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EMPREENDEDORISMO FEMININO NA ÍNDIA

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Júri do Prêmio Engenho Mulher recebe a Superintendente do Sebrae DF para um Roda de Conversa sobre políticas públicas de gênero em outros países.

 

O Júri do 4º Prêmio Engenho Mulher irá receber a superintendente do Sebrae DF, Rose Rainha, para uma Roda de Conversa sobre empreendedorismo feminino e políticas pública na Índia. Rose Rainha participou de uma delegação brasileira, a convite do Brics Women, para conhecer políticas públicas implementadas na Índia.

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Tradicionalmente, o Júri do Prêmio Engenho Mulher fomenta debates e discussões com experts em temas ligados à equidade de gênero, para embasar as escolhas das vencedoras da premiação. A Roda de Conversa será na quinta-feira, 16 de abril, na sala privativa do Dudu Bar.

O Prêmio Engenho Mulher – Reconhecimento a Quem nos Transforma é uma iniciativa criada para distinguir e dar visibilidade ao trabalho de lideranças femininas que impactam a sociedade. A premiação destaca a equidade de gênero, o empreendedorismo social e o empoderamento feminino, valorizando legado e impacto sociais. As vencedoras são escolhidas por um Júri de Mulheres Jornalistas. Nesta edição, a comissão julgadora é formada pelas jornalistas Basília Rodrigues, Cláudia Meirelles, Márcia Zarur, Neila Medeiros, Paola Lima e Sibele Negromonte.

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A cerimônia de premiação irá acontecer no dia 25 de maio, no Museu de Arte de Brasília. A iniciativa conta com o apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, da Fibra, da Advocacia Alves Correia e terá o menu assinado pelo bufê Chocolat. O Prêmio Engenho Mulher – Reconhecimento a quem nos Transforma foi criado e é presidido pela jornalista Kátia Cubel. Premia, a cada edição, três lideranças femininas que transformam a Capital do país.

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Epreendedorismo

No Marajó, cozinha agroextrativista organiza produção de alimentos e amplia renda de mulheres

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Nova unidade em Breves se soma a outras três cozinhas no arquipélago e fortalece a produção coletiva

 

Breves (PA) — O trabalho que antes acontecia espalhado pelas casas agora tem endereço certo. Em uma comunidade de Breves, no Marajó (PA), mulheres passaram a se reunir em uma cozinha comunitária agroextrativista para preparar, juntas, alimentos que vêm dos quintais, das roças e da floresta.

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“Antes de existir a cozinha a gente produzia e vendia alimentos, mas tudo in natura, como o frango, açaí, e a parte de hortaliças”, conta Edineide Araújo, uma das mulheres que compõe a cozinha Raízes Marajoara, localizada no km 11 da PA 159, em Breves.

Com a nova cozinha, o trabalho deixou de ser improvisado e passou a atender diferentes demandas. “Hoje, a gente já consegue pegar encomendas, de pequenos a grandes eventos”, diz Nazaré Oliveira, que também atua na cozinha.

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Mais do que um espaço físico, a cozinha funciona como uma tecnologia social que reorganiza a produção local. Com estrutura adequada, o grupo passou a agregar valor a produtos como açaí, pescado, mandioca e frutas, antes vendidos in natura e com menor retorno financeiro.

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Com a operação já iniciada, essa mudança se traduz em trabalho e renda: a comunidade passou a produzir cerca de 1.250 marmitas por mês, em um contrato de oito meses firmado com uma organização da sociedade civil.

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“Depois da cozinha, as coisas melhoraram muito, a gente começou a vender o nosso produto já preparado para ser servido, conseguiu ter acesso a projetos e estamos visando outras possibilidades dentro do próprio município”, afirma Edineide.

 

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A estrutura também abriu caminho para a participação das produtoras em políticas públicas como o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar e o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), ampliando o acesso a mercados institucionais e garantindo mais estabilidade à produção.

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A iniciativa integra o projeto Sanear, realizado pelo Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), em parceria com o Fundo Amazônia, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social e a Fundação Banco do Brasil. O projeto apoia outras três cozinhas agroextrativistas em Portel, formando uma rede que reúne cerca de 60 mulheres e amplia a capacidade de beneficiamento da produção local.

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Para o IEB, as cozinhas são mais do que espaços de preparo de alimentos. “Elas se afirmam como centros de produção e de conhecimento, contribuindo para o fortalecimento da economia local e para a autonomia das mulheres”, afirma Waldileia Rendeiro, analista socioambiental da organização.

 

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Serviço
O quê: Inauguração de cozinha agroextrativista Raízes Marajoara Onde: Sede da Cafar, PA-159, km 19, Breves, Marajó (PA) Quando: 16/04/2026, às 9h Realização: Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB) e Cozinha Agroextrativista Raízes Marajoara.

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