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Acusado de matar ex-companheira na frente da filha é julgado hoje (12/12)

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Izabel foi morta pelo ex-marido Paulo Roberto na frente da filha em Ceilândia – (crédito: Reprodução Redes Sociais)

O homem foi denunciado por crime triplamente qualificado. Preso preventivamente desde a captura, ele enfrenta júri popular

O Julgamento de Paulo Roberto Moreira Soares ocorre nesta quinta-feira (12/12). Ele é acusado de matar a ex-companheira, Izabel Aparecida Guimarães de Sousa, na frente da filha. O caso aconteceu em 4 de fevereiro de 2023, em Ceilândia.

Três qualificadores do crime foram apontados pela Promotoria de Justiça do Tribunal do Júri de Ceilândia: motivo fútil, pois o crime teria acontecido após Paulo exigir o desbloqueio de aplicativos de conta bancária do denunciado; recurso que dificultou a defesa da vítima, já que a Izabel teria sido atingida por disparos enquanto estava desarmada e muito próxima ao autor em um ambiente fechado, impossibilitando uma ação defensiva; e feminicídio, pois teria praticado em um contexto de violência doméstica e familiar contra a mulher.

Além disso, também consta na denúncia uma causa de aumento de pena, já que o crime teria sido praticado na frente da filha do casal.

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Relembre o caso

O crime aconteceu em 4 de fevereiro de 2023. Após perceber que a conta bancária que usava teve o acesso bloqueado, Paulo Roberto foi à casa da ex-companheira, e exigiu que Izabel desbloqueasse as contas bancárias por aplicativo de celular.

A conta estava em nome de Izabel, porém, Paulo fazia uso, mesmo estando separados. Após alguns minutos na discussão, Paulo efetuou um disparo na testa da ex-companheira, na frente da filha do casal. Após efetuar o disparo, Paulo fugiu.

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Fonte: Correio Brasiliense

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Em dois anos, pobreza dá lugar a desenvolvimento social e 17,4 milhões de pessoas ascendem de classe

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De acordo com estudo da FGV, renda gerada pelo trabalho impulsionou a mudança das classes sociais. Foto: Estevam Costa/PR

Estudo da FGV registrou, em 2024, maior nível histórico de ascensão social para as classes A, B e C, registrando um crescimento de 78,18% desde 1976

Em apenas dois anos, 17,4 milhões de pessoas saíram da pobreza e passaram a integrar as classes sociais A, B e C. Para dar dimensão do volume, a quantidade equivale à população inteira do Equador. O estudo foi realizado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC) de 1976 a 2024.
Segundo a FGV, o ritmo da mudança entre 2022 e 2024 foi 74% mais acelerado que o observado entre 2003 e 2014, período marcado também pela alta ascensão social no país. Nos últimos dois anos, a parcela da população nas classes A, B e C cresceu 8,44 pontos percentuais, sendo 13 a 14 pontos percentuais representados por quem recebe o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC).
RENDA DO TRABALHO — O diretor da FGV Social e autor do estudo, Marcelo Neri, destacou que a renda gerada pelo trabalho impulsionou a mudança das classes sociais. “O ganho de renda do trabalho foi o principal motor de ascensão social da chamada classe média. A regra de proteção do Bolsa Família impulsiona a geração de carteiras de trabalho, que talvez seja o principal símbolo da nova classe média vinda da base da distribuição de renda”, afirmou.
FAIXAS DE RENDA — As classes A, B e C são categorias usadas em estudos socioeconômicos para organizar a população de acordo com a renda familiar. De forma geral, a classe C é associada à classe média, formada por famílias que conseguem atender às necessidades básicas e têm algum poder de consumo, enquanto as classes B e A reúnem faixas de renda mais altas, com maior renda e estabilidade financeira.
Como diz o presidente Lula, é o dinheiro nas mãos de milhões dentre os mais pobres, que começam com um Bolsa Família e depois as portas se abrem para um emprego ou um negócio apoiado”

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Wellington Dias, ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome
PARTICIPAÇÃO – Em 2024, o Brasil registrou o maior nível histórico de participação da classe média e das classes de maior renda desde 1976. O registro de pessoas nas classes A, B e C juntas chegou a 78,18% acima da média anual. A classe C concentrou 60,97% da população, enquanto as classes A e B somaram 17,21%.
DO LADO DO POVO — O estudo também mostra que as classes D e E atingiram os menores níveis já observados: 15,05% e 6,77%, respectivamente. “Um governo do lado do povo, e não é um jogo de palavras, é mudança para melhor mesmo, para milhões de brasileiros e brasileiras”, reforçou o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias.
Para ele, os resultados mostram a força das políticas sociais, integradas com educação, saúde, e inclusão socioeconômica. “Os mais pobres vêm ganhando oportunidades com o crescimento econômico acima de 3% ao ano, possibilidades de emprego e pequenos e médios negócios, ampliando a renda, aumentando a capacidade de consumo, o que impulsiona o próprio crescimento contínuo da economia”, explicou. “Como diz o presidente Lula, é o dinheiro nas mãos de milhões dentre os mais pobres, que começam com um Bolsa Família e depois as portas se abrem para um emprego ou um negócio apoiado”, completou o titular do MDS.

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» Os dados estão disponíveis na página oficial da FGV.

 

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Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República

 

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