Epreendedorismo
Dra. Larissa Coimbra transforma a vida de milhares de pesquisadores, mestres e doutores através do empreendedorismo acadêmico
Além de ajudar acadêmicos de graduação e pós graduação a lidarem com a universidade com mais leveza e acolhimento, a pesquisadora expandiu seus métodos para o perfil @dra.larissacoimbra, onde ensina empreendedorismo acadêmico a pesquisadores iniciantes, mestres e doutores, para que possam gerar renda extra ou, até mesmo, renda principal.
Criativa e determinada, Dra. Larissa utiliza ferramentas como cursos, mentorias, e-books, workshops e conteúdos gratuitos para mostrar o caminho das pedras que levam a grandes rendas no empreendedorismo acadêmico.
Em seu Instagram (@dra.larissacoimbra) Dra. Larissa soma mais de 11 mil seguidores, dentre eles muitos alunos que a acompanham e usufruem dos seus ricos conteúdos sobre empreendedorismo acadêmico.
Em entrevista, Dra. Larissa Coimbra relata os desafios que fizeram parte de sua trajetória pessoal e acadêmica: “No final de 2019, fui aprovada em um Doutorado Sanduíche, que consiste na oportunidade de fazer parte do Doutorado no exterior. Mas antes de concluir a experiência, minha mãe que vinha lutando contra um câncer de mama entrou em estágio terminal aqui no Brasil. Assim, voltei da Europa após apenas 1 mês de trabalho e passei os últimos dias de vida dela com ela, me despedindo da pessoa que eu mais amava em Janeiro de 2020. Vivi a fase mais difícil da minha vida: lidando com esse luto aos 28 anos e muito triste por ter perdido o que à época era a maior oportunidade de trabalho como pesquisadora que eu havia conquistado.
E para completar, pouco tempo depois a pandemia estourou. Perdi a vontade de fazer pesquisa, de trabalhar e de correr atrás dos meus sonhos, até que meses depois a resolução das burocracias de ter voltado do exterior antes do combinado se resolveram. Me reergui através de muita terapia e do apoio das pessoas que me amam. Mas perder a minha mãe, minha bolsa de pesquisa por um certo período e perceber que não estava verdadeiramente feliz estudando para concursos públicos me fez entender que eu precisava reavaliar os caminhos profissionais que eu queria para a minha vida. Eu também tinha sofrido assédio moral algumas vezes em ambientes de pesquisa, o que me levou a um burnout e a crises de ansiedade que trato até hoje. Assim, eu comecei a considerar outros caminhos. Foi assim que, após muito estudar sobre e com a anuência da minha pós-graduação e orientador, comecei no empreendedorismo. Coloquei anos de experiência em pesquisa na venda de cursos de escrita científica e afins. Melhorei muito também a qualidade de conteúdos gratuitos ofertados depois de estudar muito sobre o digital. Percebi que estava contribuindo com a pesquisa e com a melhoria na qualidade da vida acadêmica dos meus alunos e seguidores de uma outra forma, e assim, quebrando barreiras que foram impostas a mim por muito tempo em relação
a qual caminho profissional eu “deveria” seguir. Hoje já após o Doutorado, me sinto plenamente feliz fazendo um trabalho de qualidade e sendo muito bem remunerada por isso. Apesar dos pesares, sou muito grata à universidade e muito do que ela me proporcionou – inclusive os títulos que possuo e os conhecimentos que hoje ensino. Hoje, além de fazer pesquisa no meu ritmo, posso contribuir também com a pesquisa dos meus alunos que desejam seguir carreira acadêmica no @doutorabio e ensinando aqueles que desejam empreender como eu no @dra.larissacoimbra.”
Dentre os objetivos para o futuro profissional, Dra. Larissa planeja expandir o seu alcance nas redes sociais, alcançando cada vez mais acadêmicos. Dessa forma, ela deseja ensinar mestres, doutores (e pessoas a caminho desses títulos) que desejam outra fonte de renda. Assim, estes acadêmicos poderão monetizar seus conhecimentos e venderem os seus próprios cursos, workshops, e-books e afins.
