia dos profissionais. “Percebemos o quanto precisamos olhar mais para nós mesmos. Atividades como o apoio jurídico e a defesa pessoal são essenciais, especialmente para nós, mulheres. Muitas vezes estamos tão focados no trabalho que acabamos esquecendo de cuidar da gente”, relata.
A colaboradora do Sesmt, Adriana Pinheiro, destaca que a SIPAT é uma ação anual prevista nas normas de segurança do trabalho. “A Norma Regulamentadora NR-1 é considerada a ‘norma mãe’ da segurança no trabalho e estabelece diretrizes fundamentais para a proteção dos trabalhadores. A SIPAT faz parte desse conjunto de ações, especialmente em instituições que possuem a CIPA”, completa.
CRÉDITOS:
Fotos: Alisson Noronha/IgesD
Matéria: Luciane Paz 
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Saúde

HUB participa da rede de cuidado envolvida na doação e no transplante de órgãos

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O hospital realizará atividades que buscam conscientizar a população sobre a importância
da doação de órgãos
Brasília (DF) Um transplante começa muito antes da cirurgia e continua depois dela. Entre a identificação de um potencial doador e o acompanhamento da pessoa que recebe um órgão, diferentes profissionais e serviços participam de uma rede de cuidado que envolve avaliação, exames, acolhimento e acompanhamento. Durante o Setembro Verde, o Hospital Universitário de Brasília (HUB-UnB/HU Brasil) realizará atividades que buscam incentivar esse gesto.
“O Setembro Verde é uma grande campanha nacional de incentivo à doação de órgãos. Em todo o Brasil, são realizadas ações para conscientizar a população sobre o assunto”, comentou Gustavo Arimatea, médico nefrologista e chefe da Unidade de Transplantes do HUB.
Programação
No hospital, já aconteceram as seguintes atividades em alusão ao Setembro Verde:
  • 10/09 – Ação de incentivo ao transplante, na sala de espera de pacientes, no subsolo do prédio da Unidade da Criança e do Adolescente (UCA).
  • 18/09 – 6º Seminário de Transplante e Doação de Órgãos, Tecidos e Células, integrando a programação do 2º Conecta HUB, na UCA.
  • 20/09 – Participação especial na Corrida/Caminhada da UnB/HUB, na Universidade de Brasília.
Em 24/9, uma exposição de estande na Feira de Saúde do HUB, onde serão realizadas atividades lúdicas a respeito da importância da doação de órgãos, encerrará o cronograma.
Salvar vidas
Para Gustavo Arimatea, a conscientização sobre a doação de órgãos é importante para ampliar o conhecimento sobre o processo e estimular a manifestação da vontade de doar. No HUB, são realizadas três modalidades de transplante: rim, córnea e medula óssea autóloga.
“Para realizar um transplante no HUB o paciente precisa ser encaminhado através da Regulação da Secretaria de Saúde do Distrito Federal. Ou seja, o médico do paciente identifica a necessidade de um transplante e envia os relatórios de encaminhamento para o Complexo Regulador da SES/DF, que depois agenda uma consulta com a equipe de transplante”, explica Gustavo.
Em 2026, no HUB, já foram realizados 27 transplantes renais; 20 transplantes de córnea e 12 de medula óssea. O número suficiente de doadores ainda permanece sendo um desafio perante as demandas por doação no Brasil e no mundo.
“No Brasil, ainda temos um desafio adicional. Existe uma grande desigualdade de acesso ao transplante. Muitas pessoas vivem longe dos centros transplantadores, que estão concentrados nas maiores cidades e em algumas regiões do país. Precisamos garantir que todas as pessoas que possam se beneficiar de um transplante consigam chegar aos hospitais que realizam esse tratamento”, alerta o chefe da Unidade de Transplante.
Nesse sentido, no HUB, é feita uma “corrida contra o tempo” para que o transplante ocorra no prazo seguro. Esforço que envolve o processo de preparação de um paciente para que sua entrada na lista de transplante seja o mais breve possível.
“Como o órgão precisa ser colocado no corpo do receptor no menor intervalo possível, dizemos que isso é uma corrida contra o tempo. O Brasil é um país de grandes dimensões e muitas vezes os órgãos precisam viajar para outros estados. Nessa situação a organização logística é muito complexa, para que não existam entraves que inviabilizem o transplante”, informa Gustavo.
Etapas
Ainda de acordo com o nefrologista, no período pré-transplante, o objetivo é manter a saúde do paciente enquanto ele aguarda a disponibilidade de um órgão. Durante o transplante, os principais desafios estão relacionados à recuperação da cirurgia e à adaptação aos medicamentos utilizados para evitar a rejeição do órgão.
“No pós-transplante, quando o quadro de saúde do paciente já estabilizou, é necessário manter os cuidados pessoais, tomar os remédios do transplante com muito rigor e seguir o acompanhamento médico. Mas nessa fase os pacientes costumam se sentir muito bem e conseguem retomar muitos projetos de vida que tiveram que ser interrompidos em decorrência da doença”, completa.
Para quem aguarda por um transplante, a doação pode representar uma possibilidade de continuidade do cuidado. Por isso, falar sobre o tema e manifestar em vida a vontade de ser doador são atitudes que podem ajudar os parentes a conhecer essa decisão. No Brasil, a autorização para a doação de órgãos após a morte depende do consentimento da família.
Sobre a HU Brasil
O HUB-UnB faz parte da HU Brasil desde janeiro de 2013. Criada por meio da Lei nº 12.550/2011 e vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a estatal nasceu tendo como nome oficial Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh). É responsável pela administração de 47 hospitais universitários federais em 25 unidades da federação.
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