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Meu Primeiro Corre na Moda abre inscrições para estudantes negros ou Indígenas que nunca tiveram oportunidade no mercado 

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Créditos: IC&A/ Dane-se

Projeto do Instituto C&A com 6 marcas de moda autoral parceiras selecionará estudantes para experimentação profissional com ajuda de custo mensal e auxílio alimentação

Créditos: IC&A/ Dane-se

Segundo os últimos dados levantados pelo IBGE em 2023, o Brasil apresentou uma taxa de desemprego da população negra maior que a média nacional, alcançando o percentual de 8,9%, um número alto quando comparado aos 5,9% correspondente à população branca. Com o objetivo de enfrentar essa disparidade e aumentar a diversidade em posições criativas na indústria da moda, o Instituto C&A anuncia a terceira edição do “Meu Primeiro Corre na Moda”, projeto com recorte étnico-racial exclusivo para estudantes negros e indígenas que estão começando suas carreiras na moda em diversas cidades do Brasil.

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O projeto irá selecionar estudantes de diferentes regiões do país para uma experimentação profissional de seis meses, iniciando em junho de 2024, em colaboração com renomadas marcas de moda autoral em seis diferentes cidades brasileiras. Os selecionados terão a chance de imergir nos processos criativos, de produção e de vendas, compreendendo melhor o dia a dia e os processos de criação, produção, sortimento e comunicação. A iniciativa abrange uma experiência prática de 30 horas semanais, de segunda a sexta-feira, permitindo que os participantes apliquem os conhecimentos teóricos adquiridos em sala de aula no ambiente dinâmico e real do mercado de moda.

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O Instituto C&A estabeleceu parcerias com marcas influentes em seis diferentes regiões do Brasil: BABA em Fortaleza, Lucas Leão Co no Rio de Janeiro, Not Equal em Belo Horizonte, DOD em São Paulo, Dane-se em Brasília, e Ateliê Mão de Mãe em Salvador.

A parceria permite que a marca abra seu espaço e capacite profissionalmente sem se preocupar com o investimento financeiro do aumento da equipe, já que a bolsa-auxílio de R$ 1.410 e a alimentação de R$ 500 mensais são custeadas pelo Instituto C&A.

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“Em construção desde 2022, o projeto não apenas abre portas para talentos emergentes e apoia as marcas com recursos humanos, mas também reflete nosso objetivo de construir um ambiente mais equitativo e representativo. Ao apoiar estudantes negros e indígenas, conseguimos gradualmente ampliar a diversidade de profissionais criativos na moda – e todos ganham nesse cenário ” afirma Gustavo Narciso, Diretor Executivo do Instituto C&A.

Após participação da experimentação profissional, os selecionados são convidados ainda a integrar a Comunidade IC&A&VC, que conta com benefícios exclusivos, acompanhamento de carreira e investimentos por até dois anos após o encerramento do projeto.

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O período para inscrições vai de 02 a 17 de maio de 2024 e os resultados serão divulgados no dia 03 de junho. A experimentação profissional acontecerá entre 10 de junho e dezembro de 2024. As inscrições podem ser realizadas através do link:

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Linkmeuprimeirocorrenamoda3/

Sobre o Instituto C&A

O Instituto C&A – pilar social da C&A Brasil – atua na construção de novos futuros por meio da moda. Com esse propósito, em suas frentes de Voluntariado Corporativo, Inclusão Produtiva e Desenvolvimento Institucional, fortalece comunidades de todo o Brasil, atua em sustentabilidade na cadeia e fomenta o acesso a trabalho digno e justo para pessoas e grupos que lutam pela afirmação de seus direitos: comunidades periféricas, pessoas negras, indígenas, LGBTQIAPN+, mulheres, refugiados e migrantes. Com mais de 30 anos de história, a instituição também realiza apoios humanitários em situações de calamidade pública, atuando nas necessidades mais urgentes após uma crise. Saiba mais no site.

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Moda

ABDI e Senai lançam projeto para inovar a indústria da moda no DF

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Proposta é ampliar a oferta de mão de obra qualificada para atender às novas demandas tecnológicas do setor, melhorar processos produtivos e estimular criação de novos negócios

 

Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do Distrito Federal (Senai-DF) lançam, nesta sexta-feira, 27/3, o projeto Indústria da Moda DF, voltado a impulsionar a inovação e fortalecer a cadeia produtiva do vestuário no DF. Com investimento de R$ 3,95 milhões, o programa oferecerá 480 vagas em cursos gratuitos de qualificação profissional e promoverá ações de estímulo ao empreendedorismo e de modernização tecnológica das confecções locais.

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A proposta é ampliar a oferta de mão de obra qualificada para atender às novas demandas tecnológicas da indústria da moda, melhorar os processos produtivos e estimular a criação de novos negócios no setor. O projeto também prevê vivências em empresas de confecção e atividades voltadas à inovação e à qualificação produtiva.

 

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O lançamento será realizado às 16 horas, na unidade do Senai em Taguatinga. Na ocasião, serão apresentados dois editais: um destinado à inscrição de alunos interessados em participar dos cursos e outro voltado a instituições que queiram integrar a iniciativa como parceiras na oferta da formação. A expectativa é que as primeiras turmas tenham início ainda no primeiro semestre deste ano.