Diariamente, Dra. Larissa busca quebrar as barreiras do julgamento de que empreender não é uma atividade louvável para acadêmicos e professores, e de que apenas concursos públicos e o trabalho em salas de aula tradicionais em universidades e escolas seriam o caminho. Estas são sim carreiras necessárias e importantíssimas, e que inclusive são muito desvalorizadas, mas não são os únicos caminhos que mestres e doutores podem seguir.
“Trabalhar com o digital nos permite alcançar milhões de pessoas, realizar conexões profissionais em todo o mundo diariamente e fazer amigos para a vida – e muitos descobrem um caminho de muitas alegrias e realizações” – comenta ela. Já há centenas de acadêmicos como Dra. Larissa, realizando trabalhos de excelência em divulgação científica gratuita e venda de serviços no digital, e ela acredita que esse número crescerá nos próximos anos.
Acompanhe nas redes sociais:
No Instagram @dra.larissacoimbra e @doutorabio;
No YouTube – Doutora Bio;
No Facebook – Doutora Larissa Coimbra e Doutora Bio.
Fonte: IstoÉ
Epreendedorismo
Mulheres impulsionam franquias e venda direta na maior rede de chocolates do mundo
No Brasil, o empreendedorismo feminino é, além de uma escolha de carreira, um motor de transformação social e econômica. Segundo dados do Sebrae e do IBGE, cerca de 49% das mulheres empreendedoras no país são chefes de domicílio, assumindo a responsabilidade principal pelo sustento de seus lares. Esse movimento é percebido, principalmente na venda direta, um setor onde 60% dos profissionais são mulheres, de acordo com a Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD). Na Cacau Show, essas estatísticas ganham rosto e voz com trajetórias que conectam a revenda porta a porta ao comando de grandes operações franqueadas.
Um grande exemplo dessa evolução é a empresária Juliana Cortezia, hoje à frente de quatro operações no Mato Grosso. Sua história com a marca começou há 14 anos, em uma pequena loja no modelo “marfim” (padrão visual clássico da rede na época) em Lucas do Rio Verde e acompanhou toda a modernização da marca até chegar ao conceito imersivo da Super Store.
Aos 20 anos, recém-formada em Gastronomia, ela contou com o apoio da mãe como sócia para abrir a franquia. Longe de se acomodar, Juliana buscou na educação a base para sua liderança: graduou-se também em Direito para se especializar na gestão do negócio. O que começou com apenas ela e mais uma funcionária, transformou-se em uma estrutura que hoje emprega 19 colaboradores.
Atualmente, ela administra duas lojas em Sorriso e duas em Lucas do Rio Verde, incluindo uma Super Store (formato de grande porte, com cafeteria e gelateria). Juliana também foi pioneira: muito antes de a Cacau Show formalizar o canal de venda direta, ela já vislumbrava o potencial da revenda, oferecendo descontos para parceiros que levavam os produtos para cidades do interior onde a marca ainda não chegava.
A visão estratégica de Juliana se reflete em todo o ecossistema da marca, especialmente nos 240 mil revendedores que atuam em todo o país. Em Prado Ferreira (PR), Deisiane Couto de Souza provou que o tamanho da cidade não limita o sucesso, alcançando o topo do ranking nacional de vendas. Já em Belém do São Francisco (PE), a professora Cheila Lúcia Alves Gomes encontrou na revenda um caminho de superação após enfrentar problemas de saúde, conquistando independência financeira e autonomia.
A força feminina na Cacau Show se manifesta em todas as escalas, seja no lucro que financia um projeto social de música, como faz a revendedora Joyce Gabrielly em Minas Gerais, ou na conclusão de uma segunda graduação, como no caso de Bianca dos Santos, no Paraná.
Para a marca, onde mais de 90% das 4.700 lojas são franquias, o sucesso de mulheres como Juliana e de milhares de revendedoras reflete o compromisso de oferecer oportunidades que potencializam a liderança e o impacto social em cada região do Brasil.
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