 

Segundo o presidente da ABDI, Ricardo Cappelli, o projeto busca enfrentar gargalos históricos do setor no DF. “A cadeia do vestuário tem grande importância econômica e social no DF, com forte presença de micro e pequenas empresas e de mulheres na geração de trabalho e renda. Ao formar profissionais, aproximar essa mão de obra das empresas e estimular novos negócios, o projeto cria oportunidades de inclusão produtiva e fortalece a competitividade da indústria da moda”, afirma.

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Do total investido, R$ 3,46 milhões serão aportados pela ABDI, enquanto R$ 481,9 mil correspondem à contrapartida do Senai-DF.

 

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Cursos gratuitos

 

O programa oferecerá cinco cursos profissionalizantes gratuitos, com carga total de 420 horas, nas áreas de:

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  • Costura Industrial
  • Costura Sob Medida
  • Modelagem Computadorizada
  • Moda Praia
  • Corte de Peças

As aulas serão realizadas nas unidades do Senai de Taguatinga e do Gama, além de dois institutos comunitários parceiros em diferentes regiões administrativas do DF.

 

Neste mês, serão abertas 80 vagas para os cursos de qualificação profissional de Costureiro Industrial e de Costureiro Sob Medida, cada um com carga horária de 260 horas-aulas. As inscrições, que abrem em 27 de março, poderão ser feitas on-line pelo site do projeto até 28 de abril. Se a quantidade de interessados superar o número de vagas, o Senai-DF ordenará os excedentes em uma lista de espera, conforme a sequência das inscrições.

 

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A iniciativa tem como público pessoas em situação de vulnerabilidade, com foco na geração de renda e na inserção produtiva. Ao final da formação, os participantes receberão certificação do Senai-DF.

 

Vivência em empresas e incentivo ao empreendedorismo

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Após a conclusão dos cursos, 50 alunos poderão participar de vivências, empreendedora ou profissional em empresa do setor de confecção.

 

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Na empreendedora, os alunos participantes irão, durante o período de três meses, com carga horária de 240 horas, atuar em grupo no desenvolvimento de uma nova marca a ser lançada. O Senai-DF dará apoio para elaboração do conceito, produção e venda dos produtos. Os alunos selecionados para a vivência empreendedora irão receber um auxílio financeiro no valor de R$ 552,00 a cada 80 horas.

 

Outra frente será a vivência profissional, voltada a alunos interessados que queiram atuar em uma empresa do setor de moda. A atividade terá duração de um mês, cerca de 160 horas. Estes também receberão bolsa de R$ 552,00 a cada 80 horas.

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O projeto conta ainda com a criação de um marketplace digital, onde os participantes poderão comercializar peças produzidas durante a formação e nas atividades de empreendedorismo.

 

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Modernização das confecções

 

O projeto Indústria da Moda DF também prevê consultorias e apoio técnico para empresas do setor, com foco na modernização dos processos produtivos, modelagem digital e inovação produtiva.

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Os institutos comunitários parceiros que sediarão os cursos poderão contar com equipamentos de costura e estrutura produtiva, entre eles botoneira eletrônica, caseadeira reta eletrônica, máquinas de costura reta e de ponto conjugado, além de mesas de passar industriais, mini caldeiras portáteis, mesa de corte industrial e manequins profissionais.

 

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Caso mantenham a oferta de cursos gratuitos após o término do programa, esses equipamentos poderão permanecer nas instituições.

 

Segundo Claudia Alves, analista de Produtividade e Inovação da ABDI, a parceria com institutos comunitários é estratégica para ampliar o acesso à qualificação profissional tecnológica em diferentes regiões do DF. “Essas instituições já têm forte presença nas comunidades e desempenham um papel fundamental na mobilização e permanência dos alunos nos cursos”, destaca.

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“O Indústria da Moda é um projeto importante para o setor do vestuário porque trabalha em duas vertentes que se complementam: aperfeiçoa e moderniza as linhas de produção e qualifica profissionais”, afirma o diretor regional do Senai-DF, Marco Secco. “Ao trabalhar as duas linhas de forma complementar, o Indústria da Moda trará como resultado a inclusão socioprodutiva e um setor mais eficiente, que produzirá com maior qualidade”, complementa.

 

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Necessidade de formação profissional

 

O setor de vestuário do DF reúne cerca de 6 mil empresas, concentradas principalmente em Taguatinga, Ceilândia e Plano Piloto, que somam 57% dos estabelecimentos do segmento.

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De acordo com levantamento do Sindicato das Indústrias do Vestuário do DF (Sindiveste), 70% das empresas são microempreendedores individuais, e quase metade possui entre um e cinco empregados.

 

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Apesar do crescimento do mercado, o setor enfrenta déficit de cerca de 1.800 profissionais qualificados, especialmente costureiras industriais. Em 2024, o varejo de moda no DF cresceu 5,8%, ampliando a demanda por produção local e mão de obra especializada.

 

 

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foto: Divulgação

